sábado, 25 de outubro de 2008
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Maldita vida noturna
Odeio meu metabolismo, ele age como se 2 da manhã fosse 4 horas da tarde. É uma merda que tentar brigar com seu travesseiro para dormir logo é quase como um epic fail instantâneo...
Bem, pelo menos tenho mais tempo de postar aqui.
Bem, pelo menos tenho mais tempo de postar aqui.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Livin' la vida normal
Meus dias, não são monótonos, são até corridos, engraçados, cheios de negligências pequenas ou mesmo grandes e até, quem diria, um pouco de emoção.
Acordo, vou ao banheiro no meu check-up matinal através do espelho, sinto-me como um rei e vou para a faculdade. Corro para não perder o ônibus e tenho uns 70 minutos de sono, música ou leitura. Chego e assisto coxamente as 2 aulas que tenho no dia, passo o resto do dia na sala de estudos. As vezes jogando videogame, lendo, vendo filmes, conversando ou até mesmo estudando queando as provas se aproximam feitos grandes predadores da savana africana prontos para degustar o suculento antilope (eu) que foge desesperadamente do inevitavel. Volto para casa e alterno entre computador, videogame e até mesmo um livro (que as vezes é de física). Aos finais de semana faço as tarefas encavaladas, quando posso saio, mas é raro.
Repita isso 50 vezes e meu ano e completo.
Acordo, vou ao banheiro no meu check-up matinal através do espelho, sinto-me como um rei e vou para a faculdade. Corro para não perder o ônibus e tenho uns 70 minutos de sono, música ou leitura. Chego e assisto coxamente as 2 aulas que tenho no dia, passo o resto do dia na sala de estudos. As vezes jogando videogame, lendo, vendo filmes, conversando ou até mesmo estudando queando as provas se aproximam feitos grandes predadores da savana africana prontos para degustar o suculento antilope (eu) que foge desesperadamente do inevitavel. Volto para casa e alterno entre computador, videogame e até mesmo um livro (que as vezes é de física). Aos finais de semana faço as tarefas encavaladas, quando posso saio, mas é raro.
Repita isso 50 vezes e meu ano e completo.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Maldita inspiração
Não, dessa vez não foi insônia... Dessa vez eu levantei no meio da noite com uma incontrolável vontade de estudar, vai entender...
Desejo-me sorte.
Bônus:
Sabem, estou acostumando-me a esses horários malucos... Mesmo assim continuo achando que preciso de um tempinho fora para centrar várias coisas.
Desejo-me sorte.
Bônus:
Sabem, estou acostumando-me a esses horários malucos... Mesmo assim continuo achando que preciso de um tempinho fora para centrar várias coisas.
sábado, 11 de outubro de 2008
Novelas são ruins
Me sinte um peixe fora da água, minha família inteira assiste compulsivamente novelas.
Eu não.
Interpretações ruins, roteiro fraco, história desconexa e fragmentada.
Que saldade de "Que Rei Sou Eu?" que saudade da epóca em que a família se reunia para ler um livro.
Eu não.
Interpretações ruins, roteiro fraco, história desconexa e fragmentada.
Que saldade de "Que Rei Sou Eu?" que saudade da epóca em que a família se reunia para ler um livro.
sábado, 4 de outubro de 2008
Tempo parado
Mal ai leitores, deixei meu botequim às moscas, mas vamo-nos!
Durante o tempo em que fiquei fora pensei em abrir um twiter. E Quiça um site legal. Mas vou continuar com a velha e boa bodega.
Apenas mais um comentário: Droga acho que voltou...
Durante o tempo em que fiquei fora pensei em abrir um twiter. E Quiça um site legal. Mas vou continuar com a velha e boa bodega.
Apenas mais um comentário: Droga acho que voltou...
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Minha casa
Definitivamente odeio ficar em casa o pc e o playstation são opções tão melhores as minhas listas de exercicios e outras tarefas...
