segunda-feira, 28 de julho de 2008

Wilson, a mesma merda de sempre

Só estou postando aqui para dizer que nunca canso de sempre fazer a mesma coisa.

Post especial

Hoje obrigarei todos vocês a lerem meu post em pdf.

http://www.4shared.com/file/56917239/ac07c6e3/Post_em_.html

Mais uma vez insône

Já está virando ponto comum nesse blog minhas crises de insônia, sempre que tenho uma venho a este boteco ver se um trago do vomito de meus próprios pensamentos é o suficiente para poder dormir, e como vocês percebem pelo meu tom hoje eu estou meio que puto (ou ao menos desiludido com algo). Sabem, me especializei em escrever aqui (pelo menos na primeira encarnação desse blog) tudo (ou melhor, topas) que assola(m) meu coração sem ao menos dar chance ao leitor de descobrir o que (ou pelo menos quem) seja, em geral isso é bom e, felizmente (ao menos pra mim), vai continuarsendo assim. Não me leve a mal do mesmo modo que eu não posso expor abertamente os motivos do meu choro seria sacanagem postar aqui o telefone de alguém.

Sabem, dos meus inúmeros defeitos talvez o mais grave deles pra mim seja minha eterna insegurança, castradora, ela não permite que eu tome partido em algumas coisas e de certa forma manda em mim por muitas vezes, tenho de aprender alidar com esse problema, em geral escrever aqui da conta do recado por alguns dias (ou não).
Bem dessa vez o motivo da minha insegurança é a negação (não a minha óbvio). Na verdade a insegurança existe mas acho que quando ela se junta com minha imaginação pra lá de fértil o resultado e fétido (podem me culpar pelo trocadilho horrível). Não precisa mais que um ou dois mal entendidos para transformar uma vã vontade em uma espiral de incertezas e talvez até medo, definitivamente eu deveria pular mais de cabeça em certas coisas... Ou não, talvez isso já tenha salvado meu rabinho de algumas enrrabadas...
Só sei que dessa vez vai ser melhor estufar o peito e mergulhar de cabeça, foda-se os simulacros de realidade que esboço em minha mente tentando advinhar a real condiçao do problema, isso é muito útil tentanto imaginar como é o desenho de uma superfície ou a resolução de um problema, mas definitivamente ela só fode com a situação que eu tenho agora. Seria muito bom se eu pudesse deixar por um tempo de imaginar essas situações e me concentrar no que eu tenho em vista. As vezes eu não gosto de ser eu mesmo.

Mas só as vezes.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Nem demorou tanto assim...

Para eu pensar em algo para postar.

Definitivamente algumas coisas são bem chatas, hoje houve um mal entendido um tanto quanto constrangedor:

Marquei um horário com um cara para resolver umas pendências da minha iniciação científica houve um mal entendido de horários e acabou como se eu tivesse furado...

Vou tentar consertar isso na segunda-feira.

Dando um oi

Gente, mal ai por demorar 2 semanas pra aparecer por aqui, ó grande público, mas estava sem saco... Nos próximos dias talvez apareça alguma coisa.

Estou meio triste, é capaz de render alguns posts bons. ¬¬

sábado, 12 de julho de 2008

Várias semanas depois

Nem sei por onde começar, faz semanas que não entro aqui. Sobre o post abaixo creio eu (segundo relatos da prórpia pessoa envolvida) que foi apenas um engano, problema resolvido uma coisa a menos pra se preucupar, ou não.

Fiquei 1 semana sem internet, parece que o pessoal do speedy resolveu descontar os anos sem problema na conexão em uma única bomba de desrespeito ao consumidor e essa bomba explodiu bem no meio da minha sala de estar, mas o problema ja foi resolvido, posso voltar aos meus torrents e a pornografia (diga-se de passagem que surpreendentente essa semana sem internet mudou meus hábitos (deixei torrents e pornagrafia em segundo plano (ao que tudo indica))).

