O maravilhoso mundo do tudo-em-um
Se você esta familiarizado com o mercado dos mppobres vendidos aqui em São Paulo você já deve ter percebido que nos últimos anos ele evoluiram de simples players de mp3 de qualidade duvidosa para verdadeiros titãs da multifuncionalidade agregando funções tais como player de video, gravador de voz, pen drive, câmera, celular (posteriormente aceitando 2 chips de diferentes operadoras), touchscreen entre outros. Eis que surge mais um produto que promete agradar a exigente clientela em sua sede por novas funções agregadas: o celular com barbeardor elétrico!
E não é só isso além de proporcionar-lhe uma barba sempre bem aparada esse novo aparelho oferece todas as funcionalidades que você já esta acostumado no seu mpX.
Você pode compra-lo nesse site.
Tenho medo dos próximos lançamentos de celular da china.
Origami Wi-Fi
A Asus desenvolveu um novo conceito de netbook e pretende lança-lo no final desse ano, é mais facil eu mostrar o video para vocês do que falar.
Achei genial esse negócio, espero que vá para a frente sempre que vejo um conceito novo e animador de notebook ele é abandonado de última hora.
domingo, 22 de março de 2009
sábado, 21 de março de 2009
Mandando a dose do santo
Algumas vezes a mídia pode ser estranha. Como nessa noticia.
Se você a leu deve saber agora que a BBC dedicou-se a falar do grande evento que foi patrocinado por uma adega. Esse evento nada mais era do que abrir uma garrafa de um vinho com gás quase podre e choco e da-lo para um monte de especialistas o bochecharem e cuspirem-no num balde logo em seguida. E óbviamente falar que o sabor de champagne velho e sem gás de 185 anos é melhor que o gosto de um champagne velho e sem gás de 155 anos. Porque obviamente qualquer um que aprecie um bom champagne vai eventualmente provar um com 150 anos de idade, guardado cuidadosamente em lugares com o clima controlado para não estragar.
Eles poderiam falar de algo mais importante, talvez como o crocodilo robocop ou algo assim.
Ainda bem que nessa noite eu vou tomar tequila.
Se você a leu deve saber agora que a BBC dedicou-se a falar do grande evento que foi patrocinado por uma adega. Esse evento nada mais era do que abrir uma garrafa de um vinho com gás quase podre e choco e da-lo para um monte de especialistas o bochecharem e cuspirem-no num balde logo em seguida. E óbviamente falar que o sabor de champagne velho e sem gás de 185 anos é melhor que o gosto de um champagne velho e sem gás de 155 anos. Porque obviamente qualquer um que aprecie um bom champagne vai eventualmente provar um com 150 anos de idade, guardado cuidadosamente em lugares com o clima controlado para não estragar.
Eles poderiam falar de algo mais importante, talvez como o crocodilo robocop ou algo assim.
Ainda bem que nessa noite eu vou tomar tequila.
quinta-feira, 19 de março de 2009
Eu quero um Creative RIO dos pdf's, NOW!!!!
Recentemente li que que seria mais barato para o New York Times dar um Kindle para cada assinante que imprimir o jornal propriamente dito. Hoje eu vi que o Google e a Sony (que começou esse negócio de ebooks readers) fizeram uma parceria e deixaram mais de 500 mil títulos a disposição para download gratuito em sua loja virtual de ebooks.
Parece-me que finalmente a revolução na distribuição de livros esta chegando, está bem mais tímida que quando aconteceu com a música mas esta chegando. Não sei se você é um adepto a leitura em pdf (eu, digamos, estou em cima do muro (gosto tanto de ler papel quanto telas de computador)) mas a mídia impressa esta ficando cara para as editoras e a partir do momento que a prefêrencia pelo papel diminuir elas vão partir para a distribuição digital.
Creio cada vez mais celulares (mesmo eu não conseguindo ler neles), netbooks e ebook readers conquistem espaço no coração dos leitores. Iniciativas como da Amazon de disponibilizar todo o seu acervo por 1 dólar, ou do Google/Sony de pegar praticamente todo grande título e por na rede (espero que sejam) o começo da massificação (e consequentemente baratização) dos ebooks por ai.
Mas agora, será que seria mais legal ter um celularzão agragador de funções ou um netbook ou ebook reader com acesso a internet para ler os quilos de pdf que irei baixar...
Fonte:
http://www.businessinsider.com/2009/1/printing-the-nyt-costs-twice-as-much-as-sending-every-subscriber-a-free-kindle
http://news.prnewswire.com/DisplayReleaseContent.aspx?ACCT=104&STORY=/www/story/03-19-2009/0004991140&EDATE=
Parece-me que finalmente a revolução na distribuição de livros esta chegando, está bem mais tímida que quando aconteceu com a música mas esta chegando. Não sei se você é um adepto a leitura em pdf (eu, digamos, estou em cima do muro (gosto tanto de ler papel quanto telas de computador)) mas a mídia impressa esta ficando cara para as editoras e a partir do momento que a prefêrencia pelo papel diminuir elas vão partir para a distribuição digital.
Creio cada vez mais celulares (mesmo eu não conseguindo ler neles), netbooks e ebook readers conquistem espaço no coração dos leitores. Iniciativas como da Amazon de disponibilizar todo o seu acervo por 1 dólar, ou do Google/Sony de pegar praticamente todo grande título e por na rede (espero que sejam) o começo da massificação (e consequentemente baratização) dos ebooks por ai.
Mas agora, será que seria mais legal ter um celularzão agragador de funções ou um netbook ou ebook reader com acesso a internet para ler os quilos de pdf que irei baixar...
Fonte:
http://www.businessinsider.com/2009/1/printing-the-nyt-costs-twice-as-much-as-sending-every-subscriber-a-free-kindle
http://news.prnewswire.com/DisplayReleaseContent.aspx?ACCT=104&STORY=/www/story/03-19-2009/0004991140&EDATE=
segunda-feira, 16 de março de 2009
Desings para te tirar do sério - parte 2
Lembra quando eu falei que a esperança do novo ipod shuffle ser uma boa compra apartir do momento em que outras empresas começarem a fazer outros fones?
Então a partir de agora as esperanças estão diminuindo. Basicamente agora as empresas terão de pagar para fazer fones para a apple.
Fonte: http://www.engadget.com/2009/03/15/third-party-ipod-shuffle-headphones-will-require-apple-licensed/
Então a partir de agora as esperanças estão diminuindo. Basicamente agora as empresas terão de pagar para fazer fones para a apple.
Fonte: http://www.engadget.com/2009/03/15/third-party-ipod-shuffle-headphones-will-require-apple-licensed/
sábado, 14 de março de 2009
Post que ficou grande demais no twitter
Não seja competente, faça as pessoas acreditarem que você é. Alcance uma posição de destaque. Depois contrate meia dúzia de pessoas realmente competentes e as faça trabalhar para você, regogize-se das vitórias deles e proclame-as suas. Isso é ficar rico. O resto é apenas trabalhar.
Alias, realmente odiei o limite de caracteres do twitter, impede d'eu ser mais rebuscado na minha destilação de veneno.
Alias, realmente odiei o limite de caracteres do twitter, impede d'eu ser mais rebuscado na minha destilação de veneno.
quinta-feira, 12 de março de 2009
Pen drives em qualquer lugar
Com certeza esse pendrive nunca ficará de fora de uma lista dos pendrives mais inusitados encontrados por ai. Que pena que esse cara só tem 2 giga no dedo, espero que seja fácil para ele fazer upgrade na prótese (tenho medo se ele tiver de fazer upgrade de firmware no dedo O_o').
Bem, mas não apareci aqui as 6 da madrugada para postar uma notinha legal. Vou voltar a minha velha forma com um bom post longo e chato.
Para aqueles que nasceram diretamente na era do pendrive não devem saber mas ele provavelmente foi a pá de cal na sepultura do disquete (que já estava em coma anos antes do pendrive chegar) e do cd-r e cd-rw. E ele ainda não enterrou o companheiro dvd ainda pois ele é o formato dominante para a distribuição de filmes por ai (por enquanto muhahahahaha), e também sempre é bom ter uma mídia de beckup onde seus dados podem ser facilmente apagados apenas se, por exemplo, o disco for colocado no microndas, ao invés de uma simples plugada acompanhada de delete (e não me venha com encheção de criptografica, você sabe que o usuário comum só faz isso quando picas nascem de suas testas).
Bem eu vi a acenssão do pendrive, rio com meus amigos falando das pequenas fortunas que paguei por pendrives que hoje mal dariam para acomodar meia dúzia de pdf's ou 1 video em fullHD. E tenho no meu bolso, hoje, mais do que alguns computadores tinha no HD a uns 10 anos atrás.
A capacidade de armazenamento deles a sua usuabilidade e compatibilidade foram, para mim, o grande tchan que fizeram as pequenas canetas de drive virarem um acessório tão indispensável hoje. A não ser que você seja um fanboy loco e resolva formatar seu pendrive em raiser ou o caralho que o valha você pode plugar seu pendrive em qualquer computador do mundo (que preferencialmente tenha um conector usb e qualquer SO com menos de 8 anos de idade) e este, tal qual uma putinha, vai aceitar prontamente seu dispositivo e automaticamente criará um monte de dummy file e uma pasta de lixeira no sistema de arquivos de seu pendrive. Ah! Ele também vai poder ler os arquivos que você tem la dentro (na maioria das vezes).
Os pendrives só tem um (dois) defeito(s), em geral eles são objetos perdíveis. E eles muito de vez em quando simplesmente morrem de falência múltipla dos microcontroladores e você só pode chorar a perda de seu trabalho e todas as 703 horas que você passou elaborando ele.
Com certeza os pendrives vão dominar o cenário do armazenamento portátil. Mas um dia os cubos holográficos entrarão no mercado e como consequência o mundo esquecerá que um dia houveram pendrives e todo mundo ficara feliz com o novo formato de armazenamento. Já que cubos translucídos são muito mais legais que dispositivos USB.
Bem, mas não apareci aqui as 6 da madrugada para postar uma notinha legal. Vou voltar a minha velha forma com um bom post longo e chato.
Para aqueles que nasceram diretamente na era do pendrive não devem saber mas ele provavelmente foi a pá de cal na sepultura do disquete (que já estava em coma anos antes do pendrive chegar) e do cd-r e cd-rw. E ele ainda não enterrou o companheiro dvd ainda pois ele é o formato dominante para a distribuição de filmes por ai (por enquanto muhahahahaha), e também sempre é bom ter uma mídia de beckup onde seus dados podem ser facilmente apagados apenas se, por exemplo, o disco for colocado no microndas, ao invés de uma simples plugada acompanhada de delete (e não me venha com encheção de criptografica, você sabe que o usuário comum só faz isso quando picas nascem de suas testas).
Bem eu vi a acenssão do pendrive, rio com meus amigos falando das pequenas fortunas que paguei por pendrives que hoje mal dariam para acomodar meia dúzia de pdf's ou 1 video em fullHD. E tenho no meu bolso, hoje, mais do que alguns computadores tinha no HD a uns 10 anos atrás.
A capacidade de armazenamento deles a sua usuabilidade e compatibilidade foram, para mim, o grande tchan que fizeram as pequenas canetas de drive virarem um acessório tão indispensável hoje. A não ser que você seja um fanboy loco e resolva formatar seu pendrive em raiser ou o caralho que o valha você pode plugar seu pendrive em qualquer computador do mundo (que preferencialmente tenha um conector usb e qualquer SO com menos de 8 anos de idade) e este, tal qual uma putinha, vai aceitar prontamente seu dispositivo e automaticamente criará um monte de dummy file e uma pasta de lixeira no sistema de arquivos de seu pendrive. Ah! Ele também vai poder ler os arquivos que você tem la dentro (na maioria das vezes).
Os pendrives só tem um (dois) defeito(s), em geral eles são objetos perdíveis. E eles muito de vez em quando simplesmente morrem de falência múltipla dos microcontroladores e você só pode chorar a perda de seu trabalho e todas as 703 horas que você passou elaborando ele.
Com certeza os pendrives vão dominar o cenário do armazenamento portátil. Mas um dia os cubos holográficos entrarão no mercado e como consequência o mundo esquecerá que um dia houveram pendrives e todo mundo ficara feliz com o novo formato de armazenamento. Já que cubos translucídos são muito mais legais que dispositivos USB.
quarta-feira, 11 de março de 2009
Desings fora de série, desings para te tirar do sério
Hoje dei de cara com uma foto do novo ipod suffle:
Como sempre vemos um desing limpo e bonito, que além de chamar a atenção faz com que a vontade de ter essa merda aumente muito. Particularmente sempre adorei o desing dos ipods (tanto que até tenho um), mas como é de prache tenho de descer lenha nas más idéias.
Como parece ser filosofia da apple o produto em si tem um visual muito clean (até demais) não apresentando nenhum botão a não ser o liga e desliga e os botões do fone, esses:
Não sei se vocês repararam mas existe 5 comandos no mesmo botão. Ou seja, para dar play, pular músicas, volta-las, saber qual ela é ou mudar o playlist você aperta o mesmo botão, você pode ver usuabilidade nisso? Eu não cacete! Porra vamos ter de esperar a apple lançar a segunda verção do fone ou usar fones de terceiros para poder usar o novo ipod com tranquilidade. Ou não, já que a empresa possui uma base sólida de fanboys que vão endeusar suficientemente esse conceito a ponte dele ser imitado e daqui para a frente todo mundo ter de apertar o mesmo botão 5 vezes para acessar o menu, 3 vezes para escolher o artista (não se preucupe o player fala de artista em artista em ordem para você poder escolher) e 1 vez para tocar a música.
Meu caralho! Onde os designers estão com a cabeça quando pensam numa merda de controle desse tipo. Existe uma linha tênue entre um produto lindo e prático e um apenas lindo e como um cara que estuda isso não consegue fazer mais 2 botões na parte de trás do controle no fone para fazer essas combinações de comandos. Estou esperando a nova versão desse controle.
Ou pelo menos um outro espremedor de laranjas em forma de nave.
Depois do porre:
Bem, você realmente pode pensar que a interface do novo shuffle é inovadora e tudo mais. Mas eu acho que uma olhada no manual desse ipod vai fazer você perder parte de suas esperanças.
Editado: 12/03/2009 as 6:33

Como sempre vemos um desing limpo e bonito, que além de chamar a atenção faz com que a vontade de ter essa merda aumente muito. Particularmente sempre adorei o desing dos ipods (tanto que até tenho um), mas como é de prache tenho de descer lenha nas más idéias.
Como parece ser filosofia da apple o produto em si tem um visual muito clean (até demais) não apresentando nenhum botão a não ser o liga e desliga e os botões do fone, esses:
Não sei se vocês repararam mas existe 5 comandos no mesmo botão. Ou seja, para dar play, pular músicas, volta-las, saber qual ela é ou mudar o playlist você aperta o mesmo botão, você pode ver usuabilidade nisso? Eu não cacete! Porra vamos ter de esperar a apple lançar a segunda verção do fone ou usar fones de terceiros para poder usar o novo ipod com tranquilidade. Ou não, já que a empresa possui uma base sólida de fanboys que vão endeusar suficientemente esse conceito a ponte dele ser imitado e daqui para a frente todo mundo ter de apertar o mesmo botão 5 vezes para acessar o menu, 3 vezes para escolher o artista (não se preucupe o player fala de artista em artista em ordem para você poder escolher) e 1 vez para tocar a música.Meu caralho! Onde os designers estão com a cabeça quando pensam numa merda de controle desse tipo. Existe uma linha tênue entre um produto lindo e prático e um apenas lindo e como um cara que estuda isso não consegue fazer mais 2 botões na parte de trás do controle no fone para fazer essas combinações de comandos. Estou esperando a nova versão desse controle.
Ou pelo menos um outro espremedor de laranjas em forma de nave.
Depois do porre:
Bem, você realmente pode pensar que a interface do novo shuffle é inovadora e tudo mais. Mas eu acho que uma olhada no manual desse ipod vai fazer você perder parte de suas esperanças.
Editado: 12/03/2009 as 6:33
terça-feira, 10 de março de 2009
1 milhão de livros para ler
Fico puto com minha inabilidade de gerir o tempo, atualmente estou com pdf's, livros didáticos, romances e até 1 manual de como construir robôs. Todos parados e com capitulos meio lidos largados aqui ao lado, merda.
Preciso de mais pique para ler...
Preciso de mais pique para ler...
domingo, 8 de março de 2009
Figuras estranhas
Nas minhas andanças internéticas por ai já encontrei os mais variados tipos bizarros. O desesperado por atenção, o maluco perseguido, o engraçaralho revoltado, arroz de festa, vegan loco, nazi-vegan, neo-nazi, neo-nazi mulato, o cara que se acha gostoso, a mina que se acha gostosa, a feminista vegan, o gordo chato, o magro chato, o cara que ta sempre certo, o que se faz de vitíma, aquele que sai pela esquerda, o troll, o idiota, o intolerante, eu, você, o fodão, o estúpido, o sensível, o sociopata, o psicopata, o manipular e quem sabe um dia, talvez, um cara que tenha razão.
Domingo vazio
As vezes odeio domingos, nada para fazer, calor, cansaço e tudo mais.
Passei a tarde ouvindo podcasts e mp3, estudei um pouco (eu acho).
Comi bife a parmegianna. E pizza. Um sanduíche de mortadela.
Ai que vontade de ter algo interessante para postar aqui. Merda.
Passei a tarde ouvindo podcasts e mp3, estudei um pouco (eu acho).
Comi bife a parmegianna. E pizza. Um sanduíche de mortadela.
Ai que vontade de ter algo interessante para postar aqui. Merda.
sexta-feira, 6 de março de 2009
Pequena notinha básica
Lembram que eu falei que o bilau em GT4 causou o maior rebuliço?
Bem, em watchman também aparece um bilau. E ninguém comentou nada...
Detalhes ambos (Watchman e GTA) são para maiores de idade...
Bem, em watchman também aparece um bilau. E ninguém comentou nada...
Detalhes ambos (Watchman e GTA) são para maiores de idade...
Por um shuffle mais digno
Se você usa algum tocador de mp3 (qualquer um seja no computador, no bolso ou qualquer outro) você deve ouvir suas músicas no modo aleatório (shuffle). Você já não se pegou amaldiçoando esse modo?
É, eu também.
Estou cansado de ouvir sempre as mesmas musicas em dias diferentes, mesmo tendo só 3000 delas no meu ipod, cansado de ter 3 músicas seguidas do mesmo artista, mesmo com 250 artistas diferentes na biblioteca.
Porra! É díficil fazer um algoritmo de aleatório descente, algo que por exemplo veja qual o genero você prefere em determinado periodo do dia ou evite de que a próxima música seja do mesmo ano da anterior ou mesmo algum aleatório que só repita padrões depois de mais de 24 horas?]
Droga é lá vou ouvindo pelo terceiro dia seguido a mesma música no aleatório. E agora eu tenho mais de 3064 músicas...
É, eu também.
Estou cansado de ouvir sempre as mesmas musicas em dias diferentes, mesmo tendo só 3000 delas no meu ipod, cansado de ter 3 músicas seguidas do mesmo artista, mesmo com 250 artistas diferentes na biblioteca.
Porra! É díficil fazer um algoritmo de aleatório descente, algo que por exemplo veja qual o genero você prefere em determinado periodo do dia ou evite de que a próxima música seja do mesmo ano da anterior ou mesmo algum aleatório que só repita padrões depois de mais de 24 horas?]
Droga é lá vou ouvindo pelo terceiro dia seguido a mesma música no aleatório. E agora eu tenho mais de 3064 músicas...
terça-feira, 3 de março de 2009
Perto do fim do mundo, perto da tecnologia alienígena
Duas notícias chamaram minha atenção nesse fim de noite.
Essa: http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/asteroide_passa_perto_da_terra.html
E essa: http://www.sciencedaily.com/releases/2009/02/090213110220.htm
Na primeira vemos que escapamos por pouco, um pequeno aerolito passou bem perto daqui, não ia ser nada catastrófico, a não ser que caísse numa cidade importante do mundo pois pode ter certeza que ia pulveriza-la, sabe toda vez que eu leio isso eu imagino se um incidente desses é a prova de que nossas convenções de civilidade são tão frágeis quanto eu imagino e o mundo (ou pelo menos a cidade) se tornaria um deserto Mad Max ou se nós somos realmente seres com capacidade de compaixão suficiente para nos ajudar e apoiar num momento de dificuldade. Pessoalmente fico com a segunda opção, se o meteoro caísse aqui em São Paulo e eu sobrevivesse admitiria que as pessoas escolhessem a primeira alternativa, mas sei lá o ser humano me surpreende mais para bem que para mal então talvez tivesse chance, obviamente se uma pessoa com legítimas boas intenções aparecesse para mim nessa situação eu apagava ela na porrada só para garantir que não fosse ninguém tentando me sacanear.
A segunda reportagem diz que começamos a nos tornar seres superiores capazes de retirar pedaços de órgão sem fazer um buraco muito maior que 1 centimetro, logo os médicos retirarão órgãos inteiros por buracos feitos no umbigo, axilia e bolsa escrotal. Só falta conseguirmos chegar em um planeta habitado por uma raça inteligente e fazer isso com o equivalente deles das nossas vacas só para sacanear e dar um nó na cuca deles, exatamente como os aliens que veem aqui fazem. Estou louco para ver a cara desses aliens. Rá!