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Filme cabeça de cu é rola
Um dos tipos de pessoas que eu mais odeio, depois das próprias pessoas são aquelas que tem uma visão de mundo tão estreita que faz com que a luz que elas vejam fique toda difratada. Esse tipo de pessoa as vezes consegue fazer com que sua opinião chegue a muitos ouvidos, eis um exemplo (Cortesia da Folha de São Paulo):
"Adultos em pijamas (JOÃO PEREIRA COUTINHO)
Se a fantasia já é difícil de engolir como fantasia, imaginem apresentá-la como "documental"
NADA TENHO contra vigilantes. Contra? Minha adolescência cinéfila não foi só Bergman, não foi só Bresson, não foi só Renoir. Nos intervalos, escondido de meus amigos intelectuais, eu gostava de assistir a Clint Eastwood limpando as ruas de San Francisco. "Do you feel lucky, punk?" converteu-se para mim em mantra espiritual, tão emblemático como o "Play it again, Sam" que Ingrid Bergman (nunca) disse em "Casablanca".
Para não falar de prazeres menores, ou maiores, como Charles Bronson em "Desejo de Matar". Que será feito de Bronson? Divago. Recordo apenas uma seqüência de um dos filmes da série: Bronson, caminhando lentamente nas ruas do bairro, com câmera fotográfica sobre o ombro e tomando sorvete em pose turística. Subitamente, o bandido entra em cena, pega a câmera de Bronson e foge como um galgo de competição.
Bronson não corre atrás. Com a mesma displicência com que tomava o sorvete, joga-o fora, saca da arma (a inevitável Magnum 44), aponta sem pressa e atira no bandido, como quem atira em um animal. O bandido tomba. Bronson recupera a câmera (mas não o sorvete). Só quem nunca teve uma câmera roubada em plena rua é que não entende o prazer de assistir a essa cena.
Nada tenho contra vigilantes, repito. Mas também acrescento que os vigilantes têm de cumprir dois requisitos básicos.
Em primeiro lugar, só podem existir na tela, não na vida real. Na vida real, continuo a preferir o Estado de Direito, em que existem leis, polícia e tribunais, e não loucos ou beneméritos que gostam de fazer justiça com as próprias mãos.
Mas mesmo os vigilantes das telas têm de cumprir um segundo requisito: não podem usar collants, máscaras, pinturas ou capas supostamente voadoras. Dizem-me que Batman, ou Super-Homem, é uma metáfora profunda sobre a nossa condição solitária e urbana; heróis derradeiros da pós-modernidade. Não comento. Exceto para dizer que morro de rir quando vejo um ator, supostamente adulto e racional, enfiado num pijama colorido e disposto a salvar a humanidade das mãos maléficas de um vilão tão ridículo e tão colorido quanto ele.
Sem falar dos fãs: homens feitos, alguns casados, que continuam a acreditar que um super-herói em pleno vôo compensa todas as ereções falhadas.
E foi assim que assisti ao último Batman, "O Cavaleiro das Trevas", dirigido por Christopher Nolan. Não vale a pena apresentar o filme: durante meses e meses e meses, uma máquina publicitária que não pára tentou convencer o mundo de que "O Cavaleiro das Trevas" era o melhor da série e, juro que ouvi, um dos maiores filmes de toda a história do cinema. De acordo com os promotores, Nolan trocara a fantasia sombria de Tim Burton e o espetáculo adocicado de Joel Schumacher por um realismo digno de Michael Mann: desde "Fogo contra Fogo" ninguém filmava assim uma cidade, cruamente e no osso.
E os atores? Os atores seriam exemplos de um realismo ainda mais brutal, com destaque para o Coringa, papel que pode valer a Heath Ledger o Oscar póstumo. Alguns, mais ousados, ainda acrescentam que Ledger morreu de overdose precisamente por causa das exigências do papel.
Não tenciono polemizar com a sabedoria dos críticos, mas suspeito de que Heath Ledger morreu de overdose porque, depois de assistir ao resultado, não agüentou a vergonha. E quem o pode censurar?
Eu não, rapazes. E confesso que entrei na sala com boa vontade: "O Cavaleiro das Trevas" apresenta o herói (Batman) em luta final contra o mestre da anarquia (Coringa), um lunático que não deseja dinheiro nem poder como os vilões tradicionais, mas sim pura destruição. Na cabeça dos criadores, essa oposição simplória entre civilização/caos seria uma metáfora sobre o mundo pós-11 de Setembro: um mundo em que o terrorismo niilista não deseja um objetivo político preciso, mas simplesmente mergulhar o Ocidente num clima de paranóia destrutivo e autodestrutivo.