Fora isso apenas o de sempre, mas uma coisa me deixou triste, o salão em que eu corto o cabelo fechará, é uma bosta ter de procurar um novo.

sábado, 28 de junho de 2008

Wilson: Especializado em fazer merda

Como já faz uma semana que não visito o boteco hoje promete que teremos um post especial, ou pelo menos a tentativa de um...

Sabe quando você faz merda? Ou pelo menos acha que fez? Bem isso aconteceu comigo. Acho que falei algo que minha amiga não gostou e acho que ela vem me evitando depois disso, é acontece. Sabe eu esqueço que pessoas diferentes têm gostos diferentes e não são cabiveis certas discussões em alguns momentos, ou eu simplesmente fui idiota. Fico com a segunda opção.

Tenho de pedir desculpas, ou ficar na minha e esperar semanas até a poeira baixar e nos falarmos denovo. Dessa vez fico com a primeira opção.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Como correr atrás

É estranho, sabendo de tudo que vai acontecer vivo me repetindo de modo um tanto quanto chato. É foda, ter apenas 3 dias pra aprender uma miríade de ferramentas matemáticas das mais variadas é um pé no saco, mas fazer o que uma das maneiras é recludir-se numa bolha de autismo e estudar com uns poucos momentos para relaxar, neles você pode tomar uma coca ou até mesmo escrever algo em seu blog, o importante é manter um minímo de concentração, você sabe o provável resultado, você pode apenas amenizá-lo. Talvez até evita-lo, mas esse caso é raro.

terça-feira, 17 de junho de 2008

Como desperdiçar uma tarde

Devo ter sérios problemas de concentração quando estou em casa...
Cheguei a preparar até um "altar do estudo" ao lado do meu atual segundo maior centro de entretenimento caseiro (meu computador (o primeiro centro é, obviamente o playstation ligada a uma tv enorme)), olhei pra esse altar e não fiz nada. Caras, que ódio de mim mesmo, ai ai, preciso de uma máquina de choque ligada direto nas minhas bolas pra me punir caso eu passe mais de 45 minutos sendo um total vagabundo.

Bem, pelo menos aprendi a por pdf's no psp. Minha leitura vai ficar em dia pelo menos. Comecemos com C. Clark.

domingo, 15 de junho de 2008

Combates computacionais

Vocês não fazem idéia de como foi meu final de semana, tentei instalar linux no meu PS3. A jornada começa sábado pela manhã quando vou à St.Ifigênia comprar um teclado USB para o playstation, após aquela pesquisada normal que qualquer um faz na Ifigênia compramos o tal teclado, simples. Voltando para casa o de sempre, buscar a ISO de alguma distro compátivel com o playstation, pelo menos essa foi rápida, ou deveria, estou eu aqui hoje com 3 cds de distros diferentes e mais de 15 tentativas infrutíferas de intalação. É o linux não vai com a minha cara.

Próxima tentativa, só semana que vem...

sábado, 14 de junho de 2008

De novo, insônia

Creio que realmente madrugadas em que me perco em pensamentos desconexos em minha cama são os períodos mais criativos para eu postar algo por aqui, acho que não devo desperdiçar esse tempo.