Essa: http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/asteroide_passa_perto_da_terra.html
E essa: http://www.sciencedaily.com/releases/2009/02/090213110220.htm
Na primeira vemos que escapamos por pouco, um pequeno aerolito passou bem perto daqui, não ia ser nada catastrófico, a não ser que caísse numa cidade importante do mundo pois pode ter certeza que ia pulveriza-la, sabe toda vez que eu leio isso eu imagino se um incidente desses é a prova de que nossas convenções de civilidade são tão frágeis quanto eu imagino e o mundo (ou pelo menos a cidade) se tornaria um deserto Mad Max ou se nós somos realmente seres com capacidade de compaixão suficiente para nos ajudar e apoiar num momento de dificuldade. Pessoalmente fico com a segunda opção, se o meteoro caísse aqui em São Paulo e eu sobrevivesse admitiria que as pessoas escolhessem a primeira alternativa, mas sei lá o ser humano me surpreende mais para bem que para mal então talvez tivesse chance, obviamente se uma pessoa com legítimas boas intenções aparecesse para mim nessa situação eu apagava ela na porrada só para garantir que não fosse ninguém tentando me sacanear.
A segunda reportagem diz que começamos a nos tornar seres superiores capazes de retirar pedaços de órgão sem fazer um buraco muito maior que 1 centimetro, logo os médicos retirarão órgãos inteiros por buracos feitos no umbigo, axilia e bolsa escrotal. Só falta conseguirmos chegar em um planeta habitado por uma raça inteligente e fazer isso com o equivalente deles das nossas vacas só para sacanear e dar um nó na cuca deles, exatamente como os aliens que veem aqui fazem. Estou louco para ver a cara desses aliens. Rá!
Caguei para convenções
Se você me conhece a algum tempo (pessoalemente ou lendo minhas bostagens) sabe que sou um cara no minímo polêmico, de próposito. Talvez seja apenas por birra infantil ou quem sabe é um traço mais profunda da minha personalidade, provavelmente posso ser um cara violento que reprime isso e tenta compensar buscando conflito com as pessoas (e o jeito mais fácil disso acontecer e tomando posições radicais em assuntos delicados e ser um idiota tosko (opa! Eu sou assim :3)). Mas provavelmente eu não ligo muito para isso (ou pelo menos meu alterego esconde isso muito bem). Já faz um tempo que percebi isso mas realmente nunca me canso, é de certa forma prazeiroso, não um prazer doentio como o de uma criança que assiste teletubies mas um prazer mais real tal qual comer uma lasanha muito gostosa e bem feita.
Gosto de ver como as pessoas reagem a isso, fanboys de internet em geral partem para a agressão gratuita já que seus argumentos e suas cuidadosas recionalizações acéfalas não são páreo para o argumento do gerador de lero lero verborrágico que meu cerébro vira quando se dispõe a me rebaixar ao nível de argumentação deles. Vegans, neonazistas torcedores fánaticos, extremistas religiosos eu nunca tive o desprazer de encontrar (encontrei um neonazista mas fiz questão de ficar bêbado para não começar uma briga com um cara 3x mais forte e bem treinado que eu (talvez fosse divertido de uma forma masoquista de se pensar)). Queria e talvez em um futuro próximo um vegan chato me ache já que a cada dia que passa eu os satirize mais e mais. E há o tipo em que eu preciso estar inspirado para pular dentro numa conversa dessas, em geral eu evito já que eu preciso de um pouco mais de preparo (e tempo para fazer piadas) que são as pessoas relativamente razoáveis mas com um pé em algum tipo de extremismo. Evito em termos pois como todo bom idiota as vezes eu gosto de pisar no calo, talvez seja só paixão adolescente por bate boca, pode ser vontade de mostrar que esse pé no extremismo vai faze-lo tropeçar e ser um dos tipos que mencionei anteriormente, ou pode ser o eterno espírito de porco. Pessoalmente fico com a terceira opção. Há os que se acham inteligentes por isso são subhumanos, como os caras que assistem filmes de arte europeu e desprezam quem vê Duro de Matar. Também tive pouco contato com essa subespécie.
Não posso fazer nada sou assim e gosto. E se você não gosta e acha muito errado o que eu estou fazendo, cuidado você pode estar bem próximo do terceiro exemplo que dei. Mas mesmo assim é ótimo me avise qualquer dia para nós darmos aquela conversada sobre os direitos humanos na África ou da menina de 9 anos que foi estuprada e ficou grávida, ou qualquer outra coisa polemica do tipo.
Gosto de ver como as pessoas reagem a isso, fanboys de internet em geral partem para a agressão gratuita já que seus argumentos e suas cuidadosas recionalizações acéfalas não são páreo para o argumento do gerador de lero lero verborrágico que meu cerébro vira quando se dispõe a me rebaixar ao nível de argumentação deles. Vegans, neonazistas torcedores fánaticos, extremistas religiosos eu nunca tive o desprazer de encontrar (encontrei um neonazista mas fiz questão de ficar bêbado para não começar uma briga com um cara 3x mais forte e bem treinado que eu (talvez fosse divertido de uma forma masoquista de se pensar)). Queria e talvez em um futuro próximo um vegan chato me ache já que a cada dia que passa eu os satirize mais e mais. E há o tipo em que eu preciso estar inspirado para pular dentro numa conversa dessas, em geral eu evito já que eu preciso de um pouco mais de preparo (e tempo para fazer piadas) que são as pessoas relativamente razoáveis mas com um pé em algum tipo de extremismo. Evito em termos pois como todo bom idiota as vezes eu gosto de pisar no calo, talvez seja só paixão adolescente por bate boca, pode ser vontade de mostrar que esse pé no extremismo vai faze-lo tropeçar e ser um dos tipos que mencionei anteriormente, ou pode ser o eterno espírito de porco. Pessoalmente fico com a terceira opção. Há os que se acham inteligentes por isso são subhumanos, como os caras que assistem filmes de arte europeu e desprezam quem vê Duro de Matar. Também tive pouco contato com essa subespécie.
Não posso fazer nada sou assim e gosto. E se você não gosta e acha muito errado o que eu estou fazendo, cuidado você pode estar bem próximo do terceiro exemplo que dei. Mas mesmo assim é ótimo me avise qualquer dia para nós darmos aquela conversada sobre os direitos humanos na África ou da menina de 9 anos que foi estuprada e ficou grávida, ou qualquer outra coisa polemica do tipo.
Dia livre
Graças a uma conveniente falta de matérias para fazer esse semsetre estou com as segundas feiras livres. Me sinto um inútil. Tenho de aproveitar melhor minhas segundas feiras, e dormir mais cedo para me preparar para as terças feiras.
Hoje não consegui ler, não consegui ver filmes, não consegui jogar videogame e não consegui resolver uma lista. Acho que tenho que me organizar mais.
Tudo bem sempre dá para tentar concertar semana que vem.
Hoje não consegui ler, não consegui ver filmes, não consegui jogar videogame e não consegui resolver uma lista. Acho que tenho que me organizar mais.
Tudo bem sempre dá para tentar concertar semana que vem.
segunda-feira, 2 de março de 2009
Subnotebooks FTW!
Recentemente comecei a usar um subnotebook. Para quem não sabe o subnotebook é uma categoria de computadores que se caracteriza miniaturização de seus componente (e também da performace), geral são notebooks leves (mais ou menos 1 quilo) e com telas de 10 polegadas (os modelos mais antigos tinhas tela de 7). Basicamente eles servem apenas como um quebra galho, ou como uma plataforma portátil de internet um pouco mais parruda que um simples celular, psp ou caralho que o valha.
No início comecei a usá-lo apenas para internet, mas logo percebi que ele e uma plataforma descente para comunicação através de IM e também como ebook, já que os ebooks readers que tem por ai ainda são muito inacessiveis.
Em geral considero um o custo benefício dessas máquinas muito acima da média já que elas apresentam um nivel de conveniência muito fora do comum. Principalmente para mim que passo parte do meu dia mergulhado num mar de wi-fi gratuito lá na USP.
Não vou fazer um review em geral dos notes, esse post é só para falar como ele são rox! Principalmente para mim que desisti de ter computadores potentes.
No início comecei a usá-lo apenas para internet, mas logo percebi que ele e uma plataforma descente para comunicação através de IM e também como ebook, já que os ebooks readers que tem por ai ainda são muito inacessiveis.
Em geral considero um o custo benefício dessas máquinas muito acima da média já que elas apresentam um nivel de conveniência muito fora do comum. Principalmente para mim que passo parte do meu dia mergulhado num mar de wi-fi gratuito lá na USP.
Não vou fazer um review em geral dos notes, esse post é só para falar como ele são rox! Principalmente para mim que desisti de ter computadores potentes.
domingo, 1 de março de 2009
A fronteira final (nos games)
Todo o gamer como eu torce para que no futuro os jogos não sejam considerado mais como um brinquedo mas sim como uma forma de entretenimento do mesmo nível dos filmes e da música.
É claro que muitas pessoas ainda acham que os jogos em geral são brinquedos e que seu lugar e com as crianças e que não deveriam haver violência neles (pois eles são coisas só para crianças lógico). Mas ainda bem que aos poucos essas pessoas estão se calando, e os jogos evoluindo. E cada vez mais a boa e velha ultraviolência é explorada nos videogames além de um bom background para sustenta-la (infelizmente ainda é díficil ver uma história onde ela (mesmo exagerada) pareça natural). Bem pelo menos essa parte da batalha que conciste em transformar um simples brinquedo em algo maior (ou quem sabe até, artistico) já parece estar ganha. Mas a segunda batalha é bem mais díficil.
Antes de começar a falar preciso perguntar a vocês. Até que ponto o sexo em um filme é encaixável (com trocadilho) na história? A partir de que momento (ou que emquadramento de câmera) ele se torna apelativo? É nescessário que ele seja mostrado?
Seu cabelo é azul e seus poderes são cósmicos
Até algum tempo atrás jogos com histórias de verdade (ou pelo menos razoáveis) só poderiam ser encontrados em terras além mar nos jogos produzidos pelos asiáticos (mais especificamente nos rpg's produzidos por eles), mesmo assim relações humanas (ou humanas com orelhas de gato, ou humanas verdes, ou humanas com poderes que poderiam modificar a geografia do planeta, ou sabe lá o que mais) ainda eram pouco exploradas (É lógico que um jogo pode ter sexo entre dois personagens sem que eles tenham um relacionamento, mas é bom começar com um pouco de amor em jogo). Mas pelo menos não consistiam num cara tímido que conquista o afeto de 4 garotas lindas e não consegue pegar nenhuma.
Bem, tenho que dizer que nunca joguei um rpg onde o personagem principal comesse a menina (ainda espero que isso ocorra (ou pelo menos seja insinuado ( de prefêrencia dentro do contexto (e eu não estou contando Fable)))). Mas digamos o simples envolvimento emocional entre persongens já seja uma ótima preliminar para um amadurecimento nos jogos. Convenhemos um romance de verdade numa história pode (ou não) ajuda-la a ser algo muito melhor.
O grande ladrão de carros
Vamos pular dos relacionamentos legitimos que ocorrem em algumas histórias e vamos para a banalizaçao do sexo, estou falando de GTA. Antes de mais nada devo dizer que fora o hot coffe (que eu nunca joguei) o sexo em GTA tem tudo a ver com a proposta e até mesmo com a história do jogo (bem eu só joguei o 4 então só falarei dele). Nesse jogo você tem liberdade total para fazer o que bem entender, dessa maneira você pode contratar uma prostituta ou mesmo ter uma namorada. Mesmo assim isso é duramente criticado, falando claramente não há nada explícito em GTA, nem apelativo. A não ser que você queira que seja. Dentro do jogo isso faz total sentido. Recentemente não foi uma cena de sexo em GTA que causou um bafafa, mas sim a cena de um bilau. Acontece que em GTA houve a primeira cena de nu frontal masculino (convenhemos, dentro do contexto da cena o bilau do cara e irrelevante(piada obrigatória)), mas o problema também é outro, porra porque implicar com um nu frontal masculino se já se teve nus frontais femininos, alienígenas e sobrenaturais por ai?
Rituais de sacrifício e frango assado
Bem, as vezes uma tentativa de introduzir na história um tom mais adulto acaba parecendo uma cena de sexo forçada, cheia de posições sexuais de filmes do buttman e cavalgadas no umbigo da Emanuelle, estou falando de Fahrenheit, não vou entrar em detalhes pois não joguei o jogo, mas vi o detonado completo no youtube (estava com preguiça de procurar o jogo e instalá-lo e enfretar sua curva de aprendizado), lá pelas tantas no clima de "o mundo vai acabar" o personagem principal come a mocinha do jogo, até ai nada demais já que o relacionamento dele estava sendo trabalhado a bastante tempo. O problema é que além do personagem só ganhar mais 10 pontos no seu medidor de "alegria" (o que convenhemos só pode nos dizer que a mocinha do jogo trepa mal) a cena é apelativa, ela começa normal com um peitinho e o rosto dos personagens (até ai firmeza) mas depois a camera abre e mostra o full body contact, só faltou entrar um minigame para ficar apertando uns botões. Não que isso comprometa, vários filmes tem cenas até mais longas e apelativas, mas realmente aquela trepada tira o clima de desanimo que o final do jogo tem, não sei se essa era a intenção mas a forma que a cópula é apresentada destoa tanto das cores do jogo nesse momento que chega a ser constrangedor.
Lolitas, tentáculos e um maluco no metrô
Bem seguindo meu degrade de importância do sexo na história vamos finalmente chegar aos jogos onde o único objetivo e comer alguém e também, para nossa surpresa, vou ter de voltar ao Japão para falar desses jogos.
Vou ser bem direto nessa parte, no Japão há simuladores de estupro. Sei pouco da história, mas tenho de dizer que não sou contra (é meio estranho eu glorificar a caça a protitutas no GTA e falar aqui que é feio estuprar mocinhas no metrô). Nunca joguei, talvez um dia eu tente, mas como o único objetivo do jogo é o sexo então é obvio que esse tipo de jogo deve ser o menos criticado. Uma coisa é um frango assado surpresa no meio de uma cena dramática, outra coisa e uma missão de perseguir e estuprar uma menina. O primeiro pode realmente te incomodar, a segunda você só vê porque quer ver.
Bem há também os jogos em flash de sexo, mas como o simulador de estupro só joga e vê as cenas quem quer, logo não há motivos para critica-los.
Para crescer como história é óbvio que os jogos terão que melhorar o relacionamento dos personagens, e isso leva eventualmente a umas trepadas amigas ou a uma transa loucamente apaixonada, realmente não sei porque o sexo nos videogames choca mais que violência já que o primeiro teoricamente (fora no caso do cara do metro) é algo que se faz naturalmente (okay, os jogadores são nerds, eles não fazem sexo naturalmente). Talvez, tal qual a violência, esse crescimento seja natural. Pois convenhemos, depois de tripas e sangue que parecem de verdade na tela eu e muitos gamers queremos ver pessoas se comportando como se fossem de verdade em games.
É claro que muitas pessoas ainda acham que os jogos em geral são brinquedos e que seu lugar e com as crianças e que não deveriam haver violência neles (pois eles são coisas só para crianças lógico). Mas ainda bem que aos poucos essas pessoas estão se calando, e os jogos evoluindo. E cada vez mais a boa e velha ultraviolência é explorada nos videogames além de um bom background para sustenta-la (infelizmente ainda é díficil ver uma história onde ela (mesmo exagerada) pareça natural). Bem pelo menos essa parte da batalha que conciste em transformar um simples brinquedo em algo maior (ou quem sabe até, artistico) já parece estar ganha. Mas a segunda batalha é bem mais díficil.
Antes de começar a falar preciso perguntar a vocês. Até que ponto o sexo em um filme é encaixável (com trocadilho) na história? A partir de que momento (ou que emquadramento de câmera) ele se torna apelativo? É nescessário que ele seja mostrado?
Seu cabelo é azul e seus poderes são cósmicos
Até algum tempo atrás jogos com histórias de verdade (ou pelo menos razoáveis) só poderiam ser encontrados em terras além mar nos jogos produzidos pelos asiáticos (mais especificamente nos rpg's produzidos por eles), mesmo assim relações humanas (ou humanas com orelhas de gato, ou humanas verdes, ou humanas com poderes que poderiam modificar a geografia do planeta, ou sabe lá o que mais) ainda eram pouco exploradas (É lógico que um jogo pode ter sexo entre dois personagens sem que eles tenham um relacionamento, mas é bom começar com um pouco de amor em jogo). Mas pelo menos não consistiam num cara tímido que conquista o afeto de 4 garotas lindas e não consegue pegar nenhuma.
Bem, tenho que dizer que nunca joguei um rpg onde o personagem principal comesse a menina (ainda espero que isso ocorra (ou pelo menos seja insinuado ( de prefêrencia dentro do contexto (e eu não estou contando Fable)))). Mas digamos o simples envolvimento emocional entre persongens já seja uma ótima preliminar para um amadurecimento nos jogos. Convenhemos um romance de verdade numa história pode (ou não) ajuda-la a ser algo muito melhor.
O grande ladrão de carros
Vamos pular dos relacionamentos legitimos que ocorrem em algumas histórias e vamos para a banalizaçao do sexo, estou falando de GTA. Antes de mais nada devo dizer que fora o hot coffe (que eu nunca joguei) o sexo em GTA tem tudo a ver com a proposta e até mesmo com a história do jogo (bem eu só joguei o 4 então só falarei dele). Nesse jogo você tem liberdade total para fazer o que bem entender, dessa maneira você pode contratar uma prostituta ou mesmo ter uma namorada. Mesmo assim isso é duramente criticado, falando claramente não há nada explícito em GTA, nem apelativo. A não ser que você queira que seja. Dentro do jogo isso faz total sentido. Recentemente não foi uma cena de sexo em GTA que causou um bafafa, mas sim a cena de um bilau. Acontece que em GTA houve a primeira cena de nu frontal masculino (convenhemos, dentro do contexto da cena o bilau do cara e irrelevante(piada obrigatória)), mas o problema também é outro, porra porque implicar com um nu frontal masculino se já se teve nus frontais femininos, alienígenas e sobrenaturais por ai?
Rituais de sacrifício e frango assado
Bem, as vezes uma tentativa de introduzir na história um tom mais adulto acaba parecendo uma cena de sexo forçada, cheia de posições sexuais de filmes do buttman e cavalgadas no umbigo da Emanuelle, estou falando de Fahrenheit, não vou entrar em detalhes pois não joguei o jogo, mas vi o detonado completo no youtube (estava com preguiça de procurar o jogo e instalá-lo e enfretar sua curva de aprendizado), lá pelas tantas no clima de "o mundo vai acabar" o personagem principal come a mocinha do jogo, até ai nada demais já que o relacionamento dele estava sendo trabalhado a bastante tempo. O problema é que além do personagem só ganhar mais 10 pontos no seu medidor de "alegria" (o que convenhemos só pode nos dizer que a mocinha do jogo trepa mal) a cena é apelativa, ela começa normal com um peitinho e o rosto dos personagens (até ai firmeza) mas depois a camera abre e mostra o full body contact, só faltou entrar um minigame para ficar apertando uns botões. Não que isso comprometa, vários filmes tem cenas até mais longas e apelativas, mas realmente aquela trepada tira o clima de desanimo que o final do jogo tem, não sei se essa era a intenção mas a forma que a cópula é apresentada destoa tanto das cores do jogo nesse momento que chega a ser constrangedor.
Lolitas, tentáculos e um maluco no metrô
Bem seguindo meu degrade de importância do sexo na história vamos finalmente chegar aos jogos onde o único objetivo e comer alguém e também, para nossa surpresa, vou ter de voltar ao Japão para falar desses jogos.
Vou ser bem direto nessa parte, no Japão há simuladores de estupro. Sei pouco da história, mas tenho de dizer que não sou contra (é meio estranho eu glorificar a caça a protitutas no GTA e falar aqui que é feio estuprar mocinhas no metrô). Nunca joguei, talvez um dia eu tente, mas como o único objetivo do jogo é o sexo então é obvio que esse tipo de jogo deve ser o menos criticado. Uma coisa é um frango assado surpresa no meio de uma cena dramática, outra coisa e uma missão de perseguir e estuprar uma menina. O primeiro pode realmente te incomodar, a segunda você só vê porque quer ver.
Bem há também os jogos em flash de sexo, mas como o simulador de estupro só joga e vê as cenas quem quer, logo não há motivos para critica-los.
Para crescer como história é óbvio que os jogos terão que melhorar o relacionamento dos personagens, e isso leva eventualmente a umas trepadas amigas ou a uma transa loucamente apaixonada, realmente não sei porque o sexo nos videogames choca mais que violência já que o primeiro teoricamente (fora no caso do cara do metro) é algo que se faz naturalmente (okay, os jogadores são nerds, eles não fazem sexo naturalmente). Talvez, tal qual a violência, esse crescimento seja natural. Pois convenhemos, depois de tripas e sangue que parecem de verdade na tela eu e muitos gamers queremos ver pessoas se comportando como se fossem de verdade em games.
