Esse final de semana estreou um filme de ação a muito aguardado por aqui. Tropa de Elite 2. Continuação de um filme de ação que fez relativo sucesso de uns anos atrás.
Bem eu vi esse tal filme.
Antes de mais nada é sempre gratificante ver um filme bem feito. As cenas estavam em sua grande maioria impecáveis, o texto excelente, a ação aprimorada de maneira invejável, os diálogos genias (principalmente os bordões) e a história esta bem mais complexa que no primeiro filme e mesmo com um ou dois clichês tão previsíveis que deram a volta e ficaram imprevisíveis. Junto tudo isso criou um conceito que chamo de filme completo. Um filme que pode ser assistido de tantas maneiras diferentes que nunca cansa. Você pode ver Tropa de Elite 2 como um filme de ação muito bom, crítica social e/ou política, filme de mafioso e em menores escalas até mesmo um drama (tem um pouquinho perdido no meio do filme mas não é difícil de achar).
A história em linhas gerais é compacta. Algo como "Depois de deixar dar merda em uma operação o Capitão (agora Coronel) Nascimento cai nas graças do grande público e torna-se encarregado de um alto posto de inteligência. Usufruindo-se disso para botar em prática sua agenda de combate (guerra) ao tráfico. Ao mesmo tempo criando um mercado para outros tipos de crimes que chegam a atingir até a família dele." Após isso o filme dá um dos maiores brinks que já levei em uma sala de cinema. Entrei pensando que ia ver um filme de ação com a menssagem exclusiva de repúdio ao crime, da mesma forma que o primeiro. Fui surpreendido positivamente. O filme evolui todos os personagens relevantes, conduz a história pelos caminhos nescessários não se importando com o que o espectador vai ver e por fim fecha com um tapa na sua cara que não estava sendo esperado. Digo também que tudo que fez o primeiro filme de certa forma está lá o humor quebra gelo de um personagem caricato, antigos bordões, truculência desnecessária, meios-tons e narração em off exagerada tudo isso muito bem conduzido em uma nova forma de critíca, bem mais ampla e cerebral. E que conduz a um final que te deixa atordoado ao sair da sala.
Bem nas minha últimas linhas eu digo para você largar a mão de pombagirice e ir a um cinema logo e ver isso. E depois se pá comentar aqui.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Conversas no ônibus
É estranho ver como nos sentimos anônimos em multidões.
Já tive conversas com todo o tipo de conteúdo em lugares públicos e nunca liguei para a tropa de desconhecidos que ouviam. É até constrangedor pensar a quantidade de gente que sabe de fragmentos de eventos (de todo o tipo) que eu vivi.
Espero que eles não tenham uma mempria tão boa quanto a minha.
Já tive conversas com todo o tipo de conteúdo em lugares públicos e nunca liguei para a tropa de desconhecidos que ouviam. É até constrangedor pensar a quantidade de gente que sabe de fragmentos de eventos (de todo o tipo) que eu vivi.
Espero que eles não tenham uma mempria tão boa quanto a minha.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Muitas coisas, respeito e tempo perdido
Não morri.
Sei que faz tempo, sei que há pelo menos três encarnações do blog eu prometo que atualizarei isso e sei que descumpri isso. Mas nem tanto assim, pelo menos eu voltei denovo. As vezes perco o interesse nesse blog, falta de assunto para postar ou mesmo preguiça de pensar em algo minimamente engraçado para instigar sua atençao. Eu conto pelo menos com sua pena, desse modo voce pelo menos passa por aqui.
Desde a última vez que postei aqui ocorreram causos bizarros. Meu playstation quebrou, minha amiga foi para a Austrália, me dei bem em uma matéria na faculdade, não tomei vergonha na cara, fui ao paintball e fui mesário. Fora isso voltei a frequentar as festas da USP, estou jogando RPG pra cacete, me interessei muito por algo que eu nem sonhava que era uma possibilidade para mim (e olha que nem precisei virar viado para isso) e talvez o mais importante parei de me importar com coisas que me irritavam bobamente (estou me irritando agora com pessoas que me irritam bobamente (isso não faz sentido)).
Acho que aprendi a usar o twitter. Não quero um milhão de desconhecidos rindo das minhas frases, nem quero ser alguém que poste algo relevante para meus amigos. uso o twitter para descarregar minhas infinitas punch lines que falharam e creio que estou sendo bem sucedido.
É incrivel como tem gente idiota. Me olharam feio porque deixei 5 velhos passarem na frente da fila. Isso sem contar nego que joga lixo pela janela de ônibus que tem lixo, já briquei com uma velha que fez isso.
Por último me recuso a falar de eleições partidos e tudo mais. É tempo perdido discutir na internet sobre política. Aqui todo mundo é herói, esta certo e tem pinto de vinte e dois centímetros. Então foda-se se você quer saber minha opinião me procure. Estou nas salinhas do IFUSP. Alias, owned nos vegans. Soube de um ativista que admitiu que os argumentos vegans para convencer os malditos carnivoros de que a religião verde esta certa são falaciosos. LOL
Sei que faz tempo, sei que há pelo menos três encarnações do blog eu prometo que atualizarei isso e sei que descumpri isso. Mas nem tanto assim, pelo menos eu voltei denovo. As vezes perco o interesse nesse blog, falta de assunto para postar ou mesmo preguiça de pensar em algo minimamente engraçado para instigar sua atençao. Eu conto pelo menos com sua pena, desse modo voce pelo menos passa por aqui.
Desde a última vez que postei aqui ocorreram causos bizarros. Meu playstation quebrou, minha amiga foi para a Austrália, me dei bem em uma matéria na faculdade, não tomei vergonha na cara, fui ao paintball e fui mesário. Fora isso voltei a frequentar as festas da USP, estou jogando RPG pra cacete, me interessei muito por algo que eu nem sonhava que era uma possibilidade para mim (e olha que nem precisei virar viado para isso) e talvez o mais importante parei de me importar com coisas que me irritavam bobamente (estou me irritando agora com pessoas que me irritam bobamente (isso não faz sentido)).
Acho que aprendi a usar o twitter. Não quero um milhão de desconhecidos rindo das minhas frases, nem quero ser alguém que poste algo relevante para meus amigos. uso o twitter para descarregar minhas infinitas punch lines que falharam e creio que estou sendo bem sucedido.
É incrivel como tem gente idiota. Me olharam feio porque deixei 5 velhos passarem na frente da fila. Isso sem contar nego que joga lixo pela janela de ônibus que tem lixo, já briquei com uma velha que fez isso.
Por último me recuso a falar de eleições partidos e tudo mais. É tempo perdido discutir na internet sobre política. Aqui todo mundo é herói, esta certo e tem pinto de vinte e dois centímetros. Então foda-se se você quer saber minha opinião me procure. Estou nas salinhas do IFUSP. Alias, owned nos vegans. Soube de um ativista que admitiu que os argumentos vegans para convencer os malditos carnivoros de que a religião verde esta certa são falaciosos. LOL
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
2009, 2010 e tralala
Seguindo a onda de todo o resto da humanidade vou quebrar o jejum de posts do boteco falando sobre o ano novo, o ano velho e tudo mais.
2009, foi legal. Mas por falta da minha vontade e alguma série de eventos bizarros que culminasse comigo me dando bem não foi tão bom assim.
2010, espero que seja legal. Principalmente porque a maioria dos jogos que eu quis jogar em 2009 foram adiados para 2010.
Eu sei, minha retrospectiva não é das melhores. Mas vá. Pelo menos é sincera.
Só mais uma coisa. Só eu no mundo achei a idéia de Avatar chupinhada de Matrix?
2009, foi legal. Mas por falta da minha vontade e alguma série de eventos bizarros que culminasse comigo me dando bem não foi tão bom assim.
2010, espero que seja legal. Principalmente porque a maioria dos jogos que eu quis jogar em 2009 foram adiados para 2010.
Eu sei, minha retrospectiva não é das melhores. Mas vá. Pelo menos é sincera.
Só mais uma coisa. Só eu no mundo achei a idéia de Avatar chupinhada de Matrix?
domingo, 15 de novembro de 2009
Hum mês na onda e sete dias de Windows 7
Coloquei o "H" no começo porque uma vez li um texto que o autor se referia ao "1" assim. Sempre quis usar isso.
Bem leitores, já faz um tempo que venho usando o Wave (falando nele é bom dar uma olhada se tem algo novo) e só posso dizer que é até melhor do que eu imaginava. É claro até agora ele só serve para mim para marcar coisas e fazer tópicos com meus amigos, por isso não dediquei um post inteiro só para ele. Mas sabem eu realmente acho que essa porra decola. Ou pelo menos quero isso.
Esses dias eu também comecei a usar o novo Windows, graças a benevolência da MS de dar uma chave de registro para cada aluno da USP eu pude pegar um.