Ultimamente, entre outros, dois pensamentos me assolam e os dois são de certa forma cruciais de todas as maneiras possiveis, só vou falar de um deles por hora, ou não.
Finalmente eu tomei vergonha na cara e procurei algo para ocupar meu tempo de forma construtiva. Procurei algum professor disposto a me aceitar como auxiliar em sua pesquisa, fui bem sucedido no entento (eu acho). Isso de certa forma acarretará uma série de mudanças no modo como eu levo meu curso, pela primeira vez eu tenho real responsabilidade naquilo que estudo e de certa forma eu tenho que ficar estremamente decepcionado com o modo que eu levo essa responsabilidade (diga-se de passagem muito mal (outra coisa que eu pensei agora: não posso deixar o professor ler esse blog, ele é uma ode a minha eterna falta de responsabilidade básica e tudo mais)), felizmente eu acho que tudo bem. Talvez como eu planejei eu consiga ser criança por mais uns 30 anos. Caso não consiga sempre há a alternativa de tomar jeito.
Agora falarei do que talvez eu vá fazer.
Basicamente me interessei pelo nome da área do cara, nanotecnologia (na verdade é um pouco mais que isso, mas essa palavra é mais bem entendida), inicialmente eu queria simular, sinto-me íntimo de computadores e acho que com um pouco de dedicação talvez me torne descente nessa área. Mas naquele laboratório infelizmente a simulação não é o principal foco dos experimentos, mas o professor me deu uma opção interessante. Se eu realmente me interessar, posso trabalhar na adaptação de um hardware para uma plataforma mais acessível para o laborátorio, basicamente eu vou adaptar um programa de forma a torná-lo mais cabível à realidade do laborátorio (aproveitar peças de outro equipamento parecido), realmente, não tem quase nada de física ai (eu acho) mas eu achei esse desafio e tudo que ele acarreta deveras interessante, vou de cabeça nisso, talvez seja legal. Ou não.
E é uma lista enorme de desafios pela frente. Me tornar íntimo do linux, aumentar meu (pífio) desempenho acadêmico, conciliar meus (até agora) caóticos e vagabundos horários e arranjar algo que me faça dormir melhor pra não perder tempo escrevendo merda aqui.
Bem foda-se, lá vou eu. Eu acho.

Vou embora, essa sala esta tão silenciosa que ouço minha barba crescer e "I'm the walrus" está parecendo assustadora no fone...

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Sexta feira treze Muhahahahhahah

Esperei até dar meia noite pra postar aqui, dia das angústias, mazelas e coisas ruins. Dia treze, sexta feira.

Pensei em escrever alguma coisa assustadora mas não.

Na verdade to postando so pra manter isso ativo, mais tarde coloco algo útil aqui, ou não.

sábado, 7 de junho de 2008

Semana

Semana de merda, nada construtiva. Exceto terça.

Eu consegui estudar um pouco, e até (dada as devidas proporções) entender o que eu estava estudando. Bem, pelo menos As aulas que eu vi essa samana eu absorvi um pouco, eu acho.

O maior destaque dessa semana é meus novos flagelos intelectuais, o primeiro é o Phun o segundo é uma porra de um jogo em flash que consegue consumir cerca de 4 horas do meu dia cada vez que eu o vejo (ele quase rivaliza com Call of Duty 4 on-line). Caralho, como eu fico viciado nessas merdas, esse post vai demorar mais de 2 horas pra ser editado só porque eu abri o segundo link.
Bem, pelo menos eu parei agora, vou tentar fazer algo de útil pelo meu frag e vou começar a jogar videogame.

Até

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Insônia Maldita

Venho sofrendo de insônia nas últimas semanas, é uma merda. Principalmente pelo fato de ter de acordar ás 6 da manhâ para poder ir para a faculdade. Ai, a única (talvez) coisa boa dessas insônias é o fato de poder escutar mais música (geralmente tento relaxar ouvindo-as) e poder pensar um pouco (geralmente eu viajo, mas de vez em quando penso em coisas construtivas (ligar o computador e escrever aqui por exemplo)).

Pensei no que escrever aqui.
Nada saiu.