Infelizmente para os criadores, a narrativa não é apenas infantil em sua pretensão política e filosófica; é incongruente quando Batman ou Coringa entram no enquadramento. Razão simples: se a fantasia já é difícil de engolir como fantasia, imaginem apresentá-la em tom "realista" e até "documental".
Confrontado com Batman e Coringa, nenhum adulto equilibrado vê um super-herói e um super- vilão. Vê, simplesmente, dois dementes em pijamas que fugiram do asilo da cidade."
Se você teve saco de ler tudo, me desculpe, é realmente foda chegar ao fim de um texto onde um homem pega um senso de diversão (o dele) e o usa para medir todo o resto do mundo (provavelmente você esta acostumado a ver esse tipo de comportamento quando o assunto é política, times de futebol, religião ou hábitos alimentares), realmente não pretendo entrar na discussão se o filme é bom ou não é (quem já viu que tire suas próprias conclusões). Apenas vou usar o texto desse cara para expressar meu desapego a considerar pessoas pessoas que acham que usam como unidade primordial de medida para o mundo o tamanho do próprio pau. Pensei em ridicularizar os argumentos dele mas acho mais divertido atacar toda uma gama de subproduto humano que apenas uma opinião (mas vou usar exemplos do texto para ilustrar melhor o ignorância do gênero).
Um dos jeitos de você cagar uma opinião é enaltecendo quem você é, falar que já viu, ouviu, leu ou estudou mais, funciona quando as pessoas se impressionam com o conhecimento ou quando a pessoa simplesmente é mais ignorante, falar que você é culto ou estudado é uma forma de mostrar que sua opinião tem algum valor e geralmente ficamos impressionados quando alguém mais fodão fala, como se o estudo e a cultura fossem uma cura mágica para a idiotice (infelizmente não é).
Outro padrão nessa forma de, por que não dizer, manipular opiniões é começar afirmando que há apenas um jeito, o certo, ignorando que podem haver outras interpretações ou simplesmente que pessoas diferentes vêem as coisas de formas diferentes. Dizer que só há um jeito, só há um caminho ou que não pode haver super-heróis simplesmente porque a roupa que eles usam é ridícula é uma forma de forçar as pessoas a aceitar o "certo" (que no caso seria a próxima frase), isso em geral vem acompanhado da ridicularização, falar simplesmente mal do burguesses pelogos do Serra ou dos senhores de 40 anos que compensam a falta de apetite sexual com HQ's é um bom exemplo disso, eu prefiro chamar claramente de idiota, como nosso bom amigo John John.
Em geral textos assim são apenas uma sequência de ridizularizações pontuasdas por argumentos tendenciosos (no minímo, em geral eles são falsos mesmo), mas como tudo na vida sempre há a cereja do bolo.
Nesse caso é a grandiosa conclusão do pensamento, texto, ensaio ou post no blog. Em geral o autor faz um resumo de tudo o que disse anteriormente pontuado por uma comparação exdrúxula mais ou menos como o final de uma esquete do Monty Python ou compara o texto com a dura realidade (algum fato de certa importância (ou nenhuma (como a instalação de cameras de segurança))), depois desse resumo o autor tenta se enaltecer denovo, seja dizendo suas qualidades seja falando que ele se deu o trabalho de ouvir a opinião contrária e tentar entende-la mas viu que era impossível (talvez ele não tenha conseguido porque sua cabeça estava enfiada muito fundo no próprio traseiro). Geralmente ele termina dizendo que ele estava certo e que realmente aquilo era uma bobagem, que ele não deveria ter perdido o tempo e instigando as pessoas a pensar como ele (seja maldizendo filmes de fantasia ou instigando o vandalismo).
Ou seja tudo bullshit!