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Dias estranhos
Esses últimos dias tem sido meio estranhos, sinto uma constante sensação de dejá vu, outro dia a sensação foi forte mesmo até consegui (ou acho que consegui) antever uma coisa. Mas sei lá talvez seja excesso de estudos. Talvez meu cerébro esteja avisando que é para eu voltar a vadiagem. Meu cerébro é um homem sábio.
No mais, esses últimos dias estou meio saudosista, senti saudades de alguns hábitos antigos e resolvi tentar adapta-los a minha atual condição,vamos ver no que vai dar.
Estou pensando menos no futuro também, parece até que talvez quem sabe um dia eu consiga me engrenar. Mas talvez seja só um sonho utópico.
Preciso desligar sinto que mosquitos hematofágos estão me devorando vivo, isso me incomoda.
No mais, esses últimos dias estou meio saudosista, senti saudades de alguns hábitos antigos e resolvi tentar adapta-los a minha atual condição,vamos ver no que vai dar.
Estou pensando menos no futuro também, parece até que talvez quem sabe um dia eu consiga me engrenar. Mas talvez seja só um sonho utópico.
Preciso desligar sinto que mosquitos hematofágos estão me devorando vivo, isso me incomoda.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Mais um dia na sala de estudos
Lá na física temos um ambiente estranho, no mínimo.
A vivência da física é tomada por seres que são desapegados a praticas de bom tom como estudar. Logo a sala de estudos da física se transforma na vivência, já que essa é inabitavel para pessoas de bem, como eu e meus amigos que em um momento de tédio resolveram gravar um pequeno clipe de um projeto muito maior que está por vir.
A vivência da física é tomada por seres que são desapegados a praticas de bom tom como estudar. Logo a sala de estudos da física se transforma na vivência, já que essa é inabitavel para pessoas de bem, como eu e meus amigos que em um momento de tédio resolveram gravar um pequeno clipe de um projeto muito maior que está por vir.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Complexo de James Bond (parte 1)
Não é todo mundo que pode salvar o mundo, muito menos tem a vida ameaçada diariamente por grandes conglomerados (okay, se você for criador de porcos e a Monsanto esteja na sua área talvez a segunda alternativa seja válida), mas infelizmente várias pessoas pensam que estão realmente ameaçadas e tem de algum jeito travar uma luta para abrir os olhos do mundo para a verdade e expurgar qualquer opinião diferente das que ele tem. Talvez isso seja culpa de uma vida monótona, idealismo exagerado, falta de pica (ou seu equivalente feminino) ou mesmo idiotice em sua mais pura forma.
Como realmente desprezo a maioria (grande maioria) das pessoas que pensa assim esse assunto será visto mais vezes no boteco (estou com uma política de evitar posts gigantes).
O fato é diversas pessoas por ai pregam que vivemos enganados (o que, convenhemos, não é completamente mentira (mas duvido que o governo ou as grandes empresas nos engane em questões tão frívolas quanto, por exemplo abate de gado)) pelos poderosos e que eles querem que sejamos como gado, que obedeçamos suas vontade e mantenha-os no poder indenidamente.
Bem até ai pode ser verdade, mas se for para ser gado prefiro ser de um fazendeiro que cuida bem de seus animais, e não do Hugo Chávez (se bem que esse último pelo menos não mente tanto). Alias, um dos vários pontos ruins de tocar no assunto que estou bolinando hoje é que várias das pessoas que se encaixam no complexo de James Bond tem têndencias socilistas de internet (de internet pois aposto que nenhuma delas leu algum texto de algum pensador que idealizou o socialismo), eventualemente essas pessoas levam a conversa para terrenos mais políticos e nessa lama onde elas aprenderam a chafurdar essas pessoas podem lhe convencer (se bem que a retórica dessas pessoas deve ser equivalente a retórica de uma criança de 5 anos no shopping (o que deve ser suficiente para convencer a maioria das pessoas por ai)).
Eu poderia falar sobre diversos aspecto de nossas vidas em que "somos enganados", desde refrigerantes até analgésicos, possivelmente falarei separadamente de cada um deles, para ser justo vou dar exemplos de algumas coisas que realmente estão certas (ou seja empresas (ou governos) que realmente que querem levar vantagem enganando o público em geral), mas que infelizmente esse povo não fala (como a Monsanto (nossa pra eles vou preparar um post especial)).
Infelizmente é só isso que eu posso propor-me a dizer sobre essa puxação de sardinha para o lado socilista (principamente porque não li nada para fazer esse post) da força que esse povo faz, eles são viúvas de um regime que nunca existiu (cara, se você acho que o que teve na URSS foi socialismo, nossa cara você precisa ler Marx ou algum caralho que o valha) e por algum motivo escroto acham que o mundo e algo maior que realmente é que a maldade é inerente aos postos de CEO e presidente de repúblicas e que essa maldade faz com que as pessoas queiram controlar o mundo por debaixo dos panos. Sinceramente eu concordaria mais com eles se eles falassem que a maldade inerente quer ganhar mais dinheiro por debaixo dos panos. Eu prefiro muito mais controlar uma ilha particular que controlar o mundo, e os donos do mundo são pessoas inteligentes, provavelmente querem a mesma coisa.
Bem, sempre há a opção deles só quererem zuar o puteiro inteiro para ver no que vai dar.
Como realmente desprezo a maioria (grande maioria) das pessoas que pensa assim esse assunto será visto mais vezes no boteco (estou com uma política de evitar posts gigantes).
O fato é diversas pessoas por ai pregam que vivemos enganados (o que, convenhemos, não é completamente mentira (mas duvido que o governo ou as grandes empresas nos engane em questões tão frívolas quanto, por exemplo abate de gado)) pelos poderosos e que eles querem que sejamos como gado, que obedeçamos suas vontade e mantenha-os no poder indenidamente.
Bem até ai pode ser verdade, mas se for para ser gado prefiro ser de um fazendeiro que cuida bem de seus animais, e não do Hugo Chávez (se bem que esse último pelo menos não mente tanto). Alias, um dos vários pontos ruins de tocar no assunto que estou bolinando hoje é que várias das pessoas que se encaixam no complexo de James Bond tem têndencias socilistas de internet (de internet pois aposto que nenhuma delas leu algum texto de algum pensador que idealizou o socialismo), eventualemente essas pessoas levam a conversa para terrenos mais políticos e nessa lama onde elas aprenderam a chafurdar essas pessoas podem lhe convencer (se bem que a retórica dessas pessoas deve ser equivalente a retórica de uma criança de 5 anos no shopping (o que deve ser suficiente para convencer a maioria das pessoas por ai)).
Eu poderia falar sobre diversos aspecto de nossas vidas em que "somos enganados", desde refrigerantes até analgésicos, possivelmente falarei separadamente de cada um deles, para ser justo vou dar exemplos de algumas coisas que realmente estão certas (ou seja empresas (ou governos) que realmente que querem levar vantagem enganando o público em geral), mas que infelizmente esse povo não fala (como a Monsanto (nossa pra eles vou preparar um post especial)).
Infelizmente é só isso que eu posso propor-me a dizer sobre essa puxação de sardinha para o lado socilista (principamente porque não li nada para fazer esse post) da força que esse povo faz, eles são viúvas de um regime que nunca existiu (cara, se você acho que o que teve na URSS foi socialismo, nossa cara você precisa ler Marx ou algum caralho que o valha) e por algum motivo escroto acham que o mundo e algo maior que realmente é que a maldade é inerente aos postos de CEO e presidente de repúblicas e que essa maldade faz com que as pessoas queiram controlar o mundo por debaixo dos panos. Sinceramente eu concordaria mais com eles se eles falassem que a maldade inerente quer ganhar mais dinheiro por debaixo dos panos. Eu prefiro muito mais controlar uma ilha particular que controlar o mundo, e os donos do mundo são pessoas inteligentes, provavelmente querem a mesma coisa.
Bem, sempre há a opção deles só quererem zuar o puteiro inteiro para ver no que vai dar.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
A nova magia do cinema
É um fato, teves gigantes e sistemas de áudio 5.1 ou maiores estão ficando acessíveis as classes mais médias. Ou seja eventualmente (graças a facilidade de se conseguir um filme hoje em dia) o público do cinema irá diminuir. O que pessoalmente eu acho ruim já que a experiência do cinema enriquece muito mais alguns filmes (mas só alguns).
Sejamos francos é meio díficil para o cinema competir com internet rápida e tv's 1080p com um som 5.1. Mas ele tenta, e a velha moda é o 3d.
Fui assistir Coraline esses dias, eu nunca havia visto um filme em 3d fora do hopy hary ou da velha fórmula que é um passeio por uma tela onde pedras porcamente animadas por CGi caem parecendo sair da tela. O que por si só não quer dizer nada. Mas ao contrário do que eu penssava um filme 3d não é uma coletânia exagerada de efeitos que fazem as coisas "saírem da tela" para impressionar as pessoas. Pelo menos nesse. Achei que a sutileza em que o recurso fora empregado agradável. Não vou entrar em méritos do filme, isso aqui não é um review. Quero falar de como o cinema ainda pode ser atrativo num mundo onde baixo um filme recém lançado em 1 hora e assisto numa tela gigante deitado no sofá.
Obviamente é díficil ver o quanto esse tipo de recurso atrai gente ao filme, eu assistiria coraline indepedente de como o filme fosse exibido única e exclusivamente por ter apreciado o trabalho anterior em stop-motion do diretor (Estranho mundo de Jack (se eu não me engano)). Alias a quantidade de crianças na sala era enorme (se bem que algumas se recusavam a por o óculos com medo do que saísse da tela), essa é a grande razão do 3d em filme atrair a garotada e consequentemente os pais, mais isso não dará certo a não ser que o povo comece imitar a pixar e fazer animações que os dois níveis de público consigam apreciar (Coraline (ao meu ver) conseguiu). Para atrair o público mais velho (e consequentemente que já deva ter o home theater) é melhor investir em coisas exclusivas (estou louco para experimentar aquele cinema caro pra cacete que tem aqui em são Paulo) tais como poltronas gigantes, pipoca cheia de frescuras, atendimento na sala de projeçao, mais conforto e (o mais importante) ar de exclusividade.
Não é fácil para o cinema concorrer com a facilidade, mas o cinema esta se saindo bem, quero logo minha pipoca trufada com azeite vendo filmes da pixar 3d.
Sejamos francos é meio díficil para o cinema competir com internet rápida e tv's 1080p com um som 5.1. Mas ele tenta, e a velha moda é o 3d.
Fui assistir Coraline esses dias, eu nunca havia visto um filme em 3d fora do hopy hary ou da velha fórmula que é um passeio por uma tela onde pedras porcamente animadas por CGi caem parecendo sair da tela. O que por si só não quer dizer nada. Mas ao contrário do que eu penssava um filme 3d não é uma coletânia exagerada de efeitos que fazem as coisas "saírem da tela" para impressionar as pessoas. Pelo menos nesse. Achei que a sutileza em que o recurso fora empregado agradável. Não vou entrar em méritos do filme, isso aqui não é um review. Quero falar de como o cinema ainda pode ser atrativo num mundo onde baixo um filme recém lançado em 1 hora e assisto numa tela gigante deitado no sofá.
Obviamente é díficil ver o quanto esse tipo de recurso atrai gente ao filme, eu assistiria coraline indepedente de como o filme fosse exibido única e exclusivamente por ter apreciado o trabalho anterior em stop-motion do diretor (Estranho mundo de Jack (se eu não me engano)). Alias a quantidade de crianças na sala era enorme (se bem que algumas se recusavam a por o óculos com medo do que saísse da tela), essa é a grande razão do 3d em filme atrair a garotada e consequentemente os pais, mais isso não dará certo a não ser que o povo comece imitar a pixar e fazer animações que os dois níveis de público consigam apreciar (Coraline (ao meu ver) conseguiu). Para atrair o público mais velho (e consequentemente que já deva ter o home theater) é melhor investir em coisas exclusivas (estou louco para experimentar aquele cinema caro pra cacete que tem aqui em são Paulo) tais como poltronas gigantes, pipoca cheia de frescuras, atendimento na sala de projeçao, mais conforto e (o mais importante) ar de exclusividade.
Não é fácil para o cinema concorrer com a facilidade, mas o cinema esta se saindo bem, quero logo minha pipoca trufada com azeite vendo filmes da pixar 3d.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Do Battlebots Dream of Electric Sheep?
Bem, eu tenho que admitir leitores. Além de gostar de robôs (e construi-los) os meus são máquinas do mal, criados única e exclusivamente para se destruir em uma arena que tal qual a cúpula do trovão apenas um robô (dos dois que entram nela) sairá vivo. Eu construo robôs de combate, me desculpem.
Mas para que se usa um robô de combate?
Basicamente para participar da Guerra de Robôs. A alguns anos atrás nos EUA (terra com um dos maiores coeficientes pessoas/patentes do mundo (logo deve ser a terra dos desocupados )) esse tipo de evento foi criado, logo ele começou a tomar proporções grandes e a Guerra de Robôs virou um hobby praticado por muita gente (ele chegou a passar na ESPN e houve categorias de robôs de 250 quilos).
Aqui no Brasil a Guerra tem caráter completamente universitário, muitas faculdades de engenharia usam suas equipes como portofólio para atrair alunos ou investidores. Há algumas equipes particulares (como a minha, a toda poderosa (mas nem tanto) AtomicBotz). E é ainda um evento completamente underground sendo televisionado apenas em canais regionais (praticamente todos os eventos são realizados no interior (menos o campeonato que ocorre na ENECA(Encontro Nacional dos Estudantes de alguma coisa com CA (deve ser controle e automação)))) e sem nenhum tipo de cobertura mais ampla, ou seja os únicos participantes são os escolhidos a dedo pelos professores ou nerds em estágio terminal de decomposição social como eu. Mesmo sendo um evento desse calibre a regra nos campeonatos daqui é o improviso, como ainda não há um mercado bem estabelecido de soluções práticas para a construção de robôs de combate muitas das coisas que construímos são completamente amadoras e improvisadas, pelo menos para mim isso dá um tempero todo especial as nossas competições.
A Atomicbotz (minha equipe) é formada basicamente por um bando de amigos meus que se reuniram em torno de um poster anunciando um evento numa tarde de ócio no instituto de física, de lá para cá nos tornamos uma equipe oficial com 4 projetos, sendo que 2 deles se encaixam na categoria porra louca da POLI, onde participamos sempre que possível dos eventos deles. Atualmente estou na missão de coletar informações sobre alguns componentes eletronicos para minha equipe e esse ano participaremos denovo de um evento oficial e se nossos robôs corresponderem ao meu renovado animo com os robôs estaremos disputando colocações importantes.
Fiz esse post pos pretendo transformar o boteco (também) no meu build tread do que rola na AB e acho que seria sacanagem se meu público (que aumenta cada vez mais) não soubesse porra nenhuma do que eu falarei nos próximos meses.
Mas para que se usa um robô de combate?
Basicamente para participar da Guerra de Robôs. A alguns anos atrás nos EUA (terra com um dos maiores coeficientes pessoas/patentes do mundo (logo deve ser a terra dos desocupados )) esse tipo de evento foi criado, logo ele começou a tomar proporções grandes e a Guerra de Robôs virou um hobby praticado por muita gente (ele chegou a passar na ESPN e houve categorias de robôs de 250 quilos).
Aqui no Brasil a Guerra tem caráter completamente universitário, muitas faculdades de engenharia usam suas equipes como portofólio para atrair alunos ou investidores. Há algumas equipes particulares (como a minha, a toda poderosa (mas nem tanto) AtomicBotz). E é ainda um evento completamente underground sendo televisionado apenas em canais regionais (praticamente todos os eventos são realizados no interior (menos o campeonato que ocorre na ENECA(Encontro Nacional dos Estudantes de alguma coisa com CA (deve ser controle e automação)))) e sem nenhum tipo de cobertura mais ampla, ou seja os únicos participantes são os escolhidos a dedo pelos professores ou nerds em estágio terminal de decomposição social como eu. Mesmo sendo um evento desse calibre a regra nos campeonatos daqui é o improviso, como ainda não há um mercado bem estabelecido de soluções práticas para a construção de robôs de combate muitas das coisas que construímos são completamente amadoras e improvisadas, pelo menos para mim isso dá um tempero todo especial as nossas competições.
A Atomicbotz (minha equipe) é formada basicamente por um bando de amigos meus que se reuniram em torno de um poster anunciando um evento numa tarde de ócio no instituto de física, de lá para cá nos tornamos uma equipe oficial com 4 projetos, sendo que 2 deles se encaixam na categoria porra louca da POLI, onde participamos sempre que possível dos eventos deles. Atualmente estou na missão de coletar informações sobre alguns componentes eletronicos para minha equipe e esse ano participaremos denovo de um evento oficial e se nossos robôs corresponderem ao meu renovado animo com os robôs estaremos disputando colocações importantes.
Fiz esse post pos pretendo transformar o boteco (também) no meu build tread do que rola na AB e acho que seria sacanagem se meu público (que aumenta cada vez mais) não soubesse porra nenhuma do que eu falarei nos próximos meses.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Comodidade wins - flawless victory
Poucas coisas são tão fúteis como navegar no desktop da sala com o note aberto do lado, no desk eu posto no blog ouço música e falo no msn, no note gerencio meia dúzia de downloads e faço umas pesquisas. Só faltava eu estar de cueca comendo rufles. Dai estaria no fundo do poço.
Acho que vou ligar o psp e conectá-lo na net também assim falo no skype por ele em quanto faço tudo isso.
Engraçado como o crescente número de gadgets de hoje nos torna multi-tarefa, a alguns anos atrás duvido que qualquer pessoa se considerasse saúdavel fazendo tudo que eu faço ao mesmo tempo agora. Até comecei a fazer um sms em quanto digito essas linhas, o filme do youtube terminou de carregar no note e achei o pdf que queria baixar nele. E saltei algumas músicas do meu iPod para tocar algo mais agradavel à situação. Espero um dia poder fazer tudo isso que estou fazendo agora no caminho que eu faço da minha geladeira para pegar um bife e fritalo no fogão, passando pelo banheiro para dar uma olhada no espelho, tudo isso falando no telefone.
Acho que eu morreria se fosse submetido a uma vida calma.
Acho que vou ligar o psp e conectá-lo na net também assim falo no skype por ele em quanto faço tudo isso.
Engraçado como o crescente número de gadgets de hoje nos torna multi-tarefa, a alguns anos atrás duvido que qualquer pessoa se considerasse saúdavel fazendo tudo que eu faço ao mesmo tempo agora. Até comecei a fazer um sms em quanto digito essas linhas, o filme do youtube terminou de carregar no note e achei o pdf que queria baixar nele. E saltei algumas músicas do meu iPod para tocar algo mais agradavel à situação. Espero um dia poder fazer tudo isso que estou fazendo agora no caminho que eu faço da minha geladeira para pegar um bife e fritalo no fogão, passando pelo banheiro para dar uma olhada no espelho, tudo isso falando no telefone.
Acho que eu morreria se fosse submetido a uma vida calma.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Lugar comum
Um lugar comum de minhas postagens aqui no boteco é minha recorrente insônia, não há nenhum motivo aparente para que eu a tenha com tamanha frequência (talvez meu cérebro goste de ouvir The Who de madrugada, sei lá), por outro lado sei que minha capacidade criativa é aumentada (um indicio disso é o número de posts que há nesse horário aqui no boteco). Hoje como não é uma madrugada diferente usarei esse espaço para algo completamente inutil. Antes de iniciar isso aos que não sabem eu preciso comunicar que construo robôs, é um hobby meu, me desculpem.
Geralmente os robôs que eu construo com minha equipe são grandes, relativamente complexos e muito robustos, mas hoje eu definitivamente não vou falar deles pois os BEAMbots (se você queiser algo mais completo sobre eles recomendo o wikipedia) me chamaram muito a atenção.
BEAMbots são robos extremamente simples e analógicos. Para aqueles que não sabem a diferença entre o analógico e o digital é que o analógico é true mano! Ou seja, o sinal recebido pela tecnologia analógica e armazenado/processado sem alterações em seu formato, já a tecnologia digital armazena o sinal por números (em geral (até onde eu sei (não se esqueçam que eu pesquiso muito pouco para fazer um post (no máximo wikipedia))) binário ou hexadecimal). Sabendo disso podemos dizer que os BEAMbots são capazes apenas de reações simples, além disso há todo uma filosofia que o pessoal tem para fazê-los mas eu acho que isso não passa de bullshit de fanboys gordos comedores de pringles.
Como esses pequenos robôs são muito simples a maioria de suas ações são resumidas pelos conjuntos de componentes desses robôs e como eles se comportam ao receber algum estimulo (eu conheço algumas pessoas que se comportam quase que da mesma maneira) eles existem das mais variadas formas (alguns até planam).
Agora que eu dei um tapa sobre os BEAMbots para vocês lá vou eu à Ifigênia comprar meia duzia de motor velho e fazer meu pequeno enxame de robôs dominadores do mundo.
Geralmente os robôs que eu construo com minha equipe são grandes, relativamente complexos e muito robustos, mas hoje eu definitivamente não vou falar deles pois os BEAMbots (se você queiser algo mais completo sobre eles recomendo o wikipedia) me chamaram muito a atenção.