E o que eu posso dizer dessa primeira impressão?
Bem, meu headset USB funciona! (E o microfone parece até mais sencivel que antes (eu estava ouvindo uma batida fantasma no meu fone e descobri que era o barulho do meu teclado teclando e do teclado do meu pai (que fica em outro quarto!!!!)))
Fora isso tenho de ressaltar o fato que pela primeira vez na minha vida (que alguns insistem em dizer que é triste) de usuário do Windows que este não fica com a cara do Windows 98, mesmo meu computador não rodando as firulas gráficas do Aero Peak (pelo menos ele faz viadagens (como minimizar todas as outras janelas se eu "xaqualho" determinada janela, etc)). Ainda não destrinchei tudo que eu poderia (ainda não consegui travar o Windows por exemplo) mas acho agrádavel o que ando experimentando até agora (alias, finalmenteo papel de parede entra em modo slideshow (sempre quis que o Windows fizesse isso XD (não experimentei o vista então se ele faz eu quero que se foda))).
Algumas coisas são até mais surpreendentes do que o esperado, li outro dia que o anti-vírus da Microsoft é o melhor anti-vírus free que tem (O_o) então eu o estou usando e realmente ele atrapalha menos que o Avast (o uso de memória (segundo o Gadget de sistema) diminui 10% desde que troquei o anti-vírus) o firewall do Windows é relativamente competente eu o complemento com uma extensão do Firefox que só libera o javascript de um site mediante minha aprovação então está tudo nos conformes aqui (eu acho)
A melhor parte do 7 é que até agora ele não chiou com nada do meu computador exceto a falta de placa de video.
E ele não veio com paciência. :(
Bem leitores, já faz um tempo que venho usando o Wave (falando nele é bom dar uma olhada se tem algo novo) e só posso dizer que é até melhor do que eu imaginava. É claro até agora ele só serve para mim para marcar coisas e fazer tópicos com meus amigos, por isso não dediquei um post inteiro só para ele. Mas sabem eu realmente acho que essa porra decola. Ou pelo menos quero isso.
Esses dias eu também comecei a usar o novo Windows, graças a benevolência da MS de dar uma chave de registro para cada aluno da USP eu pude pegar um.
E o que eu posso dizer dessa primeira impressão?
Bem, meu headset USB funciona! (E o microfone parece até mais sencivel que antes (eu estava ouvindo uma batida fantasma no meu fone e descobri que era o barulho do meu teclado teclando e do teclado do meu pai (que fica em outro quarto!!!!)))
Fora isso tenho de ressaltar o fato que pela primeira vez na minha vida (que alguns insistem em dizer que é triste) de usuário do Windows que este não fica com a cara do Windows 98, mesmo meu computador não rodando as firulas gráficas do Aero Peak (pelo menos ele faz viadagens (como minimizar todas as outras janelas se eu "xaqualho" determinada janela, etc)). Ainda não destrinchei tudo que eu poderia (ainda não consegui travar o Windows por exemplo) mas acho agrádavel o que ando experimentando até agora (alias, finalmenteo papel de parede entra em modo slideshow (sempre quis que o Windows fizesse isso XD (não experimentei o vista então se ele faz eu quero que se foda))).
Algumas coisas são até mais surpreendentes do que o esperado, li outro dia que o anti-vírus da Microsoft é o melhor anti-vírus free que tem (O_o) então eu o estou usando e realmente ele atrapalha menos que o Avast (o uso de memória (segundo o Gadget de sistema) diminui 10% desde que troquei o anti-vírus) o firewall do Windows é relativamente competente eu o complemento com uma extensão do Firefox que só libera o javascript de um site mediante minha aprovação então está tudo nos conformes aqui (eu acho)
A melhor parte do 7 é que até agora ele não chiou com nada do meu computador exceto a falta de placa de video.
E ele não veio com paciência. :(
sábado, 17 de outubro de 2009
Pretos, brancos e aliens

Bem, como começar se não deu tempo de raspar meu cerébro do teto do cinema?
Ou melhor, como escrever o texto sem estragar sua experiência com o filme?
O filme conta os eventos decorrentes do primeiro contato humano com aliens (estes que se comportam como adolecentes arruaceiros que são 16 vezes mais fortes que um humano médio). Que são refugiados que vieram para cá por engano e agora estão presos em favelas fortemente cercadas e são odiados pela população em geral.
Bem, antes de mais nada tenho de admitir a metafora é óbvia, ela sabe disso. Filmado sobre a perspectiva de um documentário o Distrito peca na narração em off que esfrega o que rec´em aconteceu bem na sua cara. Mas acho que esse é um defeito menor. Admito que é irritante ver o "depoimento" de um personagem explicanto o que a cena anterior mostrou mas tudo bem. Basicamente o filme é uma sucessão de clichês cinematrográficos não que isso seja ruim, muito pelo contrário tudo (fora a narração) é bem amarrado e construido de forma a ser impactante de certa forma o que me fez gostar muito da pelicula. Os aliens são construídos para serem muito realistas ao ponto de cada um que aparece na tela ser uma criatura única (milhagre dos efeitos especiais (já que o orçamento foi baixo)), eles tem personalidade, traços individuais e tudo mais. o que fortalecem mais ainda a metáfora. E a menssagem principal do filme que é: "Só mesmo aliens que podem fazer um preto e um branco trabalharem juntos em harmonia".
Provavelmente não posso escrever mais nada sem estragar o filme de algum leitor mais descuidado, mas tenho de dizer. Se você é nerd mesmo que não tenha gostado do que eu escrevi aqui vá ver o filme há uma cena feita só para nós e aposto que você vai gostar.
Agora vou lá fazer uma flor de metal para dar de presente para alguém.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Entrando na onda
Hoje ganhei do Google um convite para o Wave.
Eu poderia falar mil coisas do Wave e estaria repetindo-me mas para aquelas duas pessoas que não sabem o que é isso deixo algo explicando:
Bem, eu testei bem pouco isso hoje, ainda não fiz nenhuma wave muito menos blipei (aportuguesando e criando verbos, adoro) ou seja ainda não da para ter uma primeira impressão. Basicamente só estou escrevendo aqui para avisa-los que em alguns dias (ou não) eu falarei um pouco mais disso. A única merda é que isso só roda liso nos notebooks aqui de casa (aparentemente meu desktop realmente precisa ser trocado), então talvez isso prejudique um pouco mais o tempo que eu leve até conseguir ter uma opinião relativa ao Wave.
Mas cabe a dúvida.
O Wave é uma rede social ou não?
Eu poderia falar mil coisas do Wave e estaria repetindo-me mas para aquelas duas pessoas que não sabem o que é isso deixo algo explicando:
Bem, eu testei bem pouco isso hoje, ainda não fiz nenhuma wave muito menos blipei (aportuguesando e criando verbos, adoro) ou seja ainda não da para ter uma primeira impressão. Basicamente só estou escrevendo aqui para avisa-los que em alguns dias (ou não) eu falarei um pouco mais disso. A única merda é que isso só roda liso nos notebooks aqui de casa (aparentemente meu desktop realmente precisa ser trocado), então talvez isso prejudique um pouco mais o tempo que eu leve até conseguir ter uma opinião relativa ao Wave.
Mas cabe a dúvida.
O Wave é uma rede social ou não?
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Céntesimo post na budega
É faz tempo, mas finalmente eu tirei um tempo para arranjar algo para poder cuspir minha opinião sem medo de mostrar que estou falando sobre algo que desconheço quase que completamente.
Mas infelizmente não foi dessa vez, vou falar de algo que conheço quase que completamente.
Para começar esse jogo veio para atender aos meus clamores de um batman mais perto dos quadrinhos do que o atual. Se você só conhece o Batman pelos filmes novos tenho uma má notícia para você, o Coringa é um sociopata muito inteligente e com um plano e o batman e um cara enorme que não usa nenhuma armadura e a única coisa que o separa da morte certa é o bom censo e a faixa preta em cada arte marcial conhecida pelo homem. Mas vamos começar logo:
História
A história de Arkham Asylum é boa. Ela não é nada como "Piada Mortal" ou algo do mesmo nível com os personagens do universo do Batman mas mesmo assim ela é muito boa, bem amarrada e estimulante. Cada pedaço, cada descoberta e reviravolta é emocionante. Num resumo eu posso adiantar. Dia normal na vida do bátima ele prende o Coringa e está levando ele direto para o asilo (no mundo do Batman criminosos não são julgados) só que ele esta com um pessímo feeling com relação a isso já que o Coringa parece que se deixou capturar. Lá dentro do asilo o bátima confirma a suspeita já que o coringa escapa e põe em prática seu plano de controlar o sanatório e cabe ao morcegão concertar a merda, realmente nada muito brilhante mas pelo menos com esse plot é possivel que cada chefão do jogo seja um grande vilão do Batman (mas faltou o Pinguim!). Dou 8/10 para a história por causa de uma ou duas obviedades no enredo que eu já descobri antes da apresentação terminar.