"Adultos em pijamas (JOÃO PEREIRA COUTINHO)
Se a fantasia já é difícil de engolir como fantasia, imaginem apresentá-la como "documental"
NADA TENHO contra vigilantes. Contra? Minha adolescência cinéfila não foi só Bergman, não foi só Bresson, não foi só Renoir. Nos intervalos, escondido de meus amigos intelectuais, eu gostava de assistir a Clint Eastwood limpando as ruas de San Francisco. "Do you feel lucky, punk?" converteu-se para mim em mantra espiritual, tão emblemático como o "Play it again, Sam" que Ingrid Bergman (nunca) disse em "Casablanca".
Para não falar de prazeres menores, ou maiores, como Charles Bronson em "Desejo de Matar". Que será feito de Bronson? Divago. Recordo apenas uma seqüência de um dos filmes da série: Bronson, caminhando lentamente nas ruas do bairro, com câmera fotográfica sobre o ombro e tomando sorvete em pose turística. Subitamente, o bandido entra em cena, pega a câmera de Bronson e foge como um galgo de competição.
Bronson não corre atrás. Com a mesma displicência com que tomava o sorvete, joga-o fora, saca da arma (a inevitável Magnum 44), aponta sem pressa e atira no bandido, como quem atira em um animal. O bandido tomba. Bronson recupera a câmera (mas não o sorvete). Só quem nunca teve uma câmera roubada em plena rua é que não entende o prazer de assistir a essa cena.
Nada tenho contra vigilantes, repito. Mas também acrescento que os vigilantes têm de cumprir dois requisitos básicos.
Em primeiro lugar, só podem existir na tela, não na vida real. Na vida real, continuo a preferir o Estado de Direito, em que existem leis, polícia e tribunais, e não loucos ou beneméritos que gostam de fazer justiça com as próprias mãos.
Mas mesmo os vigilantes das telas têm de cumprir um segundo requisito: não podem usar collants, máscaras, pinturas ou capas supostamente voadoras. Dizem-me que Batman, ou Super-Homem, é uma metáfora profunda sobre a nossa condição solitária e urbana; heróis derradeiros da pós-modernidade. Não comento. Exceto para dizer que morro de rir quando vejo um ator, supostamente adulto e racional, enfiado num pijama colorido e disposto a salvar a humanidade das mãos maléficas de um vilão tão ridículo e tão colorido quanto ele.
Sem falar dos fãs: homens feitos, alguns casados, que continuam a acreditar que um super-herói em pleno vôo compensa todas as ereções falhadas.
E foi assim que assisti ao último Batman, "O Cavaleiro das Trevas", dirigido por Christopher Nolan. Não vale a pena apresentar o filme: durante meses e meses e meses, uma máquina publicitária que não pára tentou convencer o mundo de que "O Cavaleiro das Trevas" era o melhor da série e, juro que ouvi, um dos maiores filmes de toda a história do cinema. De acordo com os promotores, Nolan trocara a fantasia sombria de Tim Burton e o espetáculo adocicado de Joel Schumacher por um realismo digno de Michael Mann: desde "Fogo contra Fogo" ninguém filmava assim uma cidade, cruamente e no osso.
E os atores? Os atores seriam exemplos de um realismo ainda mais brutal, com destaque para o Coringa, papel que pode valer a Heath Ledger o Oscar póstumo. Alguns, mais ousados, ainda acrescentam que Ledger morreu de overdose precisamente por causa das exigências do papel.
Não tenciono polemizar com a sabedoria dos críticos, mas suspeito de que Heath Ledger morreu de overdose porque, depois de assistir ao resultado, não agüentou a vergonha. E quem o pode censurar?
Eu não, rapazes. E confesso que entrei na sala com boa vontade: "O Cavaleiro das Trevas" apresenta o herói (Batman) em luta final contra o mestre da anarquia (Coringa), um lunático que não deseja dinheiro nem poder como os vilões tradicionais, mas sim pura destruição. Na cabeça dos criadores, essa oposição simplória entre civilização/caos seria uma metáfora sobre o mundo pós-11 de Setembro: um mundo em que o terrorismo niilista não deseja um objetivo político preciso, mas simplesmente mergulhar o Ocidente num clima de paranóia destrutivo e autodestrutivo.