BEAMbots são robos extremamente simples e analógicos. Para aqueles que não sabem a diferença entre o analógico e o digital é que o analógico é true mano! Ou seja, o sinal recebido pela tecnologia analógica e armazenado/processado sem alterações em seu formato, já a tecnologia digital armazena o sinal por números (em geral (até onde eu sei (não se esqueçam que eu pesquiso muito pouco para fazer um post (no máximo wikipedia))) binário ou hexadecimal). Sabendo disso podemos dizer que os BEAMbots são capazes apenas de reações simples, além disso há todo uma filosofia que o pessoal tem para fazê-los mas eu acho que isso não passa de bullshit de fanboys gordos comedores de pringles.
Como esses pequenos robôs são muito simples a maioria de suas ações são resumidas pelos conjuntos de componentes desses robôs e como eles se comportam ao receber algum estimulo (eu conheço algumas pessoas que se comportam quase que da mesma maneira) eles existem das mais variadas formas (alguns até planam).
Agora que eu dei um tapa sobre os BEAMbots para vocês lá vou eu à Ifigênia comprar meia duzia de motor velho e fazer meu pequeno enxame de robôs dominadores do mundo.
domingo, 15 de fevereiro de 2009
O futuro do pretérito
É interessante ver o futuro retratado em filmes, séries ou livros antigos (inclua ai também HQ's, mangas e o que mais eu estiver esquecendo), por mais que o mundo onde se passa a história seja avançado ele é limitado pela tecnologia da época e a visão do futuro que é passada é quase que uma evolução passiva do presente em que a história que se passa no futuro foi escrita, quase como se não houvesse grandes revoluções nesse futuro paralelo e que a única coisa que ocoreu no mundo para chegar nesse futuro foi o aperfeiçoamento da tecnologia existente no presente que escreveu sobre o futuro.
É até estranho ver que o homem de ferro foi curado de paralisia mas o marcapasso que curasse o seu coraçao foi inventado anos depois dele fazer um mini reator nuclear que tinha quase a mesma função. Ou ver como o sistema de comunicação interno da Enterprise é primitivo e rudimentar comparado com o resto da tecnologia da nave, é até meio absurdo pensar que eles se comunicam acima da velocidade da luz mas nenhum tripulante tem um mísero PDA ou equivalente para fazer tudo que aquele puta trambolho que eles chamam de sensor faz, alias a tendência de miniaturização nunca chegou no universo de star treck, eles eventualmente começam a se utilizar dela mas só na nova geração. Esses são exemplos banais, poderia me estender por horas falando de outros futuros passados de diversas histórias mas prefiro falar do porque disso (ou, pelo menos, do que eu acho disso).
É meio incomprienssivel para mim que esses caras fiquem presos a realidade deles para imaginar um futuro distante, uma coisa que eu gosto de fazer são exercicios de futurologia, tal qual C. Clark fazia (não viajo a ponto de propor um elevador orbital mas va la (:p)), atualmente a única coisa que me veem a cabeça e a gradual convergência de todos os nossos gadgets numa única coisa. Pode parecer óbvio isso mas eu creio que isso só acontecerá quando chegar as telas flexiveis com boa definição e preço viavel, não sei quanto tempo as pessoas ficarão achando graça em fazer tudo pela telinha ultra cool do iphone. Mas voltando.
Esses escritores, talvez (por preguiça e prazos apertados) não estudem o que esta sendo estudado ou em desenvolvimento para ter idéias no seu futuro, apenas caras fodas como Kubrick tem futuros plausiveis ao ponto de você imaginar que talvez seja daquele jeito mesmo. Pensar no futuro como algo utilizavel talvez seja bem díficil, talvez seja intrínseco de nós nos acostumarmos tanto com nosso cotidiano que até nossa visão de futuro fique turva por causa disso. Talvez seja mais fácil criar um futuro familiar com o cotidiano do que pensar nas milhões de possíveis coisas que poderãp ser pensadas no tempo que leva até o presente chegar ao futuro que se imagina. Ou talvez e mais provavel eles nem pensem nisso e só escrevam o que acham legal. E lasers são legais.
É até estranho ver que o homem de ferro foi curado de paralisia mas o marcapasso que curasse o seu coraçao foi inventado anos depois dele fazer um mini reator nuclear que tinha quase a mesma função. Ou ver como o sistema de comunicação interno da Enterprise é primitivo e rudimentar comparado com o resto da tecnologia da nave, é até meio absurdo pensar que eles se comunicam acima da velocidade da luz mas nenhum tripulante tem um mísero PDA ou equivalente para fazer tudo que aquele puta trambolho que eles chamam de sensor faz, alias a tendência de miniaturização nunca chegou no universo de star treck, eles eventualmente começam a se utilizar dela mas só na nova geração. Esses são exemplos banais, poderia me estender por horas falando de outros futuros passados de diversas histórias mas prefiro falar do porque disso (ou, pelo menos, do que eu acho disso).
É meio incomprienssivel para mim que esses caras fiquem presos a realidade deles para imaginar um futuro distante, uma coisa que eu gosto de fazer são exercicios de futurologia, tal qual C. Clark fazia (não viajo a ponto de propor um elevador orbital mas va la (:p)), atualmente a única coisa que me veem a cabeça e a gradual convergência de todos os nossos gadgets numa única coisa. Pode parecer óbvio isso mas eu creio que isso só acontecerá quando chegar as telas flexiveis com boa definição e preço viavel, não sei quanto tempo as pessoas ficarão achando graça em fazer tudo pela telinha ultra cool do iphone. Mas voltando.
Esses escritores, talvez (por preguiça e prazos apertados) não estudem o que esta sendo estudado ou em desenvolvimento para ter idéias no seu futuro, apenas caras fodas como Kubrick tem futuros plausiveis ao ponto de você imaginar que talvez seja daquele jeito mesmo. Pensar no futuro como algo utilizavel talvez seja bem díficil, talvez seja intrínseco de nós nos acostumarmos tanto com nosso cotidiano que até nossa visão de futuro fique turva por causa disso. Talvez seja mais fácil criar um futuro familiar com o cotidiano do que pensar nas milhões de possíveis coisas que poderãp ser pensadas no tempo que leva até o presente chegar ao futuro que se imagina. Ou talvez e mais provavel eles nem pensem nisso e só escrevam o que acham legal. E lasers são legais.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Sexta feira XIII
Me dei conta que hoje é o dia do medo. Então falarei do meu pior medo.
Meu pior medo é que saia uma série de anime que as personagens sejam piratas espaciais de biquini com katanas de luz e botas de cowboy e cada pirata tenha uma ajudante lolicon com um chicote e roupas de colegial ou de empregada. Lutando numa nave espaciais contra vampiros que brilham quando expostos ao sol. Onde há o capitão da nave que é um vampiro que não chupa (sangue) que se apaixona pela capitã da nave piratadas ninjas cowboys de biquini (peitudas) e juntos eles vão matar zumbis em um colegial, para isso eles se disfarçaram de alunos. Em quanto isso eles salvam a terra de terroristas que querem acabar com a harmonia o universo. Tudo isso visto pelos olhos de um garoto tímido que por algum motivo escroto e alvo de atenção sentimental de 4 garotas sendo uma delas peituda, outra com óculos, outra violenta e outra que é um super doce e ele não consegue pegar nenhuma delas. Tudo isso junto com um reality show que mostra a vida de algumas pessoas trancadas numa casa. Junto com um ataque (de verdade) de zumbis. E eu borchar com uma mina. Gostosa. Coberta de chantily. Com cerejas em cima dos mamilos. E sem uma arma por perto.
Tudo isso passando em horário nobre e fazendo sucesso. E todo mundo comentando.
Meu pior medo é que saia uma série de anime que as personagens sejam piratas espaciais de biquini com katanas de luz e botas de cowboy e cada pirata tenha uma ajudante lolicon com um chicote e roupas de colegial ou de empregada. Lutando numa nave espaciais contra vampiros que brilham quando expostos ao sol. Onde há o capitão da nave que é um vampiro que não chupa (sangue) que se apaixona pela capitã da nave piratadas ninjas cowboys de biquini (peitudas) e juntos eles vão matar zumbis em um colegial, para isso eles se disfarçaram de alunos. Em quanto isso eles salvam a terra de terroristas que querem acabar com a harmonia o universo. Tudo isso visto pelos olhos de um garoto tímido que por algum motivo escroto e alvo de atenção sentimental de 4 garotas sendo uma delas peituda, outra com óculos, outra violenta e outra que é um super doce e ele não consegue pegar nenhuma delas. Tudo isso junto com um reality show que mostra a vida de algumas pessoas trancadas numa casa. Junto com um ataque (de verdade) de zumbis. E eu borchar com uma mina. Gostosa. Coberta de chantily. Com cerejas em cima dos mamilos. E sem uma arma por perto.
Tudo isso passando em horário nobre e fazendo sucesso. E todo mundo comentando.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Um nerd na cozinha
Como disse anteriormente sou nerd (dãh) e gosto de cozinhar. Nesses últimos dias me encontro sozinho em casa na companhia da minha irmã, como obviamente acontece quando meu pai viaja não ha ninguém para cozinhar ou fornecer dinheiro para a pizza, logicamente como eu não gosto muito de viver de arroz esquentado no microondas com queijo eu tento cozinhar alguma coisa.
Cozinhar para mim é uma operação delicada, odeio que fiquem me enchedo e gosto de fazê-lo sozinho, logo me torno um chato ao cozinhar(exceto em situações como churrasco ou algo do tipo, daí eu viro o tiozão legal que queima a barriga na churrasqueira/fogão/qualquer ocisa (lógico se eu estiver no humor para isso)). Mas fora isso eu cozinho relativamente bem. O principal foco da cozinha e pegar algo que dá certo e fazer de um jeito diferente. Como eu fiz na primeira vez que eu cozinhei/comi pato ontem. Cozinhar para mim nada mais é que pegar meia dúzia de conceitos que dão certo e misturá-los a algo novo e ver no que dá, minha empreitada com o pato foi bem sucedida, mas nem sempre isso acontece comigo. Eu o fiz mais ou menos assim. Peguei o file do peito dele (que vem com a pele) e fiz cortes paralelos na pele numa negócio de moer condimentos que eu não sei o nome pus cravos, cominho e alecrim e os esmaguei até virar pó, temperei o peito do pato com sal marinho e pimenta daqueles mix de pimenta que veem dentro de um moedor e um fio de óleo de amendoim, numa frigideira coloquei azeite e mais um fio de óleo de amendoim e fritei os bifes até a carne ficar rosada (um pouco mal passada). Ficou legal. Próxima experimentação culinária que eu tiver eu reporto aqui.
Cozinhar para mim é uma operação delicada, odeio que fiquem me enchedo e gosto de fazê-lo sozinho, logo me torno um chato ao cozinhar(exceto em situações como churrasco ou algo do tipo, daí eu viro o tiozão legal que queima a barriga na churrasqueira/fogão/qualquer ocisa (lógico se eu estiver no humor para isso)). Mas fora isso eu cozinho relativamente bem. O principal foco da cozinha e pegar algo que dá certo e fazer de um jeito diferente. Como eu fiz na primeira vez que eu cozinhei/comi pato ontem. Cozinhar para mim nada mais é que pegar meia dúzia de conceitos que dão certo e misturá-los a algo novo e ver no que dá, minha empreitada com o pato foi bem sucedida, mas nem sempre isso acontece comigo. Eu o fiz mais ou menos assim. Peguei o file do peito dele (que vem com a pele) e fiz cortes paralelos na pele numa negócio de moer condimentos que eu não sei o nome pus cravos, cominho e alecrim e os esmaguei até virar pó, temperei o peito do pato com sal marinho e pimenta daqueles mix de pimenta que veem dentro de um moedor e um fio de óleo de amendoim, numa frigideira coloquei azeite e mais um fio de óleo de amendoim e fritei os bifes até a carne ficar rosada (um pouco mal passada). Ficou legal. Próxima experimentação culinária que eu tiver eu reporto aqui.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
botecodeesquina explica:Os novos modelos de mercado, de distribuição digital
Antes de mais nada devo pedir desculpas, esse será mais post longo e enfadonho cheio informações que podem até ser úteis, ou não.
Provavelmente todos que estão lendo isso agora cresceram no meio dos mp3, eu praticamente lembro da transiçao. Não vou entrar em pormenores históricos, provavelmente outro blogueiro já o fez bem melhor do que eu faria aqui, vou falar apenas do começo do fim dessa transição. A itunes Store, o Steam e os serviços online do PS3 e XBOX360 (enfâse no play3 porque é o unico que eu conheço).
Bem esses são os serviços que para mim tem mais destaqueno novo modelo de comércio de digamos "produtos com proteção de propriedade intelectual" o itunes store era o mais limitado (e o mais famoso) mas explicarei no decorrer do (longo!) texto.
O itunes Store provavelmente é o motivo da apple ter criado o ipod, pessoalmente acho que eles contavam quase que única e exclusivamente com o carisma do produto para impulsionar a loja virtual, basicamente a loja da apple vende músicas e videos (antes protegidos de uma maneira brutal através do DRM) e é a maior loja de mp3 da net não tenho certeza se as músicas de lá sem proteção rodam em qualquer lugar mas todos os arquivos de lá protegidos rodam apenas no itunes, isso pode caracterizar venda casada mas foi isso que as gravadoras exigiram, recentemente a apple exigiu que as gravadoras desistissem do DRM sob a "ameaça" de ter todos os arquivos retirados da loja (manobra suja e ladrona, mas é para o bem do consumidor (:P)).
O Steam é o programa de distribuição da Valve e falar dele é impossível sem uma rasgação de seda interminável, para começar o serviço é tão bom que as concorrentes de Valve estão distribuindo seus jogos pelo Steam, além de de ser um serviço de compra de jogos é uma comunidade, você pode adicionar amigos, chama-los para jogar, alugar jogos e o atendimento ao cliente é excepcional, ouvi um relato em que o cara recebeu devolta o dinheiro por uma compra porque se interessou por um pacote que continha o jogo que ele havia comprado, isso antes do tal pacote ser lançado.
A PSN Store é o serviço lançado para o playstation 3, para mim é o que oferece a maior flexibilidade de manejamento do produto que você compra. Basicamente você pode baixar o que você comprar lá um número indefinido de vezes em vários consoles diferentes. Em outras palavras, você pode compartilhar seus jogos com seus amigos como bem entender, não posso falar se é possível fazer isso com os filmes já que a parte da loja que cuida disso não é aberta ao Brasil. O XBOX Live é um serviço semelhante, mas até onde eu sei não rola o compartilhamento
Bem, o que esses modelos podem nos ensinar? Primeiramente ao que tudo indica ao contrário do que as grandes empresas (ou pelo menos as partes dela que cuidam da música e video) o compartilhamento não causa danos os lucros da companhia, como pode-se ver pelo serviço da Sony para vender jogos através da rede do psn, ok. O público alvo da psn é diferente, são usuários do playstation3 lógico que esse público não é o internauta comum e que a distrubuição do jogo comprado ficará limitada a rede do PS3, mas mesmo assim é um grande passo e a itunes Store foi para o mesmo lado já que teoricamente músicas sem DRM podem ser compartilhadas. O sistema da Valve não tem essa "vantagem" mas o modelo de serviço dela compensa isso através de um atendimento superior e a criação de uma rede social gamistica.
Ao que tudo indica essas 4 lojas virtuais são o começo do fim do modelo de distribuição de música, videos, jogos e filmes. Elas, ao meu ver, vão achar o seu lugar (não vão substituir a mídia física (eu ainda quero ter minhas caixinhas style!!!!)) no mercado e aos poucos as gravadoras vão entender que isso não ameaça seus lucros.
E qual será o próximo passo?
Bem o boom do mp3 começou com o lançamento do rio da creative com seus incriveis 32 mega de memória, hoje em dia temos os primeiros ebooks readers e os livros em pdf não precisa ser um gênio para saber que a mesma coisa que aconteceu com o mp3 vai acontecer com os livros. Quero logo o ipod dos reader!
No mais, perdão pela ignorância, eu fiz esse post sem cosultar nada então eu devo ter cometido os mais aterradores erros (não de português, esses vocês já se acostumaram).
No mais², eu não fiz nenhuma piada escrota hoje, sinto um vazio em mim.
Provavelmente todos que estão lendo isso agora cresceram no meio dos mp3, eu praticamente lembro da transiçao. Não vou entrar em pormenores históricos, provavelmente outro blogueiro já o fez bem melhor do que eu faria aqui, vou falar apenas do começo do fim dessa transição. A itunes Store, o Steam e os serviços online do PS3 e XBOX360 (enfâse no play3 porque é o unico que eu conheço).
Bem esses são os serviços que para mim tem mais destaqueno novo modelo de comércio de digamos "produtos com proteção de propriedade intelectual" o itunes store era o mais limitado (e o mais famoso) mas explicarei no decorrer do (longo!) texto.
O itunes Store provavelmente é o motivo da apple ter criado o ipod, pessoalmente acho que eles contavam quase que única e exclusivamente com o carisma do produto para impulsionar a loja virtual, basicamente a loja da apple vende músicas e videos (antes protegidos de uma maneira brutal através do DRM) e é a maior loja de mp3 da net não tenho certeza se as músicas de lá sem proteção rodam em qualquer lugar mas todos os arquivos de lá protegidos rodam apenas no itunes, isso pode caracterizar venda casada mas foi isso que as gravadoras exigiram, recentemente a apple exigiu que as gravadoras desistissem do DRM sob a "ameaça" de ter todos os arquivos retirados da loja (manobra suja e ladrona, mas é para o bem do consumidor (:P)).
O Steam é o programa de distribuição da Valve e falar dele é impossível sem uma rasgação de seda interminável, para começar o serviço é tão bom que as concorrentes de Valve estão distribuindo seus jogos pelo Steam, além de de ser um serviço de compra de jogos é uma comunidade, você pode adicionar amigos, chama-los para jogar, alugar jogos e o atendimento ao cliente é excepcional, ouvi um relato em que o cara recebeu devolta o dinheiro por uma compra porque se interessou por um pacote que continha o jogo que ele havia comprado, isso antes do tal pacote ser lançado.
A PSN Store é o serviço lançado para o playstation 3, para mim é o que oferece a maior flexibilidade de manejamento do produto que você compra. Basicamente você pode baixar o que você comprar lá um número indefinido de vezes em vários consoles diferentes. Em outras palavras, você pode compartilhar seus jogos com seus amigos como bem entender, não posso falar se é possível fazer isso com os filmes já que a parte da loja que cuida disso não é aberta ao Brasil. O XBOX Live é um serviço semelhante, mas até onde eu sei não rola o compartilhamento
Bem, o que esses modelos podem nos ensinar? Primeiramente ao que tudo indica ao contrário do que as grandes empresas (ou pelo menos as partes dela que cuidam da música e video) o compartilhamento não causa danos os lucros da companhia, como pode-se ver pelo serviço da Sony para vender jogos através da rede do psn, ok. O público alvo da psn é diferente, são usuários do playstation3 lógico que esse público não é o internauta comum e que a distrubuição do jogo comprado ficará limitada a rede do PS3, mas mesmo assim é um grande passo e a itunes Store foi para o mesmo lado já que teoricamente músicas sem DRM podem ser compartilhadas. O sistema da Valve não tem essa "vantagem" mas o modelo de serviço dela compensa isso através de um atendimento superior e a criação de uma rede social gamistica.
Ao que tudo indica essas 4 lojas virtuais são o começo do fim do modelo de distribuição de música, videos, jogos e filmes. Elas, ao meu ver, vão achar o seu lugar (não vão substituir a mídia física (eu ainda quero ter minhas caixinhas style!!!!)) no mercado e aos poucos as gravadoras vão entender que isso não ameaça seus lucros.
E qual será o próximo passo?
Bem o boom do mp3 começou com o lançamento do rio da creative com seus incriveis 32 mega de memória, hoje em dia temos os primeiros ebooks readers e os livros em pdf não precisa ser um gênio para saber que a mesma coisa que aconteceu com o mp3 vai acontecer com os livros. Quero logo o ipod dos reader!
No mais, perdão pela ignorância, eu fiz esse post sem cosultar nada então eu devo ter cometido os mais aterradores erros (não de português, esses vocês já se acostumaram).
No mais², eu não fiz nenhuma piada escrota hoje, sinto um vazio em mim.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Resident Evil 5 demo impressions
Sou um fã da série resident evil. Adorava pilotar aqueles tanques de guerra chamados Chris, Jill, Leon, Claire ou até mesmo a Rebecca do RE0. O clima era genial e os zumbis entrando ela delegacia, estourando janelas e tudo mais eram a cereja em cima do bolo (e ele não é uma mentira).
Veio o 4, muitas pessoas o glorificaram outras odiaram (fanboys chatos), ele revolucionou tudo da série (menos o babaca do Leon (bem ele ficou um pouco mais macho)), pessoalmente achei que o clima de terror foi embora mas foi substituído por outra mecânica de jogo bem mais divertida, se antes a tensão me prendia aos RE da vida no 4 foi o tiroteio que me prendeu, gostei muito do jogo e devo ter finalizado ele algumas dezenas de vezes (esqueci de dizer a história fugiu um pouco do padrão romero de antes mas continuou canastrona e simples (e muito divertida)). Em outras palavras RE4 é tudo que você ve por ai.
E está chegando a 5ª continuação da série (na verdade deve ser a nona (tem o code Veronica, os outbreaks, os dead aim e tudo mais)) e eu tive a obrigação de baixar o demo dela para testar.