Gráfico
Bem o jogo é em Unreal engine, ou seja personagens meio plásticos, mas isso até que não é um defeito, o cenário e genial, cheio de detalhes. Até parece um ambiente plausível (só faltaram banheiros nas instalações). Além disso eles são amplos bem desenhados (as vezes forçados, mas a gente perdoa). Pelo menos para mim que jogo muito videogame não tenho o que falar de Unreal engine, mas posso resumir que os gráficos são deliciosamente bons e muito detalhados. 9/10
Jogabilidade
Esse é um ponto fortissímo do jogo, ele mistura o beat'n up clássico com um stelath decente e tudo muito divertido, chega uma hora que você acha que deveriam ter mais inimigos no jogo. Isso fora as partes de exploração que, graças ao Charada, se tornam bem divertidas e desafiantes (mesmo depois do Batman ter acesso a todos os brinquedos).
O combate é muito bom! talvez a parte mais embasbacante do jogo, ele é simples 1 botão de porrada, 1 botão de conter e 1 botão para abrir a guarda do oponente. Tudo simples os combos e os couters são feitos automaticalmente, pode até parecer fácil mas não é. No final temos um sitema muito divertido.
Os outros estilos de jogo também são muito bons o stealth é meio "fácil demais" e a exploração fica meio qualquer coisa utilizando-se de uma habilidade do batman, mas mesmo assim acho que a jogabilidade fica com um 10/10 pela fluidez e facilidade dos controles.
Diversão
Bem, para começar eu quero conhecer as modelos que inspiraram a Hera Venenosa e a Arlequina porque nossa senhora. Mas voltando. Como eu disse antes graças aos controles as jogabilidades diferentes ao longo do jogo, ao Charada esse jogo é muito divertido, do tipo que você não percebe o tempo passar (isso aconteceu uma vez durante a jogatina). Fora que esses enigmas do Curinga revelam biografias dos personagens do universo o que te estimula mais a procura-los. E além do mais é sempre interessante saber que o Batman tem um reflexo maligno (um cara que viu os pais serem mortos por policiais quando criança) e que o Pinguim é expert em luta corpo-a-corpo. Só faltou a mulher gato e a filha do Raz'al Ghul. Novamente ele ganha um 10/10

Considerações Finais
Se você é, foi ou vai ser fã do Batman COMPRE ESSE JOGO. Sério.
Até mais gente, sei que ficou corrido mas eu queria ser mais sucinto nos reviews de jogo que eu faço, nem todo mundo que lê isso e gamemaniaco como eu.

Mas infelizmente não foi dessa vez, vou falar de algo que conheço quase que completamente.
Vou falar do jogo do Bátima!
Para começar esse jogo veio para atender aos meus clamores de um batman mais perto dos quadrinhos do que o atual. Se você só conhece o Batman pelos filmes novos tenho uma má notícia para você, o Coringa é um sociopata muito inteligente e com um plano e o batman e um cara enorme que não usa nenhuma armadura e a única coisa que o separa da morte certa é o bom censo e a faixa preta em cada arte marcial conhecida pelo homem. Mas vamos começar logo:História
A história de Arkham Asylum é boa. Ela não é nada como "Piada Mortal" ou algo do mesmo nível com os personagens do universo do Batman mas mesmo assim ela é muito boa, bem amarrada e estimulante. Cada pedaço, cada descoberta e reviravolta é emocionante. Num resumo eu posso adiantar. Dia normal na vida do bátima ele prende o Coringa e está levando ele direto para o asilo (no mundo do Batman criminosos não são julgados) só que ele esta com um pessímo feeling com relação a isso já que o Coringa parece que se deixou capturar. Lá dentro do asilo o bátima confirma a suspeita já que o coringa escapa e põe em prática seu plano de controlar o sanatório e cabe ao morcegão concertar a merda, realmente nada muito brilhante mas pelo menos com esse plot é possivel que cada chefão do jogo seja um grande vilão do Batman (mas faltou o Pinguim!). Dou 8/10 para a história por causa de uma ou duas obviedades no enredo que eu já descobri antes da apresentação terminar.
GráficoBem o jogo é em Unreal engine, ou seja personagens meio plásticos, mas isso até que não é um defeito, o cenário e genial, cheio de detalhes. Até parece um ambiente plausível (só faltaram banheiros nas instalações). Além disso eles são amplos bem desenhados (as vezes forçados, mas a gente perdoa). Pelo menos para mim que jogo muito videogame não tenho o que falar de Unreal engine, mas posso resumir que os gráficos são deliciosamente bons e muito detalhados. 9/10
Jogabilidade
Esse é um ponto fortissímo do jogo, ele mistura o beat'n up clássico com um stelath decente e tudo muito divertido, chega uma hora que você acha que deveriam ter mais inimigos no jogo. Isso fora as partes de exploração que, graças ao Charada, se tornam bem divertidas e desafiantes (mesmo depois do Batman ter acesso a todos os brinquedos).
O combate é muito bom! talvez a parte mais embasbacante do jogo, ele é simples 1 botão de porrada, 1 botão de conter e 1 botão para abrir a guarda do oponente. Tudo simples os combos e os couters são feitos automaticalmente, pode até parecer fácil mas não é. No final temos um sitema muito divertido.
Os outros estilos de jogo também são muito bons o stealth é meio "fácil demais" e a exploração fica meio qualquer coisa utilizando-se de uma habilidade do batman, mas mesmo assim acho que a jogabilidade fica com um 10/10 pela fluidez e facilidade dos controles.
Diversão

Bem, para começar eu quero conhecer as modelos que inspiraram a Hera Venenosa e a Arlequina porque nossa senhora. Mas voltando. Como eu disse antes graças aos controles as jogabilidades diferentes ao longo do jogo, ao Charada esse jogo é muito divertido, do tipo que você não percebe o tempo passar (isso aconteceu uma vez durante a jogatina). Fora que esses enigmas do Curinga revelam biografias dos personagens do universo o que te estimula mais a procura-los. E além do mais é sempre interessante saber que o Batman tem um reflexo maligno (um cara que viu os pais serem mortos por policiais quando criança) e que o Pinguim é expert em luta corpo-a-corpo. Só faltou a mulher gato e a filha do Raz'al Ghul. Novamente ele ganha um 10/10

Considerações Finais
Se você é, foi ou vai ser fã do Batman COMPRE ESSE JOGO. Sério.
Até mais gente, sei que ficou corrido mas eu queria ser mais sucinto nos reviews de jogo que eu faço, nem todo mundo que lê isso e gamemaniaco como eu.
E para finalizar, falem com o Batman!

sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Voltei, mas não como antes
Olá a todos!
Novamente o boteco vem ficando mais minguado na audiência. Culpa minha que perdi minha capacidade de discorrer de forma eficiente sobre absolutamente porra nenhuma. Culpa de vocês que não me cobraram mais ironias e besteiras nos comentários (estou falando com vocês três que comentam). E finalmente culpa de outras coisas que ocupam minha cabeça e que me impedem de fazer analogias bestas, comparações fora de propósito e bolar textos que em sua vontade de ser mirabolantes se perdem em vazios proporcionados pela minha própria ineficiência como interlocutor das minhas próprias idéias.
Mas talvez seja hora de mudar.
Novos paradigmas da ficção científica
Sabem, de tempos em tempos surge algum filme que faz que o conceito de ficção seja redefinido. 2001, Alien, Exterminador 2 e Matrix são exemplos que eu me lembro de cabeça. Todos eles a sua maneira mostraram como os próximos deveria ser e de certa forma (exceto talvez por T2 e 2001) são filmes completos, daqueles que podem te divertir ou fazer pensar. Faz algum tempo que não sai nenhuma filme assim para dar uma renovada no gênero (para mim o último foi Exterminio). Eis que então surge o motivo desse paragráfo, o Distrito 9. Não quero escrever muito sobre o filme, pois ele só vai entrar em cartaz em outubro por aqui, mas posso falar que eu tenho expectativas muito boas sobre ele. Basicamente o filme é sobre a minha visão de uma invasão alienígena. Tenho expectativas até demais e pelo que vi sobre o filme elas serao atendidas.
Novamente o boteco vem ficando mais minguado na audiência. Culpa minha que perdi minha capacidade de discorrer de forma eficiente sobre absolutamente porra nenhuma. Culpa de vocês que não me cobraram mais ironias e besteiras nos comentários (estou falando com vocês três que comentam). E finalmente culpa de outras coisas que ocupam minha cabeça e que me impedem de fazer analogias bestas, comparações fora de propósito e bolar textos que em sua vontade de ser mirabolantes se perdem em vazios proporcionados pela minha própria ineficiência como interlocutor das minhas próprias idéias.