Infelizmente para os criadores, a narrativa não é apenas infantil em sua pretensão política e filosófica; é incongruente quando Batman ou Coringa entram no enquadramento. Razão simples: se a fantasia já é difícil de engolir como fantasia, imaginem apresentá-la em tom "realista" e até "documental".
Confrontado com Batman e Coringa, nenhum adulto equilibrado vê um super-herói e um super- vilão. Vê, simplesmente, dois dementes em pijamas que fugiram do asilo da cidade."
Se você teve saco de ler tudo, me desculpe, é realmente foda chegar ao fim de um texto onde um homem pega um senso de diversão (o dele) e o usa para medir todo o resto do mundo (provavelmente você esta acostumado a ver esse tipo de comportamento quando o assunto é política, times de futebol, religião ou hábitos alimentares), realmente não pretendo entrar na discussão se o filme é bom ou não é (quem já viu que tire suas próprias conclusões). Apenas vou usar o texto desse cara para expressar meu desapego a considerar pessoas pessoas que acham que usam como unidade primordial de medida para o mundo o tamanho do próprio pau. Pensei em ridicularizar os argumentos dele mas acho mais divertido atacar toda uma gama de subproduto humano que apenas uma opinião (mas vou usar exemplos do texto para ilustrar melhor o ignorância do gênero).
Um dos jeitos de você cagar uma opinião é enaltecendo quem você é, falar que já viu, ouviu, leu ou estudou mais, funciona quando as pessoas se impressionam com o conhecimento ou quando a pessoa simplesmente é mais ignorante, falar que você é culto ou estudado é uma forma de mostrar que sua opinião tem algum valor e geralmente ficamos impressionados quando alguém mais fodão fala, como se o estudo e a cultura fossem uma cura mágica para a idiotice (infelizmente não é).
Outro padrão nessa forma de, por que não dizer, manipular opiniões é começar afirmando que há apenas um jeito, o certo, ignorando que podem haver outras interpretações ou simplesmente que pessoas diferentes vêem as coisas de formas diferentes. Dizer que só há um jeito, só há um caminho ou que não pode haver super-heróis simplesmente porque a roupa que eles usam é ridícula é uma forma de forçar as pessoas a aceitar o "certo" (que no caso seria a próxima frase), isso em geral vem acompanhado da ridicularização, falar simplesmente mal do burguesses pelogos do Serra ou dos senhores de 40 anos que compensam a falta de apetite sexual com HQ's é um bom exemplo disso, eu prefiro chamar claramente de idiota, como nosso bom amigo John John.
Em geral textos assim são apenas uma sequência de ridizularizações pontuasdas por argumentos tendenciosos (no minímo, em geral eles são falsos mesmo), mas como tudo na vida sempre há a cereja do bolo.
Nesse caso é a grandiosa conclusão do pensamento, texto, ensaio ou post no blog. Em geral o autor faz um resumo de tudo o que disse anteriormente pontuado por uma comparação exdrúxula mais ou menos como o final de uma esquete do Monty Python ou compara o texto com a dura realidade (algum fato de certa importância (ou nenhuma (como a instalação de cameras de segurança))), depois desse resumo o autor tenta se enaltecer denovo, seja dizendo suas qualidades seja falando que ele se deu o trabalho de ouvir a opinião contrária e tentar entende-la mas viu que era impossível (talvez ele não tenha conseguido porque sua cabeça estava enfiada muito fundo no próprio traseiro). Geralmente ele termina dizendo que ele estava certo e que realmente aquilo era uma bobagem, que ele não deveria ter perdido o tempo e instigando as pessoas a pensar como ele (seja maldizendo filmes de fantasia ou instigando o vandalismo).
Ou seja tudo bullshit!
domingo, 7 de setembro de 2008
Uma semana de quase férias
7 de setembro!
Sabem o que significa? Férias, ou quase isso. Tenho uma semana de folga. Minha querida universidade libera a boiada das aulas na feliz semana do Brasil, caguei.
Tenho uma semana liberado, posso fazer minhas listas de física matemática, mecânica, relatório de laboratório e estudar física III que não tem lista.
Finalmente uma semana livre.