O jogo esta muito bonito mesmo, como é característica da série a jogabilidade é meio travada para aumentar a tensão (coisa que é muito bem executada diga-se de passagem (jogo de ação com controles perfeitos my ass cara! Tem de ser true mano!)), tecnicamente os cenários poderiam ser melhores, depois do que fizeram com os cenários do gamecube no RE1REmake eu esperaria pelo menos fotorealismo de algumas coisas mas ao que tudo indica eles gastaram todos os polígonos nos Chris e na Sheera (já chego nela) (ok também gastaram um pouco no zumbis) e não sobrou muito para o cenário. Os efeitos de explosões estão muito legais, a luz em geral esta legal e o som também, os zumbis continuam zumbis e a inteligência artificial da Sheera esta muito boa. Uma hora dessas você deve se perguntar o que picas é essa tal de Sheera, bem ela é sua companheira no jogo, como grande parte dos residente evil por ai você tem um personagem que auxilia seu gameplay, em todos os outros esse personagem participavam apenas das cutscenes ou lhe davam algum item de vez em quando, graças a moda nova do co-op (moda no qual eu ainda não estou incluso (recentemente descobri que não tenho saco para co-op(talvez até tivesse mas precisaria de um headset e mais amigos com um PS3))) ela é jogável (só para o player2 ou pela net), então é mais ou menos assim, são suas pessoas sozinhas na cidade africana cheia de indianos (chegarei aos zumbis mais tarde) descendo chumbo e se movimentando de uma forma toda travada (:p). Eles retiraram a mecânica de desidratação que foi apresentada a muito tempo atrás em alguns trailers esquecidos do jogo, pessoalemente odiei mas como é só um demo já ficaria feliz se tivesse pele menos uma parte do jogo com essa mecânica. RE5 foi meio polêmico pois como se passa na áfrica a maioria dos zumbis é lógicamente preta, mas como sempre alguns idiotas que provavelmente veem preconceito até no fato deu chamar meus amigos pretos de pretos, logo esses caras chiaram para caralho e obrigou a capcom a colocar zumbis mulatos e indianos e eu acho que vi um loiro lá, eles esqueceram dos loiros asiaticos e tudo mais, daqui a pouco os vilões do RE poderão aparecer numa propaganda da benetton porra, mas isso não atrapalha em nada o game play. Só faltou um zumbi negão a là Wesley Snipes em blade (:p). No geral parece um jogo ótimo, definitivamente não vou comprá-lo no lançamento pois o preço estará foda mas irei compra-lo com certeza. Não deu para ver muito do jogo através do demo e com certeza se eu não conhecesse a série não compraria o jogo pela demo. Mas como conheço RE e vi o que eu vi nos trailers aposto que o jogo será muito legal.
Veio o 4, muitas pessoas o glorificaram outras odiaram (fanboys chatos), ele revolucionou tudo da série (menos o babaca do Leon (bem ele ficou um pouco mais macho)), pessoalmente achei que o clima de terror foi embora mas foi substituído por outra mecânica de jogo bem mais divertida, se antes a tensão me prendia aos RE da vida no 4 foi o tiroteio que me prendeu, gostei muito do jogo e devo ter finalizado ele algumas dezenas de vezes (esqueci de dizer a história fugiu um pouco do padrão romero de antes mas continuou canastrona e simples (e muito divertida)). Em outras palavras RE4 é tudo que você ve por ai.
E está chegando a 5ª continuação da série (na verdade deve ser a nona (tem o code Veronica, os outbreaks, os dead aim e tudo mais)) e eu tive a obrigação de baixar o demo dela para testar.
O jogo esta muito bonito mesmo, como é característica da série a jogabilidade é meio travada para aumentar a tensão (coisa que é muito bem executada diga-se de passagem (jogo de ação com controles perfeitos my ass cara! Tem de ser true mano!)), tecnicamente os cenários poderiam ser melhores, depois do que fizeram com os cenários do gamecube no RE1REmake eu esperaria pelo menos fotorealismo de algumas coisas mas ao que tudo indica eles gastaram todos os polígonos nos Chris e na Sheera (já chego nela) (ok também gastaram um pouco no zumbis) e não sobrou muito para o cenário. Os efeitos de explosões estão muito legais, a luz em geral esta legal e o som também, os zumbis continuam zumbis e a inteligência artificial da Sheera esta muito boa. Uma hora dessas você deve se perguntar o que picas é essa tal de Sheera, bem ela é sua companheira no jogo, como grande parte dos residente evil por ai você tem um personagem que auxilia seu gameplay, em todos os outros esse personagem participavam apenas das cutscenes ou lhe davam algum item de vez em quando, graças a moda nova do co-op (moda no qual eu ainda não estou incluso (recentemente descobri que não tenho saco para co-op(talvez até tivesse mas precisaria de um headset e mais amigos com um PS3))) ela é jogável (só para o player2 ou pela net), então é mais ou menos assim, são suas pessoas sozinhas na cidade africana cheia de indianos (chegarei aos zumbis mais tarde) descendo chumbo e se movimentando de uma forma toda travada (:p). Eles retiraram a mecânica de desidratação que foi apresentada a muito tempo atrás em alguns trailers esquecidos do jogo, pessoalemente odiei mas como é só um demo já ficaria feliz se tivesse pele menos uma parte do jogo com essa mecânica. RE5 foi meio polêmico pois como se passa na áfrica a maioria dos zumbis é lógicamente preta, mas como sempre alguns idiotas que provavelmente veem preconceito até no fato deu chamar meus amigos pretos de pretos, logo esses caras chiaram para caralho e obrigou a capcom a colocar zumbis mulatos e indianos e eu acho que vi um loiro lá, eles esqueceram dos loiros asiaticos e tudo mais, daqui a pouco os vilões do RE poderão aparecer numa propaganda da benetton porra, mas isso não atrapalha em nada o game play. Só faltou um zumbi negão a là Wesley Snipes em blade (:p). No geral parece um jogo ótimo, definitivamente não vou comprá-lo no lançamento pois o preço estará foda mas irei compra-lo com certeza. Não deu para ver muito do jogo através do demo e com certeza se eu não conhecesse a série não compraria o jogo pela demo. Mas como conheço RE e vi o que eu vi nos trailers aposto que o jogo será muito legal.
Vontade de criar
Estou em um overdose de fluxo criativo, assisti laranja mecânica, twilight zone (novas e velhas temporadas), 2001 inteiro (finalmente depois de mais de 10 anos tentando (adorei (muito mesmo), no final so faltava aparecer um 42 gigante (XD))), arquivo x e por final estou ouvindo remix metal de músicas de videogames 8 bits. Nossa todas as idéias estão passando a mil, um velho Will a muito adormecido esta querendo acordar.
Estranho como quase todo blogueiro (mesmo aqueles como eu (que não tem a mínima pretensão de ser lidos)) tem um pouco de escritor, é muito estranho mesmo, ou não. É até óbvio.
Amanhã, talvez, quem sabe ou com muita sorte eu comece a rascunhar alguma coisa, se eu ahcar legal eu posto aqui, senão eu fico bêbado e abro o coração nessas páginas, você escolhe.
Estranho como quase todo blogueiro (mesmo aqueles como eu (que não tem a mínima pretensão de ser lidos)) tem um pouco de escritor, é muito estranho mesmo, ou não. É até óbvio.
Amanhã, talvez, quem sabe ou com muita sorte eu comece a rascunhar alguma coisa, se eu ahcar legal eu posto aqui, senão eu fico bêbado e abro o coração nessas páginas, você escolhe.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Vamos ser um bar de verdade
http://scrollbar.dk/events/20081128.Portal.Bar/
Depois falo sobre o jogo em que esses drinks foram baseados.
Sobre drinks essa era minha paixão (nada) secreta. Sempre treinei fazer drinks e alguns malabarismos legais, tenho algumas estórias boas de bêbados e as contarei aqui, um dia.
Depois falo sobre o jogo em que esses drinks foram baseados.
Sobre drinks essa era minha paixão (nada) secreta. Sempre treinei fazer drinks e alguns malabarismos legais, tenho algumas estórias boas de bêbados e as contarei aqui, um dia.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Como deixar um blog interessante
Continuando o post anterior agora que estou em paz com o adsense como eu farei para transformar o boteco em algo interessante?
Obviamente meu primeiro pensamento foi pornografia, infelizmente logo descartado.
Falar da vida em um blog é tão obvio que não merece ser cogitado.
No final das contas pensei em deixar como está apenas deixando-o mais exposto, quem sabe assim eu não viro um blogueiro.
Obviamente meu primeiro pensamento foi pornografia, infelizmente logo descartado.
Falar da vida em um blog é tão obvio que não merece ser cogitado.
No final das contas pensei em deixar como está apenas deixando-o mais exposto, quem sabe assim eu não viro um blogueiro.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
The brave new (capitalist) world
Como vocês perceberam eu enchi o boteco de anuncios.
Sem muita esperança, lógico, sei que apenas meus amigos visitam isso daqui. Mas eventualmente um dia talvez se eu insistir muito com as pessoas ganharei 50 dólares do google. Sei que isso vai me ajudar na hora que o cheque deles chegar. Ou talvez o boteco vire um blog gigante e eu ganhe uma razoável quantia de dinheiro por ano com ele, nunca se sabe.
Não sou o tipo de cara que tem grandes objetivos, alias não ter objetivos claros de longo prazo é o principal motivo do meu pai brigar comigo. Em quanto minha irmã quer encher o rabo de dinheiro trabalhando o menos possível eu quero apenas um meio de me sustentar naquilo que eu gosto de fazer, ou seja aos olhos do meu pai eu sou a ovelha negra. Meio hipócrita da parte dele, falo isso por observação e como observo muito meu pai (quem diria, heim?). Mas fazer o que? Como vivo dizendo nesse blog não vou mudar pois me sinto feliz na minha situação e como a felicidade (pelo menos deveria) é a coisa que as pessoas procuram na vida então devo trabalhar duro para mantê-la.
Mas mesmo assim vou deixar os adsenses aqui, nunca se sabe quando 50 dólares caem do céu no seu colo. E meus amigos: cuidado, vou encher muito o saco de vocês para clicar nos anúncios.
Sem muita esperança, lógico, sei que apenas meus amigos visitam isso daqui. Mas eventualmente um dia talvez se eu insistir muito com as pessoas ganharei 50 dólares do google. Sei que isso vai me ajudar na hora que o cheque deles chegar. Ou talvez o boteco vire um blog gigante e eu ganhe uma razoável quantia de dinheiro por ano com ele, nunca se sabe.
Não sou o tipo de cara que tem grandes objetivos, alias não ter objetivos claros de longo prazo é o principal motivo do meu pai brigar comigo. Em quanto minha irmã quer encher o rabo de dinheiro trabalhando o menos possível eu quero apenas um meio de me sustentar naquilo que eu gosto de fazer, ou seja aos olhos do meu pai eu sou a ovelha negra. Meio hipócrita da parte dele, falo isso por observação e como observo muito meu pai (quem diria, heim?). Mas fazer o que? Como vivo dizendo nesse blog não vou mudar pois me sinto feliz na minha situação e como a felicidade (pelo menos deveria) é a coisa que as pessoas procuram na vida então devo trabalhar duro para mantê-la.
Mas mesmo assim vou deixar os adsenses aqui, nunca se sabe quando 50 dólares caem do céu no seu colo. E meus amigos: cuidado, vou encher muito o saco de vocês para clicar nos anúncios.
domingo, 25 de janeiro de 2009
Deliciosamente férias
Férias, para pessoas como eu, é a época do ano com menos produtividade, mais tédio e menos vida social.
Espere ai! Mas são férias! - Disse o meu leitor distraído
Odeio férias, não faço nada, me divirto chafurdando num poço de sedentarismo, por causa disso não tenho vontade de atender aos pedidos dos meus amigos de sair por ai, procrastino tarefas, niglegencio o essencial e finjo que diversas coisas não existem. Tudo isso para ter o conforto de dormir as 4 da manhã aproveitando a madrugada para ver seriados, ouvir podcasts, ler mangás ou livros e ver pornografia.
Talvez devesse fazer algo construtivo, como fazer um treinamento cardiovascular (percebi no começo da segunda que não consigo mais subir para meu apartamento correndo pela escada) ou estudar alguma língua nova. Ou pelo menos esmirilhar minhas habilidades gamisticas já que até tenho preguiça de me comprometer com um jogo nos últimos dias.
Bem, provavelmente farei como fiz todos esses anos e esperarei minhas férias acabarem.
Espere ai! Mas são férias! - Disse o meu leitor distraído
Odeio férias, não faço nada, me divirto chafurdando num poço de sedentarismo, por causa disso não tenho vontade de atender aos pedidos dos meus amigos de sair por ai, procrastino tarefas, niglegencio o essencial e finjo que diversas coisas não existem. Tudo isso para ter o conforto de dormir as 4 da manhã aproveitando a madrugada para ver seriados, ouvir podcasts, ler mangás ou livros e ver pornografia.
Talvez devesse fazer algo construtivo, como fazer um treinamento cardiovascular (percebi no começo da segunda que não consigo mais subir para meu apartamento correndo pela escada) ou estudar alguma língua nova. Ou pelo menos esmirilhar minhas habilidades gamisticas já que até tenho preguiça de me comprometer com um jogo nos últimos dias.
Bem, provavelmente farei como fiz todos esses anos e esperarei minhas férias acabarem.
domingo, 18 de janeiro de 2009
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Receita para uma madrugada feliz
Desculpe caros leitores, esse post será demasiadamente longo e enfadonho.
Fazia um tempo que eu não sentia os deliciosos efeitos relaxantes do álcool, por causa disso resolvi inovar e inventar um drink a uns 30 minutos atrás. Vou dar a receita para que todos os interessados aproveitem essa maravilha.
Pegue uma caneca do Starbucks encha de gelo e vodka.
Viu, é simples e como na caneca do Starbucks deve caber uns 500 ml garanto que apenas 1 drink desse fará, caso você não tenha a resistência alcoolica de um marinheiro irlândes, entrar em coma alcoolico.
Acho que vou fazer desse post um tratamento metalinguístico de todas as sensações que passam por mim, ou talvez um desabafo de um cara que, ébrio, acha que tem razão. Talvez eu apenas fale besteira, ou não. Mas seja o que for que escreverei (eu ainda não sei) será algo que não me arrependerei, pois se tivesse bebido a ponto de me arrepender já teria acordado uma hora dessas.
Mas, voltando, do que falar?
Realmente não sei, fico feliz em saber que nada me atormenta a ponto d' eu precisa desabafar, infelizmente vivo feliz. E a felicidade é o estado em que o ser humano menos se desenvolve, infelizmente. Não tenho preucupações, nem arrependimentos e talvez por isso que eu seja assim. Talvez um dia seja menos eu e mais alguém correto, talvez não. Mas eu acho que não ligo.
Poderia falar de como odeio alguns defeitos da humanidade, mas acho que todas as pessoas já fazem isso muito bem então não precisam da minha ajuda.
Realmente é dificil tomar decisões bebâdo.
Pensei em reviewar outro jogo mas estou sem saco.
Poderia dar conselhos a vocês leitores, mas acho que nada de sábio sairia dos meus dedos.
Talvez ao invés de lhe dar conselhos eu lhe dê uma menssagem.
As pessoas não ligam para você, não se importam com o que você pensa, nem com o que você sente. Mas não se sinta triste por isso, gostar de alguém é algo muito mais amplo que se importar, mesmo que se importar faça parte disso. Se sinta livre, mesmo não sendo. Eu sei que várias pessoas esperam demais de você, mas mesmo assim não se sinta precionado, as pessoas que valhem a pena não se importariam com suas falhas. Não tenha pressa, ninguém vai cobrar resultados de sua vida, podem lhe cobrar resultados de suas tarefas, mas estas não são sua vida e se você acha que são é porque você não entendeu direito o que uma tarefa significa. Cresca mas não para mostrar aos outros mas para se superar, pois o único termomêtro da grandeza de seu seus feitos são eles mesmo. Você não deve nada à ninguem, a não ser que tenha pedido dinheiro alguém, você não precisa pedir perdão, você não precisa de aprovação nem de permissão. A não ser que você queira. Talvez você não se importe com o que leu, mas seu dia seria bem melhor se você só acreditasse nas frases que lhe fossem convenientes e descartasse o resto pois, no final, é só um texto que mais um bebâdo escreveu de madrugada, quando não tinha nada para fazer a não ser juntar coragem para ver se consegue ficar de pé.
Fazia um tempo que eu não sentia os deliciosos efeitos relaxantes do álcool, por causa disso resolvi inovar e inventar um drink a uns 30 minutos atrás. Vou dar a receita para que todos os interessados aproveitem essa maravilha.
Pegue uma caneca do Starbucks encha de gelo e vodka.
Viu, é simples e como na caneca do Starbucks deve caber uns 500 ml garanto que apenas 1 drink desse fará, caso você não tenha a resistência alcoolica de um marinheiro irlândes, entrar em coma alcoolico.
Acho que vou fazer desse post um tratamento metalinguístico de todas as sensações que passam por mim, ou talvez um desabafo de um cara que, ébrio, acha que tem razão. Talvez eu apenas fale besteira, ou não. Mas seja o que for que escreverei (eu ainda não sei) será algo que não me arrependerei, pois se tivesse bebido a ponto de me arrepender já teria acordado uma hora dessas.
Mas, voltando, do que falar?
Realmente não sei, fico feliz em saber que nada me atormenta a ponto d' eu precisa desabafar, infelizmente vivo feliz. E a felicidade é o estado em que o ser humano menos se desenvolve, infelizmente. Não tenho preucupações, nem arrependimentos e talvez por isso que eu seja assim. Talvez um dia seja menos eu e mais alguém correto, talvez não. Mas eu acho que não ligo.
Poderia falar de como odeio alguns defeitos da humanidade, mas acho que todas as pessoas já fazem isso muito bem então não precisam da minha ajuda.
Realmente é dificil tomar decisões bebâdo.
Pensei em reviewar outro jogo mas estou sem saco.
Poderia dar conselhos a vocês leitores, mas acho que nada de sábio sairia dos meus dedos.
Talvez ao invés de lhe dar conselhos eu lhe dê uma menssagem.
As pessoas não ligam para você, não se importam com o que você pensa, nem com o que você sente. Mas não se sinta triste por isso, gostar de alguém é algo muito mais amplo que se importar, mesmo que se importar faça parte disso. Se sinta livre, mesmo não sendo. Eu sei que várias pessoas esperam demais de você, mas mesmo assim não se sinta precionado, as pessoas que valhem a pena não se importariam com suas falhas. Não tenha pressa, ninguém vai cobrar resultados de sua vida, podem lhe cobrar resultados de suas tarefas, mas estas não são sua vida e se você acha que são é porque você não entendeu direito o que uma tarefa significa. Cresca mas não para mostrar aos outros mas para se superar, pois o único termomêtro da grandeza de seu seus feitos são eles mesmo. Você não deve nada à ninguem, a não ser que tenha pedido dinheiro alguém, você não precisa pedir perdão, você não precisa de aprovação nem de permissão. A não ser que você queira. Talvez você não se importe com o que leu, mas seu dia seria bem melhor se você só acreditasse nas frases que lhe fossem convenientes e descartasse o resto pois, no final, é só um texto que mais um bebâdo escreveu de madrugada, quando não tinha nada para fazer a não ser juntar coragem para ver se consegue ficar de pé.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Castlevania: Dracula X Chronicles chutando a bunda do Dracula até ele guinchar
Farei algo que não faço desde a primeira encarnação do boteco o review, mas ao contrário daquela época farei o review de um jogo de videogame. Bem vamos lá me deseje sorte.
Antes de mais nada espero que você saiba o que é castlevania, se não provavelmente você é apenas mais um adolescente desprezível que só por perder o cabaço mais cedo que os coleguinhas se acha mais fodão que a maioria ou apenas um desinformado (desculpem o desabafo (minha sétima série foi díficil)). Castlevania e uma game-série (se tem cine-série porque não com game?) que conta a história de uma família destinada a combater o conde Drácula que surge a cada 100 anos se não me engano. É mais ou menos assim Dracula surge com seu castelo, o caçador de vampiros entra la com seu chicote (WTF? não era estaca?) barbariza tudo dá um pé na bunda vampirica do senhor das trevas e vai se reproduzir para que 100 anos depois tenha outro caçador de vampiros para chutar a bunda do drácula.
Vamos ao jogo.
Castlevania: Dracula X Chronicles é uma releitura de um jogo da série nunca antes lançadas nas terras além mar do ocidente (como toda franquia descente de videogame castlevania nasceu no Japão (lar mundial de todos os nerds (chamados lá de otakus))). O jogo conta a história de Richter Belmont que no ano de 1700 e bolinha terá de lutar contra Drácula, que foi revivido por algum idiota que acha que adorando o demônio irá lhe consiguir uma guria ou algo do tipo. Nesse meio tempo Drácula quer sacanear nosso herói então sequestra a noiva dele e pretende desposá-la, porque se é pra sacanear o caçador de vampiros tem de sacanear de verdade esse negócio de só matar o filha da puta é muito blasè, tem de comer a noiva dele (que naquela época deveria ser virgem), transformá-la em vampiro (ela fica muito mais gostosa nessa forma) e faze-la tentar matar o cara.