Mas talvez seja hora de mudar.
Novos paradigmas da ficção científica
Sabem, de tempos em tempos surge algum filme que faz que o conceito de ficção seja redefinido. 2001, Alien, Exterminador 2 e Matrix são exemplos que eu me lembro de cabeça. Todos eles a sua maneira mostraram como os próximos deveria ser e de certa forma (exceto talvez por T2 e 2001) são filmes completos, daqueles que podem te divertir ou fazer pensar. Faz algum tempo que não sai nenhuma filme assim para dar uma renovada no gênero (para mim o último foi Exterminio). Eis que então surge o motivo desse paragráfo, o Distrito 9. Não quero escrever muito sobre o filme, pois ele só vai entrar em cartaz em outubro por aqui, mas posso falar que eu tenho expectativas muito boas sobre ele. Basicamente o filme é sobre a minha visão de uma invasão alienígena. Tenho expectativas até demais e pelo que vi sobre o filme elas serao atendidas.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Gripe suína
Acho que é desncessário introduzir você leitor ao assunto, ele é muito bem comentado por ai por pessoas com mais propriedade que eu. Estou aqui mais só para preencher as fileiras do blog com posts inutéis do que informar.
Tenho tempo para isso já que o reinicio de minhas aulas foi adiado para daqui a duas semanas por causa da gripe.
Ou seja talvez a frequência de posts do blog aumente um pouquinho nessas duas semanas.
Tenho tempo para isso já que o reinicio de minhas aulas foi adiado para daqui a duas semanas por causa da gripe.
Ou seja talvez a frequência de posts do blog aumente um pouquinho nessas duas semanas.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
5 reais para comer
Acordei cedo hoje, para me me distrair de manhã fiquei vendo programas de culinária nos tubes da vida, fiquei com fome, não tinha comida na geladeira, percebi uqe tinha uma última nota de 5 reais na carteira. Vou fazer HotWings.
Antes de mais nada os ingredientes:
1 bandeija de asas de frango;
farinha pra cacete;
algum molho de pimenta (meio frasco (ou mais se você quiser as asinhas mais quentes));
sal;
um punhado alecrim (seco);
um punhado cominho (seco)
Num pilão moa o alecrim e o cominho até virar pó. Em uma tigela jogue com o sal, o molho de pimenta (eu usei taco), a mistura de temperos e as asinhas e misture bem (coloque um pouco de óleo nas asinhas nessa parte).
Em um saco (eu usei um daqueles sacos de frutas que tem nos supermercados) cheio de farinha jogue as asinhas e misture até cobrir tudo.
Em uma assadeira coloque uma folha de papel aluminio e passe óleo nela, ponha as asas e com um pincel passe óleo.
Ponha a assadeira no forno a média temperatura.
Pronto, meia hora de cada lado e já era.
Antes de mais nada os ingredientes:
1 bandeija de asas de frango;
farinha pra cacete;
algum molho de pimenta (meio frasco (ou mais se você quiser as asinhas mais quentes));
sal;
um punhado alecrim (seco);
um punhado cominho (seco)
Num pilão moa o alecrim e o cominho até virar pó. Em uma tigela jogue com o sal, o molho de pimenta (eu usei taco), a mistura de temperos e as asinhas e misture bem (coloque um pouco de óleo nas asinhas nessa parte).
Em um saco (eu usei um daqueles sacos de frutas que tem nos supermercados) cheio de farinha jogue as asinhas e misture até cobrir tudo.
Em uma assadeira coloque uma folha de papel aluminio e passe óleo nela, ponha as asas e com um pincel passe óleo.
Ponha a assadeira no forno a média temperatura.
Pronto, meia hora de cada lado e já era.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Coisas para se fazer na calmaria 2: Mangas
Infelizmente (ou não) o estilo dos quadrinhos orientais é meio que esteriotipado por grandes contribuições para a humanidade como Naruto e Pokémon (não que eles sejam ruins (principalmente de você os lê na idade certa), mas eles já me encheram) fazendo com que muitas pessoas deixem de garimpar em busca de histórias que lhe agradem, o que é uma pena. Bem esqueci de contar com a barreira da língua na frase anterior mas é só porque eu conheço sites como o MangaFox ou o Onemanga. Esses sites traduzem muitos mangas e os disponibilizam para leitura online ou download, a não ser que você esteja procurando algum manga licenciado em terras norte americanas você encontrará quase todos os títulos imagináveis (e outros que você não queria imaginar).
Vou fazer uma lista rápida do que me esta entretendo nessa calmaria.
Ubel Blatt: De longe o meu melhor "achado". É uma história de fantasia medieval nela um grupo chamado "Lanças da Traição" está causando na fronteiras de um reino protegido por sete heróis. No meio disso surje um meio-elfo foda pra caralho que talvez consiga deter os Lanças da Traição. Tem violência pra caralho e putaria.
Tokyo Akazukin: Uma chapéuzinha vermelho, masoquista, imortal, sociopata e fofa num mundo decrépito e corrupto. Contém sexo, violência, gore, lolicon e tudo mais. Além de que a menina fantasia sexualmente em ser devorada (no mau sentido) pelo lobo.
Freesia: Tenho medo de ficções que envolvam um Japão totalitarista. Nesse mundo o assassinato por vingança foi legalizado e o personagem principal (um maluco foda) arrajou o trabalho de dar cabo dessas execuções. E além disso o Japão esta em guerra. Violência e sexo a rodo.
Akumetsu: Nesse mangá os corruptos do Japão não cometem suicidio político quando são pegos, ao invés disso eles são suicidados pra valer pelo "herói". Só violência dessa vez, tem umas cenas ecchi mas nada como nos mangás acima.
City Hunter: O Jackie Chan fez uma adaptação para o cinema desse manga. Mais não direi. Tem violência e putaria.
Angel Heart: Spin off do City Hunter, tem um spoiler foda logo na descrição oficial, esteja avisado.
Bem são só esses infelizmente eu tenho um gosto por mangas sacanas mas em geral os que eu gosto são bem menos apelativos que a velha fórmula do loser com 28 gostosas que querem dar pra ele mas o socam se ele vê os peitos dela. Boa leitura!
Vou fazer uma lista rápida do que me esta entretendo nessa calmaria.
Ubel Blatt: De longe o meu melhor "achado". É uma história de fantasia medieval nela um grupo chamado "Lanças da Traição" está causando na fronteiras de um reino protegido por sete heróis. No meio disso surje um meio-elfo foda pra caralho que talvez consiga deter os Lanças da Traição. Tem violência pra caralho e putaria.
Tokyo Akazukin: Uma chapéuzinha vermelho, masoquista, imortal, sociopata e fofa num mundo decrépito e corrupto. Contém sexo, violência, gore, lolicon e tudo mais. Além de que a menina fantasia sexualmente em ser devorada (no mau sentido) pelo lobo.
Freesia: Tenho medo de ficções que envolvam um Japão totalitarista. Nesse mundo o assassinato por vingança foi legalizado e o personagem principal (um maluco foda) arrajou o trabalho de dar cabo dessas execuções. E além disso o Japão esta em guerra. Violência e sexo a rodo.
Akumetsu: Nesse mangá os corruptos do Japão não cometem suicidio político quando são pegos, ao invés disso eles são suicidados pra valer pelo "herói". Só violência dessa vez, tem umas cenas ecchi mas nada como nos mangás acima.
City Hunter: O Jackie Chan fez uma adaptação para o cinema desse manga. Mais não direi. Tem violência e putaria.
Angel Heart: Spin off do City Hunter, tem um spoiler foda logo na descrição oficial, esteja avisado.
Bem são só esses infelizmente eu tenho um gosto por mangas sacanas mas em geral os que eu gosto são bem menos apelativos que a velha fórmula do loser com 28 gostosas que querem dar pra ele mas o socam se ele vê os peitos dela. Boa leitura!
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Eu juro que não sabia (ou o poder da autoenganação)
Sabem, o processo de escrever um post no boteco é algo um tanto quanto aleatório, no começo antes de começar a escrever essas linhas duas notícias me chamaram a atenção. Essa e principalmente essa e sua continuação espiritual que é essa. Olhando os comentários (não todos) deixados principalmente nos dois últimos tópicos me fez reconsiderar o intuito original do menu de hoje aqui na bodega.