Sabem o que significa? Férias, ou quase isso. Tenho uma semana de folga. Minha querida universidade libera a boiada das aulas na feliz semana do Brasil, caguei.
Tenho uma semana liberado, posso fazer minhas listas de física matemática, mecânica, relatório de laboratório e estudar física III que não tem lista.
Finalmente uma semana livre.
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
De volta do ostracismo
É gente, faz 15 dias que não dou as caras por aqui.
Na real, não aconteceu nada muito excitante nessas 2 semanas. Bem, talvez eu tenha ido bem numa prova.
Volto quando tiver idéias realmente boas pra escrever aqui.
Na real, não aconteceu nada muito excitante nessas 2 semanas. Bem, talvez eu tenha ido bem numa prova.
Volto quando tiver idéias realmente boas pra escrever aqui.
domingo, 17 de agosto de 2008
Insônia
É o de sempre, não consigo dormir, sabem, isso já esta virando rotina, vou me mudar para o curso noturno e dormir de dia. ¬¬
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Cloud computing, tenho medo
Na verdade não tenho tanto medo assim, a idéia é genial, utilizar todos os programas que você usa em seu dia-a-dia (bem, se você é estudante de física, não vai encontrar os programas do dia-a-dia nesse ambiente (e alias, o dia que tiver o maple, o gnuplot e um editor de texto foda vai ser legal)) ficam num servidor virtual e você acessa esses programas através da web 2.0 (http://en.wikipedia.org/wiki/Cloud_computing(sorry, sem verbete em português)) rápido (você não precisara mais atualizar seu computador), prático (basta um cadastro (e com certeza uma taxa mensal) que você pode usufruir do programa completo) e o melhor de tudo todos os seus documentos poderão ser acessados em qualquer lugar do mundo (perceba a ironia), como disse a idéia é até boa, sério (até, por incrivel que pareça, a terceira (quem já perdeu os dados num pen drive sabe do que falo)). O foda é que isso já é dado como o futuro da computação, especialistas em TI afirmam que o novo boom da internet será em CC (sigla que dispensa explicaçoes) e tudo mais. Não acho primeiro esse ambiente será um mar de programas mediocres com preços de programas sérios e que os freewares da vida nesse ambiente fiquem muito limitados (mais que hoje até), fora que cobrar mensalidade é um absurdo muitos programas "virtuais" serão (a longo prazo) muito mais caros que suas cópias "reais", isso em absoluto seŕ um problema para aquela menina que faz retoques em suas fotos, mas para um fotografo amador será um golpe gigantesco em seu bolso. Não vou gastar linhas aqui falando em segurança, a situação atual da segurança na internet já é alto explicativa.
Minha principal neura com o CC é como ele overrated, sabem esse tipo de programa deveria ser apenas uma evoluçao do que existe hoje, algo rápido que você usa apenas em situaçoes emergenciais para quebrar aquele galho, é obvio se você tivesse o programa licenciado você teria acesso à mais opçoes nesse programa "virtual", realmente acho que isso não é uma direção sábia a se tomar na web 2.0, não conheço outras aplicações de mesmo nivel para ela (sorry pela ignorancia), acho apenas que essa idéia e daquelas que tem grande potencial de dar merda.
Outra coisa não sei se li certo mas o pessoal pensa ate em SO por CC. Disso eu realmente tenho medo.
Mas um lado bom seria acessar toda uma miriade de programas bons e até jogos por um navegador wi-fi que seria apenas uma prancheta de 13 polegadas.
Minha principal neura com o CC é como ele overrated, sabem esse tipo de programa deveria ser apenas uma evoluçao do que existe hoje, algo rápido que você usa apenas em situaçoes emergenciais para quebrar aquele galho, é obvio se você tivesse o programa licenciado você teria acesso à mais opçoes nesse programa "virtual", realmente acho que isso não é uma direção sábia a se tomar na web 2.0, não conheço outras aplicações de mesmo nivel para ela (sorry pela ignorancia), acho apenas que essa idéia e daquelas que tem grande potencial de dar merda.
Outra coisa não sei se li certo mas o pessoal pensa ate em SO por CC. Disso eu realmente tenho medo.