Felizmente para o Richter isso só acontece se você nao fizer certas coisas no decorrer do jogo. Então Richter entra no castelo da criatura da noite (big mistake) e vai lá na cara e coragem chicotear o chupa-sangue dos infernos. No meio do caminho ele encontra algumas mulheres que serviriam de sacrifício para o lorde das trevas, que além de ser um vampiro é um filha da puta pedófilo. Pois um dos sacrificios é uma menina de 12 anos (onde já se viu história bolada por japonês sem lolicon...), que além de ser novinha tem um estranho poder de controlar animais mágicos (outro clichê lolicon...(não animais mágicos, mas sim poderes mágicos)). Nisso Richter vai lá no castelo, hora chicoteando a medusa, uma múmia e outros monstors que servem ao grande lorde (pedófilo e corneador) das trevas. E é ai que começa o gameplay.
E que gameplay, você hoje em dia estão acostumados com tudo facilzinho, meia hora treinando matando slime na primeira tela do jogo e seu camponês já virou um verdadeiro Aquiles justiceiro. Na minha época de videogame meu "bonequinho" pulava, atacava e morria. De vez em quando ele tinha um poder especial que tinha uma alto custo.
E é isso que ocorre em CDXC. O mesmo Richter que entra pela porta da frente da mansão do poderosos chupa-chupa é o mesmo Richer que sai dela carregando as mocinha indefesas que ele salvou do grande currador das trevas. Tenho de admitir gente, os pulos não tem a precisão de Mario, e a muito pouca variedade de ataques, mas o nível de desafio imposto pelo jogo compensa. E que desafio, não vou mentir o jogo é díficil, mesmo. Ele vai testar sua paciência e dedicação, não há itens para recarregar vida, há poucos continues e os chefes são absurdamentes difíceis na primeira vez que você os encara. Mas tudo isso é recompenssador a senssação que você tem ao derrotar o Grande Lorde (pedófilo, corneador e filha da puta) Drácula é demais.
Quanto aos gráficos vamos dizer que o passar dos anos só fez bem ao jogo ele aproveitou tudo que os polígonos puderam fazer por ele e praticamente tudo na tela e 3d realmente um resultado maravilhoso, não tenho o que reclamar nessa parte.
Quanto a duração do jogo só digo que ele tem toneladas de extras e segredos, você pode até desbloquear 2 outros jogos da série Castlevania. Estimo que para um nerd médio o jogo deva durar umas 7 horas no total se você quiser fazer 100% talvez umas 13~15, mais os outros jogos definitivamente vale a pena.
Castlevania: Dracula X Chronicles é uma ótima aquisição para seu pequeno PSP ele tem tudo o que você aspirante a caça-vampiros vai querer para experimentar o que realmente é foda num jogo de side-scroling. Minha nota final e 8,5/10.
Antes de mais nada espero que você saiba o que é castlevania, se não provavelmente você é apenas mais um adolescente desprezível que só por perder o cabaço mais cedo que os coleguinhas se acha mais fodão que a maioria ou apenas um desinformado (desculpem o desabafo (minha sétima série foi díficil)). Castlevania e uma game-série (se tem cine-série porque não com game?) que conta a história de uma família destinada a combater o conde Drácula que surge a cada 100 anos se não me engano. É mais ou menos assim Dracula surge com seu castelo, o caçador de vampiros entra la com seu chicote (WTF? não era estaca?) barbariza tudo dá um pé na bunda vampirica do senhor das trevas e vai se reproduzir para que 100 anos depois tenha outro caçador de vampiros para chutar a bunda do drácula.
Vamos ao jogo.
Castlevania: Dracula X Chronicles é uma releitura de um jogo da série nunca antes lançadas nas terras além mar do ocidente (como toda franquia descente de videogame castlevania nasceu no Japão (lar mundial de todos os nerds (chamados lá de otakus))). O jogo conta a história de Richter Belmont que no ano de 1700 e bolinha terá de lutar contra Drácula, que foi revivido por algum idiota que acha que adorando o demônio irá lhe consiguir uma guria ou algo do tipo. Nesse meio tempo Drácula quer sacanear nosso herói então sequestra a noiva dele e pretende desposá-la, porque se é pra sacanear o caçador de vampiros tem de sacanear de verdade esse negócio de só matar o filha da puta é muito blasè, tem de comer a noiva dele (que naquela época deveria ser virgem), transformá-la em vampiro (ela fica muito mais gostosa nessa forma) e faze-la tentar matar o cara.
Felizmente para o Richter isso só acontece se você nao fizer certas coisas no decorrer do jogo. Então Richter entra no castelo da criatura da noite (big mistake) e vai lá na cara e coragem chicotear o chupa-sangue dos infernos. No meio do caminho ele encontra algumas mulheres que serviriam de sacrifício para o lorde das trevas, que além de ser um vampiro é um filha da puta pedófilo. Pois um dos sacrificios é uma menina de 12 anos (onde já se viu história bolada por japonês sem lolicon...), que além de ser novinha tem um estranho poder de controlar animais mágicos (outro clichê lolicon...(não animais mágicos, mas sim poderes mágicos)). Nisso Richter vai lá no castelo, hora chicoteando a medusa, uma múmia e outros monstors que servem ao grande lorde (pedófilo e corneador) das trevas. E é ai que começa o gameplay.
E que gameplay, você hoje em dia estão acostumados com tudo facilzinho, meia hora treinando matando slime na primeira tela do jogo e seu camponês já virou um verdadeiro Aquiles justiceiro. Na minha época de videogame meu "bonequinho" pulava, atacava e morria. De vez em quando ele tinha um poder especial que tinha uma alto custo.
E é isso que ocorre em CDXC. O mesmo Richter que entra pela porta da frente da mansão do poderosos chupa-chupa é o mesmo Richer que sai dela carregando as mocinha indefesas que ele salvou do grande currador das trevas. Tenho de admitir gente, os pulos não tem a precisão de Mario, e a muito pouca variedade de ataques, mas o nível de desafio imposto pelo jogo compensa. E que desafio, não vou mentir o jogo é díficil, mesmo. Ele vai testar sua paciência e dedicação, não há itens para recarregar vida, há poucos continues e os chefes são absurdamentes difíceis na primeira vez que você os encara. Mas tudo isso é recompenssador a senssação que você tem ao derrotar o Grande Lorde (pedófilo, corneador e filha da puta) Drácula é demais.
Quanto aos gráficos vamos dizer que o passar dos anos só fez bem ao jogo ele aproveitou tudo que os polígonos puderam fazer por ele e praticamente tudo na tela e 3d realmente um resultado maravilhoso, não tenho o que reclamar nessa parte.
Quanto a duração do jogo só digo que ele tem toneladas de extras e segredos, você pode até desbloquear 2 outros jogos da série Castlevania. Estimo que para um nerd médio o jogo deva durar umas 7 horas no total se você quiser fazer 100% talvez umas 13~15, mais os outros jogos definitivamente vale a pena.
Castlevania: Dracula X Chronicles é uma ótima aquisição para seu pequeno PSP ele tem tudo o que você aspirante a caça-vampiros vai querer para experimentar o que realmente é foda num jogo de side-scroling. Minha nota final e 8,5/10.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Resoluções de ano novo
Todo começo de ano é assim, as pessoas prometem a si mesmas que corrigirão o que é, segundo elas mesmas, falho em sua vida. Mais empenho, estudo, dinheiro, amores e sumiço de desafetos tudo isso é autoprometido (olha já estou usando as novas regras gramaticais) durante a passagem de ano, mais um dos pequenos rituais (muitas vezes hipócritas) que temos para, sei lá, um pouco de tudo. Nos dar esperança, manter as aparências ou simplesmente por hábito de osmose. Talvez (por mais que meu protohumor cínico possa dizer ao contrário) esse seja um dos poucos rituias osmóticos que eu aprecie, pensar em você mesmo, na consequência de suas ações, suas próprias deficiências é um jeito de crescer melhor, mas meu jovem padawan o ser humano é um animal de muitas palavras e vontades e pouca atitude e muitas vezes essa esposição que a pessoa tem de seus próprios defeitos fica apenas na sua imaginação. Mas aon contrário do meu humor o meu espírito (ou conciência se você for ateu) tem fé (ou acredita se você for ateu) de que isso basta, para começar.
Bem mas depois desse interessante parágrafo sobre absolutamente porra nenhuma o que eu tenho para falar das minhas resoluções de ano novo?
O de sempre, devo ser um dos maiores potenciais humanos desperdiçados que eu conheço, convarde, indolente, insolente, chucro e ignorante e não farei nada para mudar isso pois de uma forma patética e risível sou feliz e acho que isso deve valer alguma coisa, eu acho.
Bem mas depois desse interessante parágrafo sobre absolutamente porra nenhuma o que eu tenho para falar das minhas resoluções de ano novo?
O de sempre, devo ser um dos maiores potenciais humanos desperdiçados que eu conheço, convarde, indolente, insolente, chucro e ignorante e não farei nada para mudar isso pois de uma forma patética e risível sou feliz e acho que isso deve valer alguma coisa, eu acho.
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
2008, o que eu achei, o que eu vi e o que eu deveria ter feito
Foi um ano razoável, nada saiu muito daquilo que eu esperava, alias foi até melhor em certas partes. Não fiquei tão viciado em videogame quanto achei que ficaria, mas continuei patéticamente prostrado na minha própria impôtencia e não consegui sair do chão como havia planejado.
Vi muita coisa legal e outras nem tanto, deixei de ver algumas coisas que queria mas no geral não me decepcionei, não espero ver mais ano que vem, mas quero muito que as coisas que eu veja continuem iguais e não diminuam.
Deveria ter amado mais, estudado mais e visto o sol se por, mas vou parar de falar antes que eu seja processado pelos Titãs. Continuei preso às minhas limitações, lutantdo inutilmente contra minha própria comodidade para ver se me torno uma pessoa melhor. Pena que perdi vergonhosamente, sou fraco e acomodado e vivo bem com isso. How pathetic! Espero mudar, mas não tenho esperança. Veremos ou não.
Bem, agora é de verdade até ano que vem ou até a madrugada se eu não conseguir dormir.
Vi muita coisa legal e outras nem tanto, deixei de ver algumas coisas que queria mas no geral não me decepcionei, não espero ver mais ano que vem, mas quero muito que as coisas que eu veja continuem iguais e não diminuam.
Deveria ter amado mais, estudado mais e visto o sol se por, mas vou parar de falar antes que eu seja processado pelos Titãs. Continuei preso às minhas limitações, lutantdo inutilmente contra minha própria comodidade para ver se me torno uma pessoa melhor. Pena que perdi vergonhosamente, sou fraco e acomodado e vivo bem com isso. How pathetic! Espero mudar, mas não tenho esperança. Veremos ou não.
Bem, agora é de verdade até ano que vem ou até a madrugada se eu não conseguir dormir.
Olá a todos, eu não morri
Só havia me esquecido do boteco, sério.
Odeio férias, inversão de horários, uma falta geral e indiscriminada de responsabilidade que envenena continuamente a regulariada em que eu faço meus afazeres e por último mas não menos importante as festas de final de ano. Odeio elas, mas falo sobre isso ano que vem, agora já passou a data.
Mas venho por meio dessa, caro desocupado leitor, dizer que fiz as pases com o mercado municipal. Antes eu o estava evitando pois este virou "modinha" e ganhou ares de botique. Fui lá a uns dias atrás para comprar coisas para a ceia de natal e feliz surpresa descobri que ele voltou as origens! O clima que ele havia perdido retornou e eu adorei isso! Não sei como explicar mas o mercadão é o único lugar feira-like que eu adoro visitar. Talvez seja por ter um pastel melhor (se isso for possível), seja por eu poder comprar vagens de baunilha seca por preço palantáveis, ou talvez até carne de jacaré ou ovos de avestruz ou até mesmo sair provando quilos de deliciosas castanhas, sei lá adoro o clima de lá ^_^. Voltarei lá, talvez meu gosto por cozinhar volte.
Em outro capitulo da minha vida descobri que preciso trabalhar em alguns problemas pessoais, nada de mais só vou precisar me esforçar. Odeio me esforçar.
Então é só adeus e até ano que vem caro desocupado, espero que sua ronda diária de vasculhação internética tenha dado frutos, a minha sempre dá. Boa noite!
Odeio férias, inversão de horários, uma falta geral e indiscriminada de responsabilidade que envenena continuamente a regulariada em que eu faço meus afazeres e por último mas não menos importante as festas de final de ano. Odeio elas, mas falo sobre isso ano que vem, agora já passou a data.
Mas venho por meio dessa, caro desocupado leitor, dizer que fiz as pases com o mercado municipal. Antes eu o estava evitando pois este virou "modinha" e ganhou ares de botique. Fui lá a uns dias atrás para comprar coisas para a ceia de natal e feliz surpresa descobri que ele voltou as origens! O clima que ele havia perdido retornou e eu adorei isso! Não sei como explicar mas o mercadão é o único lugar feira-like que eu adoro visitar. Talvez seja por ter um pastel melhor (se isso for possível), seja por eu poder comprar vagens de baunilha seca por preço palantáveis, ou talvez até carne de jacaré ou ovos de avestruz ou até mesmo sair provando quilos de deliciosas castanhas, sei lá adoro o clima de lá ^_^. Voltarei lá, talvez meu gosto por cozinhar volte.
Em outro capitulo da minha vida descobri que preciso trabalhar em alguns problemas pessoais, nada de mais só vou precisar me esforçar. Odeio me esforçar.
Então é só adeus e até ano que vem caro desocupado, espero que sua ronda diária de vasculhação internética tenha dado frutos, a minha sempre dá. Boa noite!
terça-feira, 25 de novembro de 2008
terça-feira, 18 de novembro de 2008
O não começar ainda
Como é difícil começar, não tenho nenhum problema em continuar e sei a hora de parar, até termino, as vezes, quando tenho sorte. O único problema mesmo é o começar. Como hoje já fazem duas horas que eu tento estudar.
sábado, 15 de novembro de 2008
Começou denovo
A alguns dias atrás a sony liberou a PSN para o Brasil. O que isso significa?
Bem agora da para se cadastrar para a jogatina online com os dados daqui, e isso é ótimo, já que a sony podera monitorar os números para o Brasil. A parte ruim é que terei de jogar todos os meus jogos denovo (que chato[ironia]).
Bem agora da para se cadastrar para a jogatina online com os dados daqui, e isso é ótimo, já que a sony podera monitorar os números para o Brasil. A parte ruim é que terei de jogar todos os meus jogos denovo (que chato[ironia]).
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Preso na fnac
EDIT: Esqcreviu o titulo num ipod touch, porque estava na fnac da paulista preso por causa da chuva.
domingo, 9 de novembro de 2008
sábado, 25 de outubro de 2008
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Maldita vida noturna
Odeio meu metabolismo, ele age como se 2 da manhã fosse 4 horas da tarde. É uma merda que tentar brigar com seu travesseiro para dormir logo é quase como um epic fail instantâneo...
Bem, pelo menos tenho mais tempo de postar aqui.
Bem, pelo menos tenho mais tempo de postar aqui.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Livin' la vida normal
Meus dias, não são monótonos, são até corridos, engraçados, cheios de negligências pequenas ou mesmo grandes e até, quem diria, um pouco de emoção.
Acordo, vou ao banheiro no meu check-up matinal através do espelho, sinto-me como um rei e vou para a faculdade. Corro para não perder o ônibus e tenho uns 70 minutos de sono, música ou leitura. Chego e assisto coxamente as 2 aulas que tenho no dia, passo o resto do dia na sala de estudos. As vezes jogando videogame, lendo, vendo filmes, conversando ou até mesmo estudando queando as provas se aproximam feitos grandes predadores da savana africana prontos para degustar o suculento antilope (eu) que foge desesperadamente do inevitavel. Volto para casa e alterno entre computador, videogame e até mesmo um livro (que as vezes é de física). Aos finais de semana faço as tarefas encavaladas, quando posso saio, mas é raro.
Repita isso 50 vezes e meu ano e completo.
Acordo, vou ao banheiro no meu check-up matinal através do espelho, sinto-me como um rei e vou para a faculdade. Corro para não perder o ônibus e tenho uns 70 minutos de sono, música ou leitura. Chego e assisto coxamente as 2 aulas que tenho no dia, passo o resto do dia na sala de estudos. As vezes jogando videogame, lendo, vendo filmes, conversando ou até mesmo estudando queando as provas se aproximam feitos grandes predadores da savana africana prontos para degustar o suculento antilope (eu) que foge desesperadamente do inevitavel. Volto para casa e alterno entre computador, videogame e até mesmo um livro (que as vezes é de física). Aos finais de semana faço as tarefas encavaladas, quando posso saio, mas é raro.
Repita isso 50 vezes e meu ano e completo.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Maldita inspiração
Não, dessa vez não foi insônia... Dessa vez eu levantei no meio da noite com uma incontrolável vontade de estudar, vai entender...
Desejo-me sorte.
Bônus:
Sabem, estou acostumando-me a esses horários malucos... Mesmo assim continuo achando que preciso de um tempinho fora para centrar várias coisas.
Desejo-me sorte.
Bônus:
Sabem, estou acostumando-me a esses horários malucos... Mesmo assim continuo achando que preciso de um tempinho fora para centrar várias coisas.
sábado, 11 de outubro de 2008
Novelas são ruins
Me sinte um peixe fora da água, minha família inteira assiste compulsivamente novelas.
Eu não.
Interpretações ruins, roteiro fraco, história desconexa e fragmentada.
Que saldade de "Que Rei Sou Eu?" que saudade da epóca em que a família se reunia para ler um livro.
Eu não.
Interpretações ruins, roteiro fraco, história desconexa e fragmentada.
Que saldade de "Que Rei Sou Eu?" que saudade da epóca em que a família se reunia para ler um livro.
sábado, 4 de outubro de 2008
Tempo parado
Mal ai leitores, deixei meu botequim às moscas, mas vamo-nos!
Durante o tempo em que fiquei fora pensei em abrir um twiter. E Quiça um site legal. Mas vou continuar com a velha e boa bodega.
Apenas mais um comentário: Droga acho que voltou...
Durante o tempo em que fiquei fora pensei em abrir um twiter. E Quiça um site legal. Mas vou continuar com a velha e boa bodega.
Apenas mais um comentário: Droga acho que voltou...
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Minha casa
Definitivamente odeio ficar em casa o pc e o playstation são opções tão melhores as minhas listas de exercicios e outras tarefas...
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Filme cabeça de cu é rola
Um dos tipos de pessoas que eu mais odeio, depois das próprias pessoas são aquelas que tem uma visão de mundo tão estreita que faz com que a luz que elas vejam fique toda difratada. Esse tipo de pessoa as vezes consegue fazer com que sua opinião chegue a muitos ouvidos, eis um exemplo (Cortesia da Folha de São Paulo):
"Adultos em pijamas (JOÃO PEREIRA COUTINHO)
Se a fantasia já é difícil de engolir como fantasia, imaginem apresentá-la como "documental"
NADA TENHO contra vigilantes. Contra? Minha adolescência cinéfila não foi só Bergman, não foi só Bresson, não foi só Renoir. Nos intervalos, escondido de meus amigos intelectuais, eu gostava de assistir a Clint Eastwood limpando as ruas de San Francisco. "Do you feel lucky, punk?" converteu-se para mim em mantra espiritual, tão emblemático como o "Play it again, Sam" que Ingrid Bergman (nunca) disse em "Casablanca".
Para não falar de prazeres menores, ou maiores, como Charles Bronson em "Desejo de Matar". Que será feito de Bronson? Divago. Recordo apenas uma seqüência de um dos filmes da série: Bronson, caminhando lentamente nas ruas do bairro, com câmera fotográfica sobre o ombro e tomando sorvete em pose turística. Subitamente, o bandido entra em cena, pega a câmera de Bronson e foge como um galgo de competição.
Bronson não corre atrás. Com a mesma displicência com que tomava o sorvete, joga-o fora, saca da arma (a inevitável Magnum 44), aponta sem pressa e atira no bandido, como quem atira em um animal. O bandido tomba. Bronson recupera a câmera (mas não o sorvete). Só quem nunca teve uma câmera roubada em plena rua é que não entende o prazer de assistir a essa cena.
Nada tenho contra vigilantes, repito. Mas também acrescento que os vigilantes têm de cumprir dois requisitos básicos.
Em primeiro lugar, só podem existir na tela, não na vida real. Na vida real, continuo a preferir o Estado de Direito, em que existem leis, polícia e tribunais, e não loucos ou beneméritos que gostam de fazer justiça com as próprias mãos.
Mas mesmo os vigilantes das telas têm de cumprir um segundo requisito: não podem usar collants, máscaras, pinturas ou capas supostamente voadoras. Dizem-me que Batman, ou Super-Homem, é uma metáfora profunda sobre a nossa condição solitária e urbana; heróis derradeiros da pós-modernidade. Não comento. Exceto para dizer que morro de rir quando vejo um ator, supostamente adulto e racional, enfiado num pijama colorido e disposto a salvar a humanidade das mãos maléficas de um vilão tão ridículo e tão colorido quanto ele.
Sem falar dos fãs: homens feitos, alguns casados, que continuam a acreditar que um super-herói em pleno vôo compensa todas as ereções falhadas.