Como sempre mudando de assunto do óbvio para impensável também não vou falar da consequência óbvia da leitura dos dois últimos links que eu mandei (e essa consequência óbvia, para aqueles que não a tiveram, é sobre o seu o nosso jeitinho) falarei de uma relação (talvez não proposital até) dele com um sentimento de autoenganação da alegada ingenuidade ou até mesmo inocência que a maioria das pessoas que mergulham de cabeça num negócio duvidoso alegam. É claro sempre tem aqueles que farejam maracutaia e mesmo assim vão e aqueles que são legitimamente enganados, mas tal que as pontas de uma gaussiana esse pessoal é minoria, o miolo é bem mais, digamos, digno de pena.
Resumindo os links que eu já disse em uma frase: Ao que tudo indica um cara conseguiu o número de alguns cartões de crédito americanos, esperto que só ele este supostamente bola o seguinte esquema: Faz um anúncio no mercado livre oferencendo créditos para uma loja virtual a valores abaixo do mercado, por exemplo $50=R$50. No começo o povo desconfiou, depois do boi de piranha ter passado pelo riacho intacto a massa avançou sem dó no "impérdivel" promoção. E no começo tudo foi bom. Mas agora a merda subiu. E quem comprou se dividiu em quem não admite a merda, quem admite a merda e quem se fez (ou não) de desintendido.
Os desentendidos clamam que foram enganados e que legitimamente comprar um produto acreditando na boa fé do vendedor. Bem eu poderia parar de falar deles apenas falando que muitas pessoas usaram o argumento que se alguém pode baixar um mp3 porque ele não pode comprar algo com preços ligeiramente impráticáveis.
Mas infelizmente se eu parasse ai o post iria ser curto demais e não irira esgotar a paciência de meus leitores, em suma, ele não teria graça.
O que me espanta e o fervor que esses caras tem em se afirmar inocentes no negócio, e tenho de relatar que pelo que eles escrevem eles realmente acreditam nessa inocência. Isso é uma discussão de algo muito mais básico que o jeitinho.
Convenhemos quando eu o uso eu sei muito bem que estou fazendo algo no mínimo não usual, eu sei que podem haver consequências inesperadas e estou preparado para redmilias caso seja nescessário (bem eu tento fazer isso na maioria das vezes).
Esse pessoal além de não admitir que tinha noção de que algo estava errado ainda quer se fazer de lesado (não que elas não tenham sido (pelo menos nos termos legais de uma transação)) e quer buscar seus direitos. O que é grave. Me faz pensar que a linha deles está mais para uma faixa (o que não vou julgar errado já que minha linha de certa forma também é uma faixa) é que eles perderam o senso de que uma empresa é uma instituição que participa da sociedade. Estou dizendo que eles realmente acham que o direito de uma pessoa é superior a de uma empresa (sei que parece uma volta grande mas de alguma forma esse pensamento tem algum sentido para mim) e que esta tem de ficar alheia a acontecimentos externos que tenham relação com ela (como um anúncio errado ou trambique na hora de colocar créditos virtuias) e esse tipo de pensamento é preucupante de certa forma. Mas voltando. O que eu acho revoltante também é a forma que essas pessoas classificam o que fizeram. Comparando a possivel fraude do cara com download de mp3's do ponto de vista que uma pessoa que assiste seu seriado favorito por meios duvidosos não pode duvidar da legitimidade de uma pessoa que vende um produto abaixo do valor de mercado (cometendo fraude nessa venda). Realmente tenho de ler mais a opinião dessas pessoas, de certa forma fiquei curioso.
Engraçado lembrei de um amigo meu me chamando de trouxa por comprar jogos originais.
E o pior de tudo. Pelo que eu li do primeiro link que eu postei isso não é pensado só por aqui.
Como sempre mudando de assunto do óbvio para impensável também não vou falar da consequência óbvia da leitura dos dois últimos links que eu mandei (e essa consequência óbvia, para aqueles que não a tiveram, é sobre o seu o nosso jeitinho) falarei de uma relação (talvez não proposital até) dele com um sentimento de autoenganação da alegada ingenuidade ou até mesmo inocência que a maioria das pessoas que mergulham de cabeça num negócio duvidoso alegam. É claro sempre tem aqueles que farejam maracutaia e mesmo assim vão e aqueles que são legitimamente enganados, mas tal que as pontas de uma gaussiana esse pessoal é minoria, o miolo é bem mais, digamos, digno de pena.
Resumindo os links que eu já disse em uma frase: Ao que tudo indica um cara conseguiu o número de alguns cartões de crédito americanos, esperto que só ele este supostamente bola o seguinte esquema: Faz um anúncio no mercado livre oferencendo créditos para uma loja virtual a valores abaixo do mercado, por exemplo $50=R$50. No começo o povo desconfiou, depois do boi de piranha ter passado pelo riacho intacto a massa avançou sem dó no "impérdivel" promoção. E no começo tudo foi bom. Mas agora a merda subiu. E quem comprou se dividiu em quem não admite a merda, quem admite a merda e quem se fez (ou não) de desintendido.
Os desentendidos clamam que foram enganados e que legitimamente comprar um produto acreditando na boa fé do vendedor. Bem eu poderia parar de falar deles apenas falando que muitas pessoas usaram o argumento que se alguém pode baixar um mp3 porque ele não pode comprar algo com preços ligeiramente impráticáveis.
Mas infelizmente se eu parasse ai o post iria ser curto demais e não irira esgotar a paciência de meus leitores, em suma, ele não teria graça.
O que me espanta e o fervor que esses caras tem em se afirmar inocentes no negócio, e tenho de relatar que pelo que eles escrevem eles realmente acreditam nessa inocência. Isso é uma discussão de algo muito mais básico que o jeitinho.
Convenhemos quando eu o uso eu sei muito bem que estou fazendo algo no mínimo não usual, eu sei que podem haver consequências inesperadas e estou preparado para redmilias caso seja nescessário (bem eu tento fazer isso na maioria das vezes).
Esse pessoal além de não admitir que tinha noção de que algo estava errado ainda quer se fazer de lesado (não que elas não tenham sido (pelo menos nos termos legais de uma transação)) e quer buscar seus direitos. O que é grave. Me faz pensar que a linha deles está mais para uma faixa (o que não vou julgar errado já que minha linha de certa forma também é uma faixa) é que eles perderam o senso de que uma empresa é uma instituição que participa da sociedade. Estou dizendo que eles realmente acham que o direito de uma pessoa é superior a de uma empresa (sei que parece uma volta grande mas de alguma forma esse pensamento tem algum sentido para mim) e que esta tem de ficar alheia a acontecimentos externos que tenham relação com ela (como um anúncio errado ou trambique na hora de colocar créditos virtuias) e esse tipo de pensamento é preucupante de certa forma. Mas voltando. O que eu acho revoltante também é a forma que essas pessoas classificam o que fizeram. Comparando a possivel fraude do cara com download de mp3's do ponto de vista que uma pessoa que assiste seu seriado favorito por meios duvidosos não pode duvidar da legitimidade de uma pessoa que vende um produto abaixo do valor de mercado (cometendo fraude nessa venda). Realmente tenho de ler mais a opinião dessas pessoas, de certa forma fiquei curioso.
Engraçado lembrei de um amigo meu me chamando de trouxa por comprar jogos originais.
E o pior de tudo. Pelo que eu li do primeiro link que eu postei isso não é pensado só por aqui.
sábado, 4 de julho de 2009
Coisas para se fazer na calmaria 1: Seriados novos
Entrei em férias, periodo de calmaria. Não que minha malevola vida idílica não me deixe pouco ocupado, mas é sempre bom ter menos coisas a fazer. Nesse período onde nada ou pouco ocorre para mim costumo a experimentar coisas novas. E antes de fazer minha maratona rumo ao troféu de platina do Killzone falarei de um seriado novo que comecei a assistir e gostei muito.

Life conta a história de um policial que passou 12 anos preso injustamente e conseguiu uma revisão do caso, após ser liberado e ganhar uma grande indenização ele volta para a polícia (como detetive da divisão de homicídios) como parte do acordo de indenização. A partir desse ponto a história se desenrola, óbviamente parte de seus colegas aacha que ele quer se vingar da polícia e outras coisas.
O interessante dessa série e o próprio personagem na década que ele passou na prisão ele leu muito sobre a cultura oriental o que o transformou num seguidor da disciplina Zen ocidental (que nada mais é que disciplina zen de botique para vender) além de ter levado mais de 200 pontos en todo o corpo devido aos constantes ataques no presídio. Isso faz com que ele tenha um ponto de vista completamente diferente além de encarar as coisas de forma não usual.
A o protagosnista também é muito bem apessoado. :p
Bem está ai minha dica de seriado para assistir nas férias (ou no seu tempo livre (o que você estiver tendo agora)). Qualquer coisa a comentar sobre Life use os comentários. XD
Life

Life conta a história de um policial que passou 12 anos preso injustamente e conseguiu uma revisão do caso, após ser liberado e ganhar uma grande indenização ele volta para a polícia (como detetive da divisão de homicídios) como parte do acordo de indenização. A partir desse ponto a história se desenrola, óbviamente parte de seus colegas aacha que ele quer se vingar da polícia e outras coisas.