Mas um lado bom seria acessar toda uma miriade de programas bons e até jogos por um navegador wi-fi que seria apenas uma prancheta de 13 polegadas.
sábado, 9 de agosto de 2008
Olimpíadas
Elas começaram.
Não vejo muita graça nos caras que estão lá para ganhar um patrocínio maior ou nos "exemplos olimpícos", mas gosto dos esportes toscos.
Não vejo muita graça nos caras que estão lá para ganhar um patrocínio maior ou nos "exemplos olimpícos", mas gosto dos esportes toscos.
terça-feira, 5 de agosto de 2008
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Aceitando as coisas
É realmente difícil saber quando você finalmente chegou no período de aceitação de alguma coisa, não sei o termo técnico (talvez seja aceitação mesmo (psicólogos, corrijam-me)), mas é inevitável uma hora ou outra você deve se deparar com a dura realidade. Minhas férias acabaram, posto isso faltando apenas 5 horas e 15 minutos para que eu acorde para ir à faculdade (é, denovo, insônia (malditos sejam meus pensamentos!!!)). Não é só isso minha era de moleza eterna precisa acabar mesmo, tenho de admitir meu comportamento atual beira o ridículo não estudo sou displicente e desleixado. Saudade de quando eu era completamente (platônicamente) apaixonado por uma amiga (melhor amiga (advinhem, loira, linda e gostosa (por falta de adjetivo equivalente começado com "l")), lógico não poderia deixar de ser) eu estudava relativamente bem para impressioná-la (vã tentativa devo dizer, talvez eu tenha conseguido sanar algumas dúvidas dela), malhava para ver se impressionava-a de outra maneira (claro que não, óbvio), tudo dava errado lógico, mas eu me esforçava para ser uma pessoa melhor, desde que eu não a vi mais (lógico, haveria outro epilogo para uma história dessas?) e que eu tive certeza que não nutria mais nada por ela (ainda passei 2 anos magoado (porra me apaixonei mesmo (devo ter até perdido um crédito paixão para o resto da minha vida)!)) venho me tornando um cara cada vez pior, não estudo mais, engordei me tornei acomodado e bonachão, preciso mudar.
Talvez isso decorra de um novo rabo de saia (ou até o antigo (espero que não, provavelmente só atrapalharia a vida dela, como fiz da outra vez)) ou talvez eu tenha de tomar vergonha espontâneamente já que fazer sucesso com rabos de saia não faz parte da minha lista de habilidades, gastei todos os pontos da minha ficha com sarcasmo e piadas ruins de RPG (rolling play game para os não intímos).
Só sei que preciso dormir amanhã vai ser um dia cheio e, talvez (assim espero), o primeiro do resto da minha nova-nova-nova-nova-vidinha chata.
E lá vamos nós!
Talvez isso decorra de um novo rabo de saia (ou até o antigo (espero que não, provavelmente só atrapalharia a vida dela, como fiz da outra vez)) ou talvez eu tenha de tomar vergonha espontâneamente já que fazer sucesso com rabos de saia não faz parte da minha lista de habilidades, gastei todos os pontos da minha ficha com sarcasmo e piadas ruins de RPG (rolling play game para os não intímos).
Só sei que preciso dormir amanhã vai ser um dia cheio e, talvez (assim espero), o primeiro do resto da minha nova-nova-nova-nova-vidinha chata.
E lá vamos nós!
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Wilson, a mesma merda de sempre
Só estou postando aqui para dizer que nunca canso de sempre fazer a mesma coisa.
Post especial
Hoje obrigarei todos vocês a lerem meu post em pdf.
http://www.4shared.com/file/56917239/ac07c6e3/Post_em_.html
http://www.4shared.com/file/56917239/ac07c6e3/Post_em_.html
Mais uma vez insône
Já está virando ponto comum nesse blog minhas crises de insônia, sempre que tenho uma venho a este boteco ver se um trago do vomito de meus próprios pensamentos é o suficiente para poder dormir, e como vocês percebem pelo meu tom hoje eu estou meio que puto (ou ao menos desiludido com algo). Sabem, me especializei em escrever aqui (pelo menos na primeira encarnação desse blog) tudo (ou melhor, topas) que assola(m) meu coração sem ao menos dar chance ao leitor de descobrir o que (ou pelo menos quem) seja, em geral isso é bom e, felizmente (ao menos pra mim), vai continuarsendo assim. Não me leve a mal do mesmo modo que eu não posso expor abertamente os motivos do meu choro seria sacanagem postar aqui o telefone de alguém.