E foi assim que assisti ao último Batman, "O Cavaleiro das Trevas", dirigido por Christopher Nolan. Não vale a pena apresentar o filme: durante meses e meses e meses, uma máquina publicitária que não pára tentou convencer o mundo de que "O Cavaleiro das Trevas" era o melhor da série e, juro que ouvi, um dos maiores filmes de toda a história do cinema. De acordo com os promotores, Nolan trocara a fantasia sombria de Tim Burton e o espetáculo adocicado de Joel Schumacher por um realismo digno de Michael Mann: desde "Fogo contra Fogo" ninguém filmava assim uma cidade, cruamente e no osso.
E os atores? Os atores seriam exemplos de um realismo ainda mais brutal, com destaque para o Coringa, papel que pode valer a Heath Ledger o Oscar póstumo. Alguns, mais ousados, ainda acrescentam que Ledger morreu de overdose precisamente por causa das exigências do papel.
Não tenciono polemizar com a sabedoria dos críticos, mas suspeito de que Heath Ledger morreu de overdose porque, depois de assistir ao resultado, não agüentou a vergonha. E quem o pode censurar?
Eu não, rapazes. E confesso que entrei na sala com boa vontade: "O Cavaleiro das Trevas" apresenta o herói (Batman) em luta final contra o mestre da anarquia (Coringa), um lunático que não deseja dinheiro nem poder como os vilões tradicionais, mas sim pura destruição. Na cabeça dos criadores, essa oposição simplória entre civilização/caos seria uma metáfora sobre o mundo pós-11 de Setembro: um mundo em que o terrorismo niilista não deseja um objetivo político preciso, mas simplesmente mergulhar o Ocidente num clima de paranóia destrutivo e autodestrutivo.
Infelizmente para os criadores, a narrativa não é apenas infantil em sua pretensão política e filosófica; é incongruente quando Batman ou Coringa entram no enquadramento. Razão simples: se a fantasia já é difícil de engolir como fantasia, imaginem apresentá-la em tom "realista" e até "documental".
Confrontado com Batman e Coringa, nenhum adulto equilibrado vê um super-herói e um super- vilão. Vê, simplesmente, dois dementes em pijamas que fugiram do asilo da cidade."
Se você teve saco de ler tudo, me desculpe, é realmente foda chegar ao fim de um texto onde um homem pega um senso de diversão (o dele) e o usa para medir todo o resto do mundo (provavelmente você esta acostumado a ver esse tipo de comportamento quando o assunto é política, times de futebol, religião ou hábitos alimentares), realmente não pretendo entrar na discussão se o filme é bom ou não é (quem já viu que tire suas próprias conclusões). Apenas vou usar o texto desse cara para expressar meu desapego a considerar pessoas pessoas que acham que usam como unidade primordial de medida para o mundo o tamanho do próprio pau. Pensei em ridicularizar os argumentos dele mas acho mais divertido atacar toda uma gama de subproduto humano que apenas uma opinião (mas vou usar exemplos do texto para ilustrar melhor o ignorância do gênero).
Um dos jeitos de você cagar uma opinião é enaltecendo quem você é, falar que já viu, ouviu, leu ou estudou mais, funciona quando as pessoas se impressionam com o conhecimento ou quando a pessoa simplesmente é mais ignorante, falar que você é culto ou estudado é uma forma de mostrar que sua opinião tem algum valor e geralmente ficamos impressionados quando alguém mais fodão fala, como se o estudo e a cultura fossem uma cura mágica para a idiotice (infelizmente não é).
Outro padrão nessa forma de, por que não dizer, manipular opiniões é começar afirmando que há apenas um jeito, o certo, ignorando que podem haver outras interpretações ou simplesmente que pessoas diferentes vêem as coisas de formas diferentes. Dizer que só há um jeito, só há um caminho ou que não pode haver super-heróis simplesmente porque a roupa que eles usam é ridícula é uma forma de forçar as pessoas a aceitar o "certo" (que no caso seria a próxima frase), isso em geral vem acompanhado da ridicularização, falar simplesmente mal do burguesses pelogos do Serra ou dos senhores de 40 anos que compensam a falta de apetite sexual com HQ's é um bom exemplo disso, eu prefiro chamar claramente de idiota, como nosso bom amigo John John.
Em geral textos assim são apenas uma sequência de ridizularizações pontuasdas por argumentos tendenciosos (no minímo, em geral eles são falsos mesmo), mas como tudo na vida sempre há a cereja do bolo.
Nesse caso é a grandiosa conclusão do pensamento, texto, ensaio ou post no blog. Em geral o autor faz um resumo de tudo o que disse anteriormente pontuado por uma comparação exdrúxula mais ou menos como o final de uma esquete do Monty Python ou compara o texto com a dura realidade (algum fato de certa importância (ou nenhuma (como a instalação de cameras de segurança))), depois desse resumo o autor tenta se enaltecer denovo, seja dizendo suas qualidades seja falando que ele se deu o trabalho de ouvir a opinião contrária e tentar entende-la mas viu que era impossível (talvez ele não tenha conseguido porque sua cabeça estava enfiada muito fundo no próprio traseiro). Geralmente ele termina dizendo que ele estava certo e que realmente aquilo era uma bobagem, que ele não deveria ter perdido o tempo e instigando as pessoas a pensar como ele (seja maldizendo filmes de fantasia ou instigando o vandalismo).
Ou seja tudo bullshit!
"Adultos em pijamas (JOÃO PEREIRA COUTINHO)
Se a fantasia já é difícil de engolir como fantasia, imaginem apresentá-la como "documental"
NADA TENHO contra vigilantes. Contra? Minha adolescência cinéfila não foi só Bergman, não foi só Bresson, não foi só Renoir. Nos intervalos, escondido de meus amigos intelectuais, eu gostava de assistir a Clint Eastwood limpando as ruas de San Francisco. "Do you feel lucky, punk?" converteu-se para mim em mantra espiritual, tão emblemático como o "Play it again, Sam" que Ingrid Bergman (nunca) disse em "Casablanca".
Para não falar de prazeres menores, ou maiores, como Charles Bronson em "Desejo de Matar". Que será feito de Bronson? Divago. Recordo apenas uma seqüência de um dos filmes da série: Bronson, caminhando lentamente nas ruas do bairro, com câmera fotográfica sobre o ombro e tomando sorvete em pose turística. Subitamente, o bandido entra em cena, pega a câmera de Bronson e foge como um galgo de competição.
Bronson não corre atrás. Com a mesma displicência com que tomava o sorvete, joga-o fora, saca da arma (a inevitável Magnum 44), aponta sem pressa e atira no bandido, como quem atira em um animal. O bandido tomba. Bronson recupera a câmera (mas não o sorvete). Só quem nunca teve uma câmera roubada em plena rua é que não entende o prazer de assistir a essa cena.
Nada tenho contra vigilantes, repito. Mas também acrescento que os vigilantes têm de cumprir dois requisitos básicos.
Em primeiro lugar, só podem existir na tela, não na vida real. Na vida real, continuo a preferir o Estado de Direito, em que existem leis, polícia e tribunais, e não loucos ou beneméritos que gostam de fazer justiça com as próprias mãos.
Mas mesmo os vigilantes das telas têm de cumprir um segundo requisito: não podem usar collants, máscaras, pinturas ou capas supostamente voadoras. Dizem-me que Batman, ou Super-Homem, é uma metáfora profunda sobre a nossa condição solitária e urbana; heróis derradeiros da pós-modernidade. Não comento. Exceto para dizer que morro de rir quando vejo um ator, supostamente adulto e racional, enfiado num pijama colorido e disposto a salvar a humanidade das mãos maléficas de um vilão tão ridículo e tão colorido quanto ele.
Sem falar dos fãs: homens feitos, alguns casados, que continuam a acreditar que um super-herói em pleno vôo compensa todas as ereções falhadas.
E foi assim que assisti ao último Batman, "O Cavaleiro das Trevas", dirigido por Christopher Nolan. Não vale a pena apresentar o filme: durante meses e meses e meses, uma máquina publicitária que não pára tentou convencer o mundo de que "O Cavaleiro das Trevas" era o melhor da série e, juro que ouvi, um dos maiores filmes de toda a história do cinema. De acordo com os promotores, Nolan trocara a fantasia sombria de Tim Burton e o espetáculo adocicado de Joel Schumacher por um realismo digno de Michael Mann: desde "Fogo contra Fogo" ninguém filmava assim uma cidade, cruamente e no osso.
E os atores? Os atores seriam exemplos de um realismo ainda mais brutal, com destaque para o Coringa, papel que pode valer a Heath Ledger o Oscar póstumo. Alguns, mais ousados, ainda acrescentam que Ledger morreu de overdose precisamente por causa das exigências do papel.
Não tenciono polemizar com a sabedoria dos críticos, mas suspeito de que Heath Ledger morreu de overdose porque, depois de assistir ao resultado, não agüentou a vergonha. E quem o pode censurar?
Eu não, rapazes. E confesso que entrei na sala com boa vontade: "O Cavaleiro das Trevas" apresenta o herói (Batman) em luta final contra o mestre da anarquia (Coringa), um lunático que não deseja dinheiro nem poder como os vilões tradicionais, mas sim pura destruição. Na cabeça dos criadores, essa oposição simplória entre civilização/caos seria uma metáfora sobre o mundo pós-11 de Setembro: um mundo em que o terrorismo niilista não deseja um objetivo político preciso, mas simplesmente mergulhar o Ocidente num clima de paranóia destrutivo e autodestrutivo.
Infelizmente para os criadores, a narrativa não é apenas infantil em sua pretensão política e filosófica; é incongruente quando Batman ou Coringa entram no enquadramento. Razão simples: se a fantasia já é difícil de engolir como fantasia, imaginem apresentá-la em tom "realista" e até "documental".
Confrontado com Batman e Coringa, nenhum adulto equilibrado vê um super-herói e um super- vilão. Vê, simplesmente, dois dementes em pijamas que fugiram do asilo da cidade."
Se você teve saco de ler tudo, me desculpe, é realmente foda chegar ao fim de um texto onde um homem pega um senso de diversão (o dele) e o usa para medir todo o resto do mundo (provavelmente você esta acostumado a ver esse tipo de comportamento quando o assunto é política, times de futebol, religião ou hábitos alimentares), realmente não pretendo entrar na discussão se o filme é bom ou não é (quem já viu que tire suas próprias conclusões). Apenas vou usar o texto desse cara para expressar meu desapego a considerar pessoas pessoas que acham que usam como unidade primordial de medida para o mundo o tamanho do próprio pau. Pensei em ridicularizar os argumentos dele mas acho mais divertido atacar toda uma gama de subproduto humano que apenas uma opinião (mas vou usar exemplos do texto para ilustrar melhor o ignorância do gênero).
Um dos jeitos de você cagar uma opinião é enaltecendo quem você é, falar que já viu, ouviu, leu ou estudou mais, funciona quando as pessoas se impressionam com o conhecimento ou quando a pessoa simplesmente é mais ignorante, falar que você é culto ou estudado é uma forma de mostrar que sua opinião tem algum valor e geralmente ficamos impressionados quando alguém mais fodão fala, como se o estudo e a cultura fossem uma cura mágica para a idiotice (infelizmente não é).
Outro padrão nessa forma de, por que não dizer, manipular opiniões é começar afirmando que há apenas um jeito, o certo, ignorando que podem haver outras interpretações ou simplesmente que pessoas diferentes vêem as coisas de formas diferentes. Dizer que só há um jeito, só há um caminho ou que não pode haver super-heróis simplesmente porque a roupa que eles usam é ridícula é uma forma de forçar as pessoas a aceitar o "certo" (que no caso seria a próxima frase), isso em geral vem acompanhado da ridicularização, falar simplesmente mal do burguesses pelogos do Serra ou dos senhores de 40 anos que compensam a falta de apetite sexual com HQ's é um bom exemplo disso, eu prefiro chamar claramente de idiota, como nosso bom amigo John John.
Em geral textos assim são apenas uma sequência de ridizularizações pontuasdas por argumentos tendenciosos (no minímo, em geral eles são falsos mesmo), mas como tudo na vida sempre há a cereja do bolo.
Nesse caso é a grandiosa conclusão do pensamento, texto, ensaio ou post no blog. Em geral o autor faz um resumo de tudo o que disse anteriormente pontuado por uma comparação exdrúxula mais ou menos como o final de uma esquete do Monty Python ou compara o texto com a dura realidade (algum fato de certa importância (ou nenhuma (como a instalação de cameras de segurança))), depois desse resumo o autor tenta se enaltecer denovo, seja dizendo suas qualidades seja falando que ele se deu o trabalho de ouvir a opinião contrária e tentar entende-la mas viu que era impossível (talvez ele não tenha conseguido porque sua cabeça estava enfiada muito fundo no próprio traseiro). Geralmente ele termina dizendo que ele estava certo e que realmente aquilo era uma bobagem, que ele não deveria ter perdido o tempo e instigando as pessoas a pensar como ele (seja maldizendo filmes de fantasia ou instigando o vandalismo).
Ou seja tudo bullshit!
domingo, 7 de setembro de 2008
Uma semana de quase férias
7 de setembro!
Sabem o que significa? Férias, ou quase isso. Tenho uma semana de folga. Minha querida universidade libera a boiada das aulas na feliz semana do Brasil, caguei.
Tenho uma semana liberado, posso fazer minhas listas de física matemática, mecânica, relatório de laboratório e estudar física III que não tem lista.
Finalmente uma semana livre.
Sabem o que significa? Férias, ou quase isso. Tenho uma semana de folga. Minha querida universidade libera a boiada das aulas na feliz semana do Brasil, caguei.
Tenho uma semana liberado, posso fazer minhas listas de física matemática, mecânica, relatório de laboratório e estudar física III que não tem lista.
Finalmente uma semana livre.
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
De volta do ostracismo
É gente, faz 15 dias que não dou as caras por aqui.
Na real, não aconteceu nada muito excitante nessas 2 semanas. Bem, talvez eu tenha ido bem numa prova.
Volto quando tiver idéias realmente boas pra escrever aqui.
Na real, não aconteceu nada muito excitante nessas 2 semanas. Bem, talvez eu tenha ido bem numa prova.
Volto quando tiver idéias realmente boas pra escrever aqui.
domingo, 17 de agosto de 2008
Insônia
É o de sempre, não consigo dormir, sabem, isso já esta virando rotina, vou me mudar para o curso noturno e dormir de dia. ¬¬
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Cloud computing, tenho medo
Na verdade não tenho tanto medo assim, a idéia é genial, utilizar todos os programas que você usa em seu dia-a-dia (bem, se você é estudante de física, não vai encontrar os programas do dia-a-dia nesse ambiente (e alias, o dia que tiver o maple, o gnuplot e um editor de texto foda vai ser legal)) ficam num servidor virtual e você acessa esses programas através da web 2.0 (http://en.wikipedia.org/wiki/Cloud_computing(sorry, sem verbete em português)) rápido (você não precisara mais atualizar seu computador), prático (basta um cadastro (e com certeza uma taxa mensal) que você pode usufruir do programa completo) e o melhor de tudo todos os seus documentos poderão ser acessados em qualquer lugar do mundo (perceba a ironia), como disse a idéia é até boa, sério (até, por incrivel que pareça, a terceira (quem já perdeu os dados num pen drive sabe do que falo)). O foda é que isso já é dado como o futuro da computação, especialistas em TI afirmam que o novo boom da internet será em CC (sigla que dispensa explicaçoes) e tudo mais. Não acho primeiro esse ambiente será um mar de programas mediocres com preços de programas sérios e que os freewares da vida nesse ambiente fiquem muito limitados (mais que hoje até), fora que cobrar mensalidade é um absurdo muitos programas "virtuais" serão (a longo prazo) muito mais caros que suas cópias "reais", isso em absoluto seŕ um problema para aquela menina que faz retoques em suas fotos, mas para um fotografo amador será um golpe gigantesco em seu bolso. Não vou gastar linhas aqui falando em segurança, a situação atual da segurança na internet já é alto explicativa.
Minha principal neura com o CC é como ele overrated, sabem esse tipo de programa deveria ser apenas uma evoluçao do que existe hoje, algo rápido que você usa apenas em situaçoes emergenciais para quebrar aquele galho, é obvio se você tivesse o programa licenciado você teria acesso à mais opçoes nesse programa "virtual", realmente acho que isso não é uma direção sábia a se tomar na web 2.0, não conheço outras aplicações de mesmo nivel para ela (sorry pela ignorancia), acho apenas que essa idéia e daquelas que tem grande potencial de dar merda.
Outra coisa não sei se li certo mas o pessoal pensa ate em SO por CC. Disso eu realmente tenho medo.
Mas um lado bom seria acessar toda uma miriade de programas bons e até jogos por um navegador wi-fi que seria apenas uma prancheta de 13 polegadas.
Minha principal neura com o CC é como ele overrated, sabem esse tipo de programa deveria ser apenas uma evoluçao do que existe hoje, algo rápido que você usa apenas em situaçoes emergenciais para quebrar aquele galho, é obvio se você tivesse o programa licenciado você teria acesso à mais opçoes nesse programa "virtual", realmente acho que isso não é uma direção sábia a se tomar na web 2.0, não conheço outras aplicações de mesmo nivel para ela (sorry pela ignorancia), acho apenas que essa idéia e daquelas que tem grande potencial de dar merda.
Outra coisa não sei se li certo mas o pessoal pensa ate em SO por CC. Disso eu realmente tenho medo.
Mas um lado bom seria acessar toda uma miriade de programas bons e até jogos por um navegador wi-fi que seria apenas uma prancheta de 13 polegadas.
sábado, 9 de agosto de 2008
Olimpíadas
Elas começaram.
Não vejo muita graça nos caras que estão lá para ganhar um patrocínio maior ou nos "exemplos olimpícos", mas gosto dos esportes toscos.
Não vejo muita graça nos caras que estão lá para ganhar um patrocínio maior ou nos "exemplos olimpícos", mas gosto dos esportes toscos.
terça-feira, 5 de agosto de 2008
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Aceitando as coisas
É realmente difícil saber quando você finalmente chegou no período de aceitação de alguma coisa, não sei o termo técnico (talvez seja aceitação mesmo (psicólogos, corrijam-me)), mas é inevitável uma hora ou outra você deve se deparar com a dura realidade. Minhas férias acabaram, posto isso faltando apenas 5 horas e 15 minutos para que eu acorde para ir à faculdade (é, denovo, insônia (malditos sejam meus pensamentos!!!)). Não é só isso minha era de moleza eterna precisa acabar mesmo, tenho de admitir meu comportamento atual beira o ridículo não estudo sou displicente e desleixado. Saudade de quando eu era completamente (platônicamente) apaixonado por uma amiga (melhor amiga (advinhem, loira, linda e gostosa (por falta de adjetivo equivalente começado com "l")), lógico não poderia deixar de ser) eu estudava relativamente bem para impressioná-la (vã tentativa devo dizer, talvez eu tenha conseguido sanar algumas dúvidas dela), malhava para ver se impressionava-a de outra maneira (claro que não, óbvio), tudo dava errado lógico, mas eu me esforçava para ser uma pessoa melhor, desde que eu não a vi mais (lógico, haveria outro epilogo para uma história dessas?) e que eu tive certeza que não nutria mais nada por ela (ainda passei 2 anos magoado (porra me apaixonei mesmo (devo ter até perdido um crédito paixão para o resto da minha vida)!)) venho me tornando um cara cada vez pior, não estudo mais, engordei me tornei acomodado e bonachão, preciso mudar.
Talvez isso decorra de um novo rabo de saia (ou até o antigo (espero que não, provavelmente só atrapalharia a vida dela, como fiz da outra vez)) ou talvez eu tenha de tomar vergonha espontâneamente já que fazer sucesso com rabos de saia não faz parte da minha lista de habilidades, gastei todos os pontos da minha ficha com sarcasmo e piadas ruins de RPG (rolling play game para os não intímos).
Só sei que preciso dormir amanhã vai ser um dia cheio e, talvez (assim espero), o primeiro do resto da minha nova-nova-nova-nova-vidinha chata.
E lá vamos nós!
Talvez isso decorra de um novo rabo de saia (ou até o antigo (espero que não, provavelmente só atrapalharia a vida dela, como fiz da outra vez)) ou talvez eu tenha de tomar vergonha espontâneamente já que fazer sucesso com rabos de saia não faz parte da minha lista de habilidades, gastei todos os pontos da minha ficha com sarcasmo e piadas ruins de RPG (rolling play game para os não intímos).
Só sei que preciso dormir amanhã vai ser um dia cheio e, talvez (assim espero), o primeiro do resto da minha nova-nova-nova-nova-vidinha chata.
E lá vamos nós!
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Wilson, a mesma merda de sempre
Só estou postando aqui para dizer que nunca canso de sempre fazer a mesma coisa.