O interessante dessa série e o próprio personagem na década que ele passou na prisão ele leu muito sobre a cultura oriental o que o transformou num seguidor da disciplina Zen ocidental (que nada mais é que disciplina zen de botique para vender) além de ter levado mais de 200 pontos en todo o corpo devido aos constantes ataques no presídio. Isso faz com que ele tenha um ponto de vista completamente diferente além de encarar as coisas de forma não usual.
A o protagosnista também é muito bem apessoado. :p
Bem está ai minha dica de seriado para assistir nas férias (ou no seu tempo livre (o que você estiver tendo agora)). Qualquer coisa a comentar sobre Life use os comentários. XD
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Só para não dizer que não falei da greve
Parece que virou moda, é só ter uma balbúrdia na USP que chove texto em blog sobre o assunto. Como sou maria-vai-com-as-outras pensei: "Por que não?" e logo em seguida estava aqui digitando essas singelas linhas que espero que te faça rir pra caralho dessa situação que eu e os estudantes de lá passam de vez em quando.
Para começar vou pular todo o argumento de representatividade da greve e mimimis generalizados com uma única frase.
Os estudantes a favor da greve são sim minoria.
Não adianta falar que na assembléia geral dos vagab... digo estudantes o "sim" a greve venceu. A esmagadora maioria dos uspianos caga para essas assembléias, seja por discordar das idéias ou seja por achar nojento que haja participação de partidos políticos nos movimentos estudantis (entre outros (tais quais falta de interece e até mesmo aquela nada importante P3 que vai decidir o semestre)).
Bem acho que deixei claro que não concordo com a grande parte das coisas que essa minoria faz. Alias realmente não entendo como essa minoria se tornou tão radical (ou mimada (depende só do ponto de vista).
Agora um pequeno resumo da greve: É epóca de reajuste salarial (mesmo sabendo que um funcionario público ganha mais que um trabalhador do setor privado em cargo equivalente acho justo pedir um aumento (não abusivo) sempre que possível (e de maneira civilizada)), ou seja greve, já que o SINTUSP grita melhor do que trabalha. Junte isso ao fato de que seu (nem tão) carismático líder que acha que coerção é um ótimo meio de convencer delicadamente quem não aderiu a paralização a parar de trabalhar foi demitido (por justa causa). E pronto, temos uma greve de funcionários tr00.
A função de uma greve é atrapalhar o andamento das funções de uma instituição para que o retorno aos postos de trabalho seja usado como moeda de troca ddo sindicato. Como em geral quem é atrapalhado são os estudantes a greve anual do sintusp não causa muito incomodo. Por isso de tempos em tempos o sintusp tem de recorrer a ajuda de seus companheiros de causa, os estudantes. (Tem algo errado nessa frase, mas eu não sei o que é)
Sejemos francos, a greve dos alunos é só para fazer barulho. Todas as reividicações dos "estudantes" são passíveis de serem resolvidas apenas com dialógo. Mas como eu mesmo li em um dos jornais que circulam pela USP. O piquete é a única forma de "luta".
Como o piquete é a única forma de luta é óbvio que o animo dos grevistas é um pouco mais exaltado do que deveria e isso culmina em todos os outros textos de todos os outros blogs que você leu por ai. Como todo mundo já escreveu sobre a polícia batendo nos alunos vou me dar ao luxo de pular essa parte.
Quero falar sobre outra coisa.
Se você perdeu seu tempo por ai provavelmente já leu que a entrada daPM no campus é "a volta da ditadura" e que a época da repressão ao livre pensamento dentro da universidade vai voltar.
Porra suas viúvas da ditadura!
Estamos na porra do ano de 2009 achar que a polícia é um órgão repressor é bullshit. A polícia (pelo menos na sociedade que eu vivo) é um órgão regulador (sim eu sei, ela é mal estruturada, possivelmente corrompida e antiquada) mas ela é um órgão regulador que tem o dever de garantir que qualquer minoria tenha direito a voz desde que não atrapalhe (ou mesmo intimide) a outra parte que não concorda com os meios de "luta" dos piqueteiros. Além de que esse órgão regulador deve ser respeitado pela sociedade, o desrespeito a polícia (também conhecido como desacato) é crime e deve ser reprimido, com gás lacrimogênio se preciso.
O que aconteceu não foi um retrocesso na liberdade dos estudantes. O que aconteceu foi consequencia dos atos impensados de uma menoria radical, violenta, inflexível e muito mas muito barulhenta mesmo. Que confunde estudar com politicar e acha que sua opinião de mundo é a certa e quem não concordar é um ____________ (insira seu xingamento favorito aos fascistas, reacionários, hipocritas, filhinhos-de-papai, niilistas (isso eu sou mesmo), egoístas e tudo mais aqui). Essa minoria que da má fama aos uspianos por ai.
Essa minoria que merecidamente levou borrachada. Essa minoria que consegue ser convencida com falácias a estragar a minha univercidade.
Para começar vou pular todo o argumento de representatividade da greve e mimimis generalizados com uma única frase.
Os estudantes a favor da greve são sim minoria.
Não adianta falar que na assembléia geral dos vagab... digo estudantes o "sim" a greve venceu. A esmagadora maioria dos uspianos caga para essas assembléias, seja por discordar das idéias ou seja por achar nojento que haja participação de partidos políticos nos movimentos estudantis (entre outros (tais quais falta de interece e até mesmo aquela nada importante P3 que vai decidir o semestre)).
Bem acho que deixei claro que não concordo com a grande parte das coisas que essa minoria faz. Alias realmente não entendo como essa minoria se tornou tão radical (ou mimada (depende só do ponto de vista).
Agora um pequeno resumo da greve: É epóca de reajuste salarial (mesmo sabendo que um funcionario público ganha mais que um trabalhador do setor privado em cargo equivalente acho justo pedir um aumento (não abusivo) sempre que possível (e de maneira civilizada)), ou seja greve, já que o SINTUSP grita melhor do que trabalha. Junte isso ao fato de que seu (nem tão) carismático líder que acha que coerção é um ótimo meio de convencer delicadamente quem não aderiu a paralização a parar de trabalhar foi demitido (por justa causa). E pronto, temos uma greve de funcionários tr00.
A função de uma greve é atrapalhar o andamento das funções de uma instituição para que o retorno aos postos de trabalho seja usado como moeda de troca ddo sindicato. Como em geral quem é atrapalhado são os estudantes a greve anual do sintusp não causa muito incomodo. Por isso de tempos em tempos o sintusp tem de recorrer a ajuda de seus companheiros de causa, os estudantes. (Tem algo errado nessa frase, mas eu não sei o que é)
Sejemos francos, a greve dos alunos é só para fazer barulho. Todas as reividicações dos "estudantes" são passíveis de serem resolvidas apenas com dialógo. Mas como eu mesmo li em um dos jornais que circulam pela USP. O piquete é a única forma de "luta".
Como o piquete é a única forma de luta é óbvio que o animo dos grevistas é um pouco mais exaltado do que deveria e isso culmina em todos os outros textos de todos os outros blogs que você leu por ai. Como todo mundo já escreveu sobre a polícia batendo nos alunos vou me dar ao luxo de pular essa parte.
Quero falar sobre outra coisa.
Se você perdeu seu tempo por ai provavelmente já leu que a entrada daPM no campus é "a volta da ditadura" e que a época da repressão ao livre pensamento dentro da universidade vai voltar.
Porra suas viúvas da ditadura!
Estamos na porra do ano de 2009 achar que a polícia é um órgão repressor é bullshit. A polícia (pelo menos na sociedade que eu vivo) é um órgão regulador (sim eu sei, ela é mal estruturada, possivelmente corrompida e antiquada) mas ela é um órgão regulador que tem o dever de garantir que qualquer minoria tenha direito a voz desde que não atrapalhe (ou mesmo intimide) a outra parte que não concorda com os meios de "luta" dos piqueteiros. Além de que esse órgão regulador deve ser respeitado pela sociedade, o desrespeito a polícia (também conhecido como desacato) é crime e deve ser reprimido, com gás lacrimogênio se preciso.
O que aconteceu não foi um retrocesso na liberdade dos estudantes. O que aconteceu foi consequencia dos atos impensados de uma menoria radical, violenta, inflexível e muito mas muito barulhenta mesmo. Que confunde estudar com politicar e acha que sua opinião de mundo é a certa e quem não concordar é um ____________ (insira seu xingamento favorito aos fascistas, reacionários, hipocritas, filhinhos-de-papai, niilistas (isso eu sou mesmo), egoístas e tudo mais aqui). Essa minoria que da má fama aos uspianos por ai.