Sabem, dos meus inúmeros defeitos talvez o mais grave deles pra mim seja minha eterna insegurança, castradora, ela não permite que eu tome partido em algumas coisas e de certa forma manda em mim por muitas vezes, tenho de aprender alidar com esse problema, em geral escrever aqui da conta do recado por alguns dias (ou não).
Bem dessa vez o motivo da minha insegurança é a negação (não a minha óbvio). Na verdade a insegurança existe mas acho que quando ela se junta com minha imaginação pra lá de fértil o resultado e fétido (podem me culpar pelo trocadilho horrível). Não precisa mais que um ou dois mal entendidos para transformar uma vã vontade em uma espiral de incertezas e talvez até medo, definitivamente eu deveria pular mais de cabeça em certas coisas... Ou não, talvez isso já tenha salvado meu rabinho de algumas enrrabadas...
Só sei que dessa vez vai ser melhor estufar o peito e mergulhar de cabeça, foda-se os simulacros de realidade que esboço em minha mente tentando advinhar a real condiçao do problema, isso é muito útil tentanto imaginar como é o desenho de uma superfície ou a resolução de um problema, mas definitivamente ela só fode com a situação que eu tenho agora. Seria muito bom se eu pudesse deixar por um tempo de imaginar essas situações e me concentrar no que eu tenho em vista. As vezes eu não gosto de ser eu mesmo.
Mas só as vezes.
Sabem, dos meus inúmeros defeitos talvez o mais grave deles pra mim seja minha eterna insegurança, castradora, ela não permite que eu tome partido em algumas coisas e de certa forma manda em mim por muitas vezes, tenho de aprender alidar com esse problema, em geral escrever aqui da conta do recado por alguns dias (ou não).
Bem dessa vez o motivo da minha insegurança é a negação (não a minha óbvio). Na verdade a insegurança existe mas acho que quando ela se junta com minha imaginação pra lá de fértil o resultado e fétido (podem me culpar pelo trocadilho horrível). Não precisa mais que um ou dois mal entendidos para transformar uma vã vontade em uma espiral de incertezas e talvez até medo, definitivamente eu deveria pular mais de cabeça em certas coisas... Ou não, talvez isso já tenha salvado meu rabinho de algumas enrrabadas...
Só sei que dessa vez vai ser melhor estufar o peito e mergulhar de cabeça, foda-se os simulacros de realidade que esboço em minha mente tentando advinhar a real condiçao do problema, isso é muito útil tentanto imaginar como é o desenho de uma superfície ou a resolução de um problema, mas definitivamente ela só fode com a situação que eu tenho agora. Seria muito bom se eu pudesse deixar por um tempo de imaginar essas situações e me concentrar no que eu tenho em vista. As vezes eu não gosto de ser eu mesmo.
Mas só as vezes.
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Nem demorou tanto assim...
Para eu pensar em algo para postar.
Definitivamente algumas coisas são bem chatas, hoje houve um mal entendido um tanto quanto constrangedor:
Marquei um horário com um cara para resolver umas pendências da minha iniciação científica houve um mal entendido de horários e acabou como se eu tivesse furado...
Vou tentar consertar isso na segunda-feira.
Definitivamente algumas coisas são bem chatas, hoje houve um mal entendido um tanto quanto constrangedor:
Marquei um horário com um cara para resolver umas pendências da minha iniciação científica houve um mal entendido de horários e acabou como se eu tivesse furado...
Vou tentar consertar isso na segunda-feira.
Dando um oi
Gente, mal ai por demorar 2 semanas pra aparecer por aqui, ó grande público, mas estava sem saco... Nos próximos dias talvez apareça alguma coisa.
Estou meio triste, é capaz de render alguns posts bons. ¬¬
Estou meio triste, é capaz de render alguns posts bons. ¬¬
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