Post especial
Hoje obrigarei todos vocês a lerem meu post em pdf.
http://www.4shared.com/file/56917239/ac07c6e3/Post_em_.html
http://www.4shared.com/file/56917239/ac07c6e3/Post_em_.html
Mais uma vez insône
Já está virando ponto comum nesse blog minhas crises de insônia, sempre que tenho uma venho a este boteco ver se um trago do vomito de meus próprios pensamentos é o suficiente para poder dormir, e como vocês percebem pelo meu tom hoje eu estou meio que puto (ou ao menos desiludido com algo). Sabem, me especializei em escrever aqui (pelo menos na primeira encarnação desse blog) tudo (ou melhor, topas) que assola(m) meu coração sem ao menos dar chance ao leitor de descobrir o que (ou pelo menos quem) seja, em geral isso é bom e, felizmente (ao menos pra mim), vai continuarsendo assim. Não me leve a mal do mesmo modo que eu não posso expor abertamente os motivos do meu choro seria sacanagem postar aqui o telefone de alguém.
Sabem, dos meus inúmeros defeitos talvez o mais grave deles pra mim seja minha eterna insegurança, castradora, ela não permite que eu tome partido em algumas coisas e de certa forma manda em mim por muitas vezes, tenho de aprender alidar com esse problema, em geral escrever aqui da conta do recado por alguns dias (ou não).
Bem dessa vez o motivo da minha insegurança é a negação (não a minha óbvio). Na verdade a insegurança existe mas acho que quando ela se junta com minha imaginação pra lá de fértil o resultado e fétido (podem me culpar pelo trocadilho horrível). Não precisa mais que um ou dois mal entendidos para transformar uma vã vontade em uma espiral de incertezas e talvez até medo, definitivamente eu deveria pular mais de cabeça em certas coisas... Ou não, talvez isso já tenha salvado meu rabinho de algumas enrrabadas...
Só sei que dessa vez vai ser melhor estufar o peito e mergulhar de cabeça, foda-se os simulacros de realidade que esboço em minha mente tentando advinhar a real condiçao do problema, isso é muito útil tentanto imaginar como é o desenho de uma superfície ou a resolução de um problema, mas definitivamente ela só fode com a situação que eu tenho agora. Seria muito bom se eu pudesse deixar por um tempo de imaginar essas situações e me concentrar no que eu tenho em vista. As vezes eu não gosto de ser eu mesmo.
Mas só as vezes.
Sabem, dos meus inúmeros defeitos talvez o mais grave deles pra mim seja minha eterna insegurança, castradora, ela não permite que eu tome partido em algumas coisas e de certa forma manda em mim por muitas vezes, tenho de aprender alidar com esse problema, em geral escrever aqui da conta do recado por alguns dias (ou não).
Bem dessa vez o motivo da minha insegurança é a negação (não a minha óbvio). Na verdade a insegurança existe mas acho que quando ela se junta com minha imaginação pra lá de fértil o resultado e fétido (podem me culpar pelo trocadilho horrível). Não precisa mais que um ou dois mal entendidos para transformar uma vã vontade em uma espiral de incertezas e talvez até medo, definitivamente eu deveria pular mais de cabeça em certas coisas... Ou não, talvez isso já tenha salvado meu rabinho de algumas enrrabadas...
Só sei que dessa vez vai ser melhor estufar o peito e mergulhar de cabeça, foda-se os simulacros de realidade que esboço em minha mente tentando advinhar a real condiçao do problema, isso é muito útil tentanto imaginar como é o desenho de uma superfície ou a resolução de um problema, mas definitivamente ela só fode com a situação que eu tenho agora. Seria muito bom se eu pudesse deixar por um tempo de imaginar essas situações e me concentrar no que eu tenho em vista. As vezes eu não gosto de ser eu mesmo.
Mas só as vezes.
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Nem demorou tanto assim...
Para eu pensar em algo para postar.
Definitivamente algumas coisas são bem chatas, hoje houve um mal entendido um tanto quanto constrangedor:
Marquei um horário com um cara para resolver umas pendências da minha iniciação científica houve um mal entendido de horários e acabou como se eu tivesse furado...
Vou tentar consertar isso na segunda-feira.
Definitivamente algumas coisas são bem chatas, hoje houve um mal entendido um tanto quanto constrangedor:
Marquei um horário com um cara para resolver umas pendências da minha iniciação científica houve um mal entendido de horários e acabou como se eu tivesse furado...
Vou tentar consertar isso na segunda-feira.
Dando um oi
Gente, mal ai por demorar 2 semanas pra aparecer por aqui, ó grande público, mas estava sem saco... Nos próximos dias talvez apareça alguma coisa.
Estou meio triste, é capaz de render alguns posts bons. ¬¬
Estou meio triste, é capaz de render alguns posts bons. ¬¬
sábado, 12 de julho de 2008
Várias semanas depois
Nem sei por onde começar, faz semanas que não entro aqui. Sobre o post abaixo creio eu (segundo relatos da prórpia pessoa envolvida) que foi apenas um engano, problema resolvido uma coisa a menos pra se preucupar, ou não.
Fiquei 1 semana sem internet, parece que o pessoal do speedy resolveu descontar os anos sem problema na conexão em uma única bomba de desrespeito ao consumidor e essa bomba explodiu bem no meio da minha sala de estar, mas o problema ja foi resolvido, posso voltar aos meus torrents e a pornografia (diga-se de passagem que surpreendentente essa semana sem internet mudou meus hábitos (deixei torrents e pornagrafia em segundo plano (ao que tudo indica))).
Fora isso apenas o de sempre, mas uma coisa me deixou triste, o salão em que eu corto o cabelo fechará, é uma bosta ter de procurar um novo.
Fiquei 1 semana sem internet, parece que o pessoal do speedy resolveu descontar os anos sem problema na conexão em uma única bomba de desrespeito ao consumidor e essa bomba explodiu bem no meio da minha sala de estar, mas o problema ja foi resolvido, posso voltar aos meus torrents e a pornografia (diga-se de passagem que surpreendentente essa semana sem internet mudou meus hábitos (deixei torrents e pornagrafia em segundo plano (ao que tudo indica))).
Fora isso apenas o de sempre, mas uma coisa me deixou triste, o salão em que eu corto o cabelo fechará, é uma bosta ter de procurar um novo.
sábado, 28 de junho de 2008
Wilson: Especializado em fazer merda
Como já faz uma semana que não visito o boteco hoje promete que teremos um post especial, ou pelo menos a tentativa de um...
Sabe quando você faz merda? Ou pelo menos acha que fez? Bem isso aconteceu comigo. Acho que falei algo que minha amiga não gostou e acho que ela vem me evitando depois disso, é acontece. Sabe eu esqueço que pessoas diferentes têm gostos diferentes e não são cabiveis certas discussões em alguns momentos, ou eu simplesmente fui idiota. Fico com a segunda opção.
Tenho de pedir desculpas, ou ficar na minha e esperar semanas até a poeira baixar e nos falarmos denovo. Dessa vez fico com a primeira opção.
Sabe quando você faz merda? Ou pelo menos acha que fez? Bem isso aconteceu comigo. Acho que falei algo que minha amiga não gostou e acho que ela vem me evitando depois disso, é acontece. Sabe eu esqueço que pessoas diferentes têm gostos diferentes e não são cabiveis certas discussões em alguns momentos, ou eu simplesmente fui idiota. Fico com a segunda opção.
Tenho de pedir desculpas, ou ficar na minha e esperar semanas até a poeira baixar e nos falarmos denovo. Dessa vez fico com a primeira opção.
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Como correr atrás
É estranho, sabendo de tudo que vai acontecer vivo me repetindo de modo um tanto quanto chato. É foda, ter apenas 3 dias pra aprender uma miríade de ferramentas matemáticas das mais variadas é um pé no saco, mas fazer o que uma das maneiras é recludir-se numa bolha de autismo e estudar com uns poucos momentos para relaxar, neles você pode tomar uma coca ou até mesmo escrever algo em seu blog, o importante é manter um minímo de concentração, você sabe o provável resultado, você pode apenas amenizá-lo. Talvez até evita-lo, mas esse caso é raro.
terça-feira, 17 de junho de 2008
Como desperdiçar uma tarde
Devo ter sérios problemas de concentração quando estou em casa...
Cheguei a preparar até um "altar do estudo" ao lado do meu atual segundo maior centro de entretenimento caseiro (meu computador (o primeiro centro é, obviamente o playstation ligada a uma tv enorme)), olhei pra esse altar e não fiz nada. Caras, que ódio de mim mesmo, ai ai, preciso de uma máquina de choque ligada direto nas minhas bolas pra me punir caso eu passe mais de 45 minutos sendo um total vagabundo.
Bem, pelo menos aprendi a por pdf's no psp. Minha leitura vai ficar em dia pelo menos. Comecemos com C. Clark.
Cheguei a preparar até um "altar do estudo" ao lado do meu atual segundo maior centro de entretenimento caseiro (meu computador (o primeiro centro é, obviamente o playstation ligada a uma tv enorme)), olhei pra esse altar e não fiz nada. Caras, que ódio de mim mesmo, ai ai, preciso de uma máquina de choque ligada direto nas minhas bolas pra me punir caso eu passe mais de 45 minutos sendo um total vagabundo.
Bem, pelo menos aprendi a por pdf's no psp. Minha leitura vai ficar em dia pelo menos. Comecemos com C. Clark.
domingo, 15 de junho de 2008
Combates computacionais
Vocês não fazem idéia de como foi meu final de semana, tentei instalar linux no meu PS3. A jornada começa sábado pela manhã quando vou à St.Ifigênia comprar um teclado USB para o playstation, após aquela pesquisada normal que qualquer um faz na Ifigênia compramos o tal teclado, simples. Voltando para casa o de sempre, buscar a ISO de alguma distro compátivel com o playstation, pelo menos essa foi rápida, ou deveria, estou eu aqui hoje com 3 cds de distros diferentes e mais de 15 tentativas infrutíferas de intalação. É o linux não vai com a minha cara.
Próxima tentativa, só semana que vem...
Próxima tentativa, só semana que vem...
sábado, 14 de junho de 2008
De novo, insônia
Creio que realmente madrugadas em que me perco em pensamentos desconexos em minha cama são os períodos mais criativos para eu postar algo por aqui, acho que não devo desperdiçar esse tempo.
Ultimamente, entre outros, dois pensamentos me assolam e os dois são de certa forma cruciais de todas as maneiras possiveis, só vou falar de um deles por hora, ou não.
Finalmente eu tomei vergonha na cara e procurei algo para ocupar meu tempo de forma construtiva. Procurei algum professor disposto a me aceitar como auxiliar em sua pesquisa, fui bem sucedido no entento (eu acho). Isso de certa forma acarretará uma série de mudanças no modo como eu levo meu curso, pela primeira vez eu tenho real responsabilidade naquilo que estudo e de certa forma eu tenho que ficar estremamente decepcionado com o modo que eu levo essa responsabilidade (diga-se de passagem muito mal (outra coisa que eu pensei agora: não posso deixar o professor ler esse blog, ele é uma ode a minha eterna falta de responsabilidade básica e tudo mais)), felizmente eu acho que tudo bem. Talvez como eu planejei eu consiga ser criança por mais uns 30 anos. Caso não consiga sempre há a alternativa de tomar jeito.
Agora falarei do que talvez eu vá fazer.
Basicamente me interessei pelo nome da área do cara, nanotecnologia (na verdade é um pouco mais que isso, mas essa palavra é mais bem entendida), inicialmente eu queria simular, sinto-me íntimo de computadores e acho que com um pouco de dedicação talvez me torne descente nessa área. Mas naquele laboratório infelizmente a simulação não é o principal foco dos experimentos, mas o professor me deu uma opção interessante. Se eu realmente me interessar, posso trabalhar na adaptação de um hardware para uma plataforma mais acessível para o laborátorio, basicamente eu vou adaptar um programa de forma a torná-lo mais cabível à realidade do laborátorio (aproveitar peças de outro equipamento parecido), realmente, não tem quase nada de física ai (eu acho) mas eu achei esse desafio e tudo que ele acarreta deveras interessante, vou de cabeça nisso, talvez seja legal. Ou não.
E é uma lista enorme de desafios pela frente. Me tornar íntimo do linux, aumentar meu (pífio) desempenho acadêmico, conciliar meus (até agora) caóticos e vagabundos horários e arranjar algo que me faça dormir melhor pra não perder tempo escrevendo merda aqui.
Bem foda-se, lá vou eu. Eu acho.
Vou embora, essa sala esta tão silenciosa que ouço minha barba crescer e "I'm the walrus" está parecendo assustadora no fone...
Ultimamente, entre outros, dois pensamentos me assolam e os dois são de certa forma cruciais de todas as maneiras possiveis, só vou falar de um deles por hora, ou não.
Finalmente eu tomei vergonha na cara e procurei algo para ocupar meu tempo de forma construtiva. Procurei algum professor disposto a me aceitar como auxiliar em sua pesquisa, fui bem sucedido no entento (eu acho). Isso de certa forma acarretará uma série de mudanças no modo como eu levo meu curso, pela primeira vez eu tenho real responsabilidade naquilo que estudo e de certa forma eu tenho que ficar estremamente decepcionado com o modo que eu levo essa responsabilidade (diga-se de passagem muito mal (outra coisa que eu pensei agora: não posso deixar o professor ler esse blog, ele é uma ode a minha eterna falta de responsabilidade básica e tudo mais)), felizmente eu acho que tudo bem. Talvez como eu planejei eu consiga ser criança por mais uns 30 anos. Caso não consiga sempre há a alternativa de tomar jeito.
Agora falarei do que talvez eu vá fazer.
Basicamente me interessei pelo nome da área do cara, nanotecnologia (na verdade é um pouco mais que isso, mas essa palavra é mais bem entendida), inicialmente eu queria simular, sinto-me íntimo de computadores e acho que com um pouco de dedicação talvez me torne descente nessa área. Mas naquele laboratório infelizmente a simulação não é o principal foco dos experimentos, mas o professor me deu uma opção interessante. Se eu realmente me interessar, posso trabalhar na adaptação de um hardware para uma plataforma mais acessível para o laborátorio, basicamente eu vou adaptar um programa de forma a torná-lo mais cabível à realidade do laborátorio (aproveitar peças de outro equipamento parecido), realmente, não tem quase nada de física ai (eu acho) mas eu achei esse desafio e tudo que ele acarreta deveras interessante, vou de cabeça nisso, talvez seja legal. Ou não.
E é uma lista enorme de desafios pela frente. Me tornar íntimo do linux, aumentar meu (pífio) desempenho acadêmico, conciliar meus (até agora) caóticos e vagabundos horários e arranjar algo que me faça dormir melhor pra não perder tempo escrevendo merda aqui.
Bem foda-se, lá vou eu. Eu acho.
Vou embora, essa sala esta tão silenciosa que ouço minha barba crescer e "I'm the walrus" está parecendo assustadora no fone...
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Sexta feira treze Muhahahahhahah
Esperei até dar meia noite pra postar aqui, dia das angústias, mazelas e coisas ruins. Dia treze, sexta feira.
Pensei em escrever alguma coisa assustadora mas não.
Na verdade to postando so pra manter isso ativo, mais tarde coloco algo útil aqui, ou não.
Pensei em escrever alguma coisa assustadora mas não.
Na verdade to postando so pra manter isso ativo, mais tarde coloco algo útil aqui, ou não.
sábado, 7 de junho de 2008
Semana
Semana de merda, nada construtiva. Exceto terça.
Eu consegui estudar um pouco, e até (dada as devidas proporções) entender o que eu estava estudando. Bem, pelo menos As aulas que eu vi essa samana eu absorvi um pouco, eu acho.
O maior destaque dessa semana é meus novos flagelos intelectuais, o primeiro é o Phun o segundo é uma porra de um jogo em flash que consegue consumir cerca de 4 horas do meu dia cada vez que eu o vejo (ele quase rivaliza com Call of Duty 4 on-line). Caralho, como eu fico viciado nessas merdas, esse post vai demorar mais de 2 horas pra ser editado só porque eu abri o segundo link.
Bem, pelo menos eu parei agora, vou tentar fazer algo de útil pelo meu frag e vou começar a jogar videogame.
Até
Eu consegui estudar um pouco, e até (dada as devidas proporções) entender o que eu estava estudando. Bem, pelo menos As aulas que eu vi essa samana eu absorvi um pouco, eu acho.
O maior destaque dessa semana é meus novos flagelos intelectuais, o primeiro é o Phun o segundo é uma porra de um jogo em flash que consegue consumir cerca de 4 horas do meu dia cada vez que eu o vejo (ele quase rivaliza com Call of Duty 4 on-line). Caralho, como eu fico viciado nessas merdas, esse post vai demorar mais de 2 horas pra ser editado só porque eu abri o segundo link.
Bem, pelo menos eu parei agora, vou tentar fazer algo de útil pelo meu frag e vou começar a jogar videogame.
Até
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Insônia Maldita
Venho sofrendo de insônia nas últimas semanas, é uma merda. Principalmente pelo fato de ter de acordar ás 6 da manhâ para poder ir para a faculdade. Ai, a única (talvez) coisa boa dessas insônias é o fato de poder escutar mais música (geralmente tento relaxar ouvindo-as) e poder pensar um pouco (geralmente eu viajo, mas de vez em quando penso em coisas construtivas (ligar o computador e escrever aqui por exemplo)).
Pensei no que escrever aqui.
Nada saiu.
Brincadeira. Acho realmente que minha vida está atingindo patamares de pateticidade semelhantes a época em que eu era platônica (e completamente) apaixonado pela minha melhor amiga (que hoje não e mais nada além de um avatar sorridente no meu outdoor de amigos do orkut (assim como boa parte dos meus grandes amigos de outrora (tema de outro post (me lembrem)))), para começar, eu tive (por causa de um congresso da USP) 1,5 semanas de feriado, minha pseudo-férias como prefiro chamar. Admito, poderia ter estudado, saído (bem, eu fui beber com meus amigos sexta à noite) ou até ligado para uma das 37 meninas que de alguma forma despertam meu interesse nesse tempo, mas não, como vocês devem ter advinhado passei minhas pseudo-férias jogando videogame (e olha e pela primeira vez na vida eu to ficando bom em alguma coisa por esforço próprio). Espero que isso mude um dia (acho que vou precisar me casar com alguém pra adquirir responsabilidade).
Talvez essa acomodação decorra da facilidade que seja jogar, é mais fácil, barato (em termos, tenho de fazer a conta de quantos watts se esvaem pela tomada a cada sessão de 4 horas na frente do playstation) e (sob alguns aspectos) tão divertido quanto qualquer uma das atividade que mencionei anteriormente (e sim, eu me divirto (em termos bastante restritos) estudando, se não me divertisse não tinha escolhido um curso com uma rotina tão massacrante de estudos (não que eu a siga) quanto física). Nossa estou virando um mestre Jedi na arte de escrever com parênteses. Sinto-me tentado a dar motivos mais enfeitados para essa explicação, mas no fundo talvez só seja vício puro, passei boa parte da minha vida sem esse tipo de diversão inresponsável que talvez agora eu, tal qual um diabético curado numa doceria, me refastelo nela. É um motivo comum pessoas descontarem depois de velhas coisas que tiveram vontade de fazer na infância, e eu sempre fui muito regulado com videogames. Bem, pode ser também falta de mulher, nunca se sabe.
Já se passaram meia hora desde que eu desisti de dormir por causa da insônia (e ainda não tenho uma gota de sono), merda, amanhã vai ser um dia de bosta denovo.
Pensei no que escrever aqui.
Nada saiu.
Brincadeira. Acho realmente que minha vida está atingindo patamares de pateticidade semelhantes a época em que eu era platônica (e completamente) apaixonado pela minha melhor amiga (que hoje não e mais nada além de um avatar sorridente no meu outdoor de amigos do orkut (assim como boa parte dos meus grandes amigos de outrora (tema de outro post (me lembrem)))), para começar, eu tive (por causa de um congresso da USP) 1,5 semanas de feriado, minha pseudo-férias como prefiro chamar. Admito, poderia ter estudado, saído (bem, eu fui beber com meus amigos sexta à noite) ou até ligado para uma das 37 meninas que de alguma forma despertam meu interesse nesse tempo, mas não, como vocês devem ter advinhado passei minhas pseudo-férias jogando videogame (e olha e pela primeira vez na vida eu to ficando bom em alguma coisa por esforço próprio). Espero que isso mude um dia (acho que vou precisar me casar com alguém pra adquirir responsabilidade).
Talvez essa acomodação decorra da facilidade que seja jogar, é mais fácil, barato (em termos, tenho de fazer a conta de quantos watts se esvaem pela tomada a cada sessão de 4 horas na frente do playstation) e (sob alguns aspectos) tão divertido quanto qualquer uma das atividade que mencionei anteriormente (e sim, eu me divirto (em termos bastante restritos) estudando, se não me divertisse não tinha escolhido um curso com uma rotina tão massacrante de estudos (não que eu a siga) quanto física). Nossa estou virando um mestre Jedi na arte de escrever com parênteses. Sinto-me tentado a dar motivos mais enfeitados para essa explicação, mas no fundo talvez só seja vício puro, passei boa parte da minha vida sem esse tipo de diversão inresponsável que talvez agora eu, tal qual um diabético curado numa doceria, me refastelo nela. É um motivo comum pessoas descontarem depois de velhas coisas que tiveram vontade de fazer na infância, e eu sempre fui muito regulado com videogames. Bem, pode ser também falta de mulher, nunca se sabe.
Já se passaram meia hora desde que eu desisti de dormir por causa da insônia (e ainda não tenho uma gota de sono), merda, amanhã vai ser um dia de bosta denovo.
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