Essa minoria que merecidamente levou borrachada. Essa minoria que consegue ser convencida com falácias a estragar a minha univercidade.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Macarrão Fusão
O nome rima!
Ele se chama fusão pois misturei duas receitas completamentes diferentes de molho. Elas tinham quase o mesmo ki e foi isso que permitiu que elas se fundissem em uma só coisa muito mais foda que as duas originais.
Ai vai os ingredientes:
Depois que a dose subir deixe a massa sendo feita. Corte o bife, a pancheta, o shitake e a abobrinha. O formato do corte fica a sua escolha mas quem tem bônus de destreza pode tentar cortar um shitake em forma de smile, coração, coelhinho, dragão chinês ou Davi.
Em quanto isso pegue panela coloque um pouco de azeite, shitake e uma pitada do sal, deixe-o em fogo minímo até toda a água do cogumelo sair. Depois que o fungo começar a fritar no óleo coloque o destilado e espere reduzir jogue o alho na panela e logo em seguida o caldo, a pimenta e o açúcar, deixe reduzir.
Em outra panela jogue um fio de azeite e frite o bacon/pancheta depois disso jogue o bife cortado e mexa-os até o bife mudar de cor, em seguida jogue a abobrinha, mecha um pouco (a panela, não va ficar rebolando em quanto olha para a panela) e jogue um "dash" de água lá, reduza o fogo. Um dash é algo como "um pouquinho" mas essa tradução não me agrada muito então prefiro falar um dash mesmo.
Nessa hora o macarrão já deve estar pronto e o shitake ja deve ter reduzido. Escorra o macarrão e jogue o molho de shitake na panela com as carnes. Mecha um pouco e jogue o creme de leite, desligue o fogo e jogue um pouco de sua massa lá.
Está pronto e se você não gostar, se fudeu. Quem mandou seguir as receitas que eu invento. XD
Ele se chama fusão pois misturei duas receitas completamentes diferentes de molho. Elas tinham quase o mesmo ki e foi isso que permitiu que elas se fundissem em uma só coisa muito mais foda que as duas originais.
Ai vai os ingredientes:
- meio pacote de qualquer tipo de macarrão;
- uma embalagem de creme de leite;
- 250 ml de caldo de galinha;
- duas doses de seu destilado preferido;
- uma abobrinha;
- uma bandeja de shitake;
- um bife picado;
- a mesma quantidade de bife em bacon ou pancheta em cubos;
- alho picado;
- sal marinho;
- pimenta (usei pimenta vermelha asiatica, mas acho que pimenta preta ou aquele mix que ja vem num moedor também combinariam);
- queijo parmesão;
- açúcar.
Depois que a dose subir deixe a massa sendo feita. Corte o bife, a pancheta, o shitake e a abobrinha. O formato do corte fica a sua escolha mas quem tem bônus de destreza pode tentar cortar um shitake em forma de smile, coração, coelhinho, dragão chinês ou Davi.
Em quanto isso pegue panela coloque um pouco de azeite, shitake e uma pitada do sal, deixe-o em fogo minímo até toda a água do cogumelo sair. Depois que o fungo começar a fritar no óleo coloque o destilado e espere reduzir jogue o alho na panela e logo em seguida o caldo, a pimenta e o açúcar, deixe reduzir.
Em outra panela jogue um fio de azeite e frite o bacon/pancheta depois disso jogue o bife cortado e mexa-os até o bife mudar de cor, em seguida jogue a abobrinha, mecha um pouco (a panela, não va ficar rebolando em quanto olha para a panela) e jogue um "dash" de água lá, reduza o fogo. Um dash é algo como "um pouquinho" mas essa tradução não me agrada muito então prefiro falar um dash mesmo.
Nessa hora o macarrão já deve estar pronto e o shitake ja deve ter reduzido. Escorra o macarrão e jogue o molho de shitake na panela com as carnes. Mecha um pouco e jogue o creme de leite, desligue o fogo e jogue um pouco de sua massa lá.
Está pronto e se você não gostar, se fudeu. Quem mandou seguir as receitas que eu invento. XD
quarta-feira, 20 de maio de 2009
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Diversão 101
Na verdade esse não é um post sobre diversão, talvez seja mais adequado dizer que esse texto é de como se divertir. Ou talvez até do tipo de diversão que algo pode oferecer-lhe.
Divertimento é algo muito pessoal, como toda forma de manifestação cultural (aposto que você não achou que eu iria tão longe) a interpretação de algo como divertido depende muito das próprias experiências da pessoa.
É claro, sempre tem aqueles que fecham os olhos e tapam os ouvidos gritando num coro uníssono que algo que eles não vem o minimo de graça ou sentido e o suprasumo do ápice da expressão cultural de determinado negócio (filmes franceses mudos (malditos do inferno)) é de fato muito legal (e por muitas vezes melhor que todo o resto). Por outro lado tem aqueles que passam tanto tempo com o cerébro em standy by que as partes dele responsáveis pela interpretação de qualquer de conteudo útil ficaram podres e caíram da massa cinza inerte onde frivolidades bóiam, afundam e, por fim, se afogam de forma contínua, para sempre dar lugar a uma frivolidade nova e reciclada proporcionada pela "cultura de massa" (ou horror (você escolhe a definição que mais lhe agrada)).
Sabendo da existência de tantos pontos de vistas diferentes é muito interessante imaginar como todos eles olhariam para uma mesma coisa. Sabe uma coisa divertida é algo que pode ser apreciado pelas mais diversas pessoas e apreciadas da mesma forma. Por exemplo, pode-se pensar em Matrix como um filme kung fu bom pra caralho, um ciberpunk básico ou mesmo uma profunda crítica aos dias de hoje falando de virtualização quase que completa de alguns aspectos da vida comum. Eu mesmo basicamente só conheço gente de fora da minha rotina (faculdade em grande parte) atráves de redes sociais, meu small talk são itens que eu compartilho no meu leitor de RSS e minhas piadas são postadas no twitter (junto com meia dúzia de frases soltas e alguns mimimi's).
Todas essas pessoas podem apreciar o filme eu já o vi com o meu cerébro em um copo de água e adorei. Alguns filmes assim são Clube da Luta, Ghost in the Shell, Viagem de Chihiro (só lembro desses (me vem a mente Donnie Darko mas não lembro de pormenores da história dele)).
É lógico que pensamentos desse tipo podem ser expandidos para todos as formas de entretenimento existentes (ok, talvez não em filmes pornôs, mas eu não boto minha mão no fogo por nada).
É lógico que podemos forçar interpretações para quase qualquer coisa, podemos pensar em American Pie como um pastelão qualquer ou como uma severa critica a erotização das gerações mais jovens e as consequêcias dessa erotização precoce em suas relações pessoais. Mas óbviamente pensar assim o tempo todo concerteza não é saudável, nem divertido.
Divertimento é algo muito pessoal, como toda forma de manifestação cultural (aposto que você não achou que eu iria tão longe) a interpretação de algo como divertido depende muito das próprias experiências da pessoa.
É claro, sempre tem aqueles que fecham os olhos e tapam os ouvidos gritando num coro uníssono que algo que eles não vem o minimo de graça ou sentido e o suprasumo do ápice da expressão cultural de determinado negócio (filmes franceses mudos (malditos do inferno)) é de fato muito legal (e por muitas vezes melhor que todo o resto). Por outro lado tem aqueles que passam tanto tempo com o cerébro em standy by que as partes dele responsáveis pela interpretação de qualquer de conteudo útil ficaram podres e caíram da massa cinza inerte onde frivolidades bóiam, afundam e, por fim, se afogam de forma contínua, para sempre dar lugar a uma frivolidade nova e reciclada proporcionada pela "cultura de massa" (ou horror (você escolhe a definição que mais lhe agrada)).
Sabendo da existência de tantos pontos de vistas diferentes é muito interessante imaginar como todos eles olhariam para uma mesma coisa. Sabe uma coisa divertida é algo que pode ser apreciado pelas mais diversas pessoas e apreciadas da mesma forma. Por exemplo, pode-se pensar em Matrix como um filme kung fu bom pra caralho, um ciberpunk básico ou mesmo uma profunda crítica aos dias de hoje falando de virtualização quase que completa de alguns aspectos da vida comum. Eu mesmo basicamente só conheço gente de fora da minha rotina (faculdade em grande parte) atráves de redes sociais, meu small talk são itens que eu compartilho no meu leitor de RSS e minhas piadas são postadas no twitter (junto com meia dúzia de frases soltas e alguns mimimi's).
Todas essas pessoas podem apreciar o filme eu já o vi com o meu cerébro em um copo de água e adorei. Alguns filmes assim são Clube da Luta, Ghost in the Shell, Viagem de Chihiro (só lembro desses (me vem a mente Donnie Darko mas não lembro de pormenores da história dele)).
É lógico que pensamentos desse tipo podem ser expandidos para todos as formas de entretenimento existentes (ok, talvez não em filmes pornôs, mas eu não boto minha mão no fogo por nada).
É lógico que podemos forçar interpretações para quase qualquer coisa, podemos pensar em American Pie como um pastelão qualquer ou como uma severa critica a erotização das gerações mais jovens e as consequêcias dessa erotização precoce em suas relações pessoais. Mas óbviamente pensar assim o tempo todo concerteza não é saudável, nem divertido.
sábado, 9 de maio de 2009
Star Trek begins
Antes de começar a escrever minhas (ótimas) impressões sobre o filme vou deixar bem claro, eu vou falar spoiler adoidado então se você quiser ter alguma supresa durante o filme não leia meu texto. Ou leia por sua própria conta e risco.
Digo antes de mais nada que o filme me decepcionou muito, depois de ver Wolverine eu estava com as espectativas baixas para esse filme. O que obviamente me deixou muito mais boquiaberto após assistir a pelicula. O filme é ótimo, em todos os sentidos.
Antes de mais nada o filme deixa claro que vai tomar diversas liberdades da série clássica. Primeiro matando o pai do Kirk, em seguida explodindo o planeta Romulos.
Com essa liberdade tomada podemos desfrutar do filme como um todo. A direção é ótima cada cena tem um ritmo muito bom, particularmente frenético por todo o decorrer do filme. Cheio de referencias que fazem até um fã não tao ardoroso como eu assistir o filme do começo ao fim sempre com aquele sorriso de contentamento no rosto.
A atuação é outro ponto forte e deixo claro aqui que considero Heroes um desperdicio sem igual do talento do Zachary Quinto. Cada um dos atores escolidos além de dar um toque próprio (e muito bem vindo) aos personagens clássicos os interpretam de maneira excepcional.
A história é (como sempre) alguma cagada temporal e alguém que limpa a bunda com a primeira diretriz. Spock tentando salvar a galáxia da explosão de uma supernova abre um tunel no tempo e volta junto com uma nave ao começo de sua jornada a bordo da Enterprise. A história é simples e efetiva fazendo que as modificações no universo sejam muito bem vindas.
No final vemos aquilo que todos queriamos ver. Um ótimo filme que agradará quem acha star trek algo nerd que deve ser evitado, o fanboy e os entusiastas. Temos humor de cenas muito bizarras e refêrencias iconicas como o Kirk comendo a mulher verde e o cara de vermelho morrendo de forma patética (faltou o "esta morto Jim"). Recomendo fortemente que todo mundo assista, ainda mais para tirar o amargo horrível que ficou após ver Wolverine na telona.
Digo antes de mais nada que o filme me decepcionou muito, depois de ver Wolverine eu estava com as espectativas baixas para esse filme. O que obviamente me deixou muito mais boquiaberto após assistir a pelicula. O filme é ótimo, em todos os sentidos.
Antes de mais nada o filme deixa claro que vai tomar diversas liberdades da série clássica. Primeiro matando o pai do Kirk, em seguida explodindo o planeta Romulos.
Com essa liberdade tomada podemos desfrutar do filme como um todo. A direção é ótima cada cena tem um ritmo muito bom, particularmente frenético por todo o decorrer do filme. Cheio de referencias que fazem até um fã não tao ardoroso como eu assistir o filme do começo ao fim sempre com aquele sorriso de contentamento no rosto.
A atuação é outro ponto forte e deixo claro aqui que considero Heroes um desperdicio sem igual do talento do Zachary Quinto. Cada um dos atores escolidos além de dar um toque próprio (e muito bem vindo) aos personagens clássicos os interpretam de maneira excepcional.
A história é (como sempre) alguma cagada temporal e alguém que limpa a bunda com a primeira diretriz. Spock tentando salvar a galáxia da explosão de uma supernova abre um tunel no tempo e volta junto com uma nave ao começo de sua jornada a bordo da Enterprise. A história é simples e efetiva fazendo que as modificações no universo sejam muito bem vindas.
No final vemos aquilo que todos queriamos ver. Um ótimo filme que agradará quem acha star trek algo nerd que deve ser evitado, o fanboy e os entusiastas. Temos humor de cenas muito bizarras e refêrencias iconicas como o Kirk comendo a mulher verde e o cara de vermelho morrendo de forma patética (faltou o "esta morto Jim"). Recomendo fortemente que todo mundo assista, ainda mais para tirar o amargo horrível que ficou após ver Wolverine na telona.
sábado, 2 de maio de 2009
Wolverine, Chapolin e Adamantium
Fui ver hoje X-Men Origens: Wolverine. Ainda bem que ganhei um poster legal.
Vou ser bem direto, descontando os primeiros 45 segundos a primeira metade do filme é (quase) legal, o resto e dispensável (nem o capitão Picard num helicoptero salva o final do filme). Poderia passar a noite aqui enumerando furos de roteiro, cenas mal produzidas, efeitos especiais dignos de Chapolin Colorado e tudo mais. Mas começo esse meu review com uma palavra: Dispensável.
A origem conta um pouco da história do Wolverine, começando com sua infância triste no século 19 até como ele ganha suas garras de adamantium.
O filme começa até bem mostrando uma colagem de cenas (acho que depois deWatchman vai virar moda começar filme assim) das inumeras batalhas que nosso querido baixinho unhudo participou ao longo da vida (faltou um fan service aqui e ali como ele salvando o Magneto do campo de concentração ao lado do capitão América, mas tudo ok) culminando com o alistamento dele em uma tropa ultra secreta americana (o Wolverine não é canadense???????? O_o) eis quando surje o principal defeito do filme: roteiro.
OK, o Wolverine aranha primeiro e depois faz perguntas mas esse filme exagera, nada se preucupa em fazer muito sentido clichês, efeitos ruins e dialogos deixados para segundo plano. Tudo culmina para um resultado muito abaixo da média. Exceto a interpretação do cara que faz o Dentes de Sabre, que ficou sendo um ótimo psicopata.
Tudo isso sem o minimo de respeito com os filmes anteriores da cine-série parece que toda a história foi jogada fora e recontada de forma estúpida, ou os roteiristas não conhecem nem os filmes dos X-man ou eles escreveram o roteiro com merda mesmo.
Não há muito mais do que falar desse filme, ele é ruim e não serve nem para saciar a sede de Wolverine que um fã tem. Algumas liberdades artisticas que eles tomaram fuderam completamente com o universo dos filmes além de que a efeito de pele de diamante da Emma Frost ficou muito zoado.
Só espero que depois dessa surra de taco de baseball o Wolverine não resolva tirar satisfações comigo.
Vou ser bem direto, descontando os primeiros 45 segundos a primeira metade do filme é (quase) legal, o resto e dispensável (nem o capitão Picard num helicoptero salva o final do filme). Poderia passar a noite aqui enumerando furos de roteiro, cenas mal produzidas, efeitos especiais dignos de Chapolin Colorado e tudo mais. Mas começo esse meu review com uma palavra: Dispensável.
A origem conta um pouco da história do Wolverine, começando com sua infância triste no século 19 até como ele ganha suas garras de adamantium.
O filme começa até bem mostrando uma colagem de cenas (acho que depois deWatchman vai virar moda começar filme assim) das inumeras batalhas que nosso querido baixinho unhudo participou ao longo da vida (faltou um fan service aqui e ali como ele salvando o Magneto do campo de concentração ao lado do capitão América, mas tudo ok) culminando com o alistamento dele em uma tropa ultra secreta americana (o Wolverine não é canadense???????? O_o) eis quando surje o principal defeito do filme: roteiro.
OK, o Wolverine aranha primeiro e depois faz perguntas mas esse filme exagera, nada se preucupa em fazer muito sentido clichês, efeitos ruins e dialogos deixados para segundo plano. Tudo culmina para um resultado muito abaixo da média. Exceto a interpretação do cara que faz o Dentes de Sabre, que ficou sendo um ótimo psicopata.
Tudo isso sem o minimo de respeito com os filmes anteriores da cine-série parece que toda a história foi jogada fora e recontada de forma estúpida, ou os roteiristas não conhecem nem os filmes dos X-man ou eles escreveram o roteiro com merda mesmo.
Não há muito mais do que falar desse filme, ele é ruim e não serve nem para saciar a sede de Wolverine que um fã tem. Algumas liberdades artisticas que eles tomaram fuderam completamente com o universo dos filmes além de que a efeito de pele de diamante da Emma Frost ficou muito zoado.
Só espero que depois dessa surra de taco de baseball o Wolverine não resolva tirar satisfações comigo.
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