Brincadeira. Acho realmente que minha vida está atingindo patamares de pateticidade semelhantes a época em que eu era platônica (e completamente) apaixonado pela minha melhor amiga (que hoje não e mais nada além de um avatar sorridente no meu outdoor de amigos do orkut (assim como boa parte dos meus grandes amigos de outrora (tema de outro post (me lembrem)))), para começar, eu tive (por causa de um congresso da USP) 1,5 semanas de feriado, minha pseudo-férias como prefiro chamar. Admito, poderia ter estudado, saído (bem, eu fui beber com meus amigos sexta à noite) ou até ligado para uma das 37 meninas que de alguma forma despertam meu interesse nesse tempo, mas não, como vocês devem ter advinhado passei minhas pseudo-férias jogando videogame (e olha e pela primeira vez na vida eu to ficando bom em alguma coisa por esforço próprio). Espero que isso mude um dia (acho que vou precisar me casar com alguém pra adquirir responsabilidade).
Talvez essa acomodação decorra da facilidade que seja jogar, é mais fácil, barato (em termos, tenho de fazer a conta de quantos watts se esvaem pela tomada a cada sessão de 4 horas na frente do playstation) e (sob alguns aspectos) tão divertido quanto qualquer uma das atividade que mencionei anteriormente (e sim, eu me divirto (em termos bastante restritos) estudando, se não me divertisse não tinha escolhido um curso com uma rotina tão massacrante de estudos (não que eu a siga) quanto física). Nossa estou virando um mestre Jedi na arte de escrever com parênteses. Sinto-me tentado a dar motivos mais enfeitados para essa explicação, mas no fundo talvez só seja vício puro, passei boa parte da minha vida sem esse tipo de diversão inresponsável que talvez agora eu, tal qual um diabético curado numa doceria, me refastelo nela. É um motivo comum pessoas descontarem depois de velhas coisas que tiveram vontade de fazer na infância, e eu sempre fui muito regulado com videogames. Bem, pode ser também falta de mulher, nunca se sabe.

Já se passaram meia hora desde que eu desisti de dormir por causa da insônia (e ainda não tenho uma gota de sono), merda, amanhã vai ser um dia de bosta denovo.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Videogames I

Geralmente quando me sinto sozinho costumo a jogar videogame, o contato online com pessoas é de certa forma reconfortante. E atirar nelas com meu ak47 virtual é mais reconfortante ainda. Não sei por que e nem quando me tornei adicto a essa prática, mas sei que pelo menos ela alivia meu stress, ou não. Talvez eu acabe como o aquele video do youtube do moleque jogando Unreal.
Bem, quanto aqueles jogos individuais eles são... hum... individuais.
Na verdade eles se baseiam em contar uma história (ou lhe viciar com diversos quebra-cabeças), enfrentar perigos e assistir cenas cada vez mais cinematográficas.
Pensando bem videogames são mais envolventes que filmes e livros, pelo menos pra mim, ter de passar por diversas situações épicas (ou não) até a conclusão de sua jornada é um tema recorrente em livros, filmes e tudo mais. No videogame isso se torna mais impactante visto que você controla o desenrolar da ação (lógico, dentro das limitações (cada vez menores) que o jogo lhe dá). Fico pensando, será que eles são realmente algo melhor ou eu estou apenas me enganando pra sustentar um vício?
Não sei, mas talvez agora eu vá metralhar algumas pessoas, relaxa.

O re-re-recomeço da bodega

Já tentei me tornar um bloger ativo por três vezes, em todas falhei. Existe uma pedra angular para esse blog e toda vez que me deparo com essa pedra escrevo algo aqui, sempre depois da meia-noite (deve ser meu horário de maior capacidade de escrever bullshit)
Realmente não sei se "dessa vez vai" percebo que realmente o mais difícil de se visualisar quando se tem um blog é como expor seus pensamentos (algumas vezes, por ventura, intímos) a um veículo de comunicação exposto aos bilhões de seres viventes desse planeta, sempre tentei fazer isso de uma forma dissimulada e acho que nunca falhei nisso, dessa vez não será diferente. Ou não.

Talvez já seja hora de levar algo a sério na minha vida, tudo que já tive eu subestimei e vejo cada vez mais que vou continuar subestimando, não sei porque não me apego a nada, nem porque me sinto confortável com minha situação, talvez seja falta de chutes no saco ou até, quem sabe, algumas massagens nele.

Vou tentar dessa vez levar isso a sério, não vou ser piegas a ponto de falar algo que seja importante, vou me contentar em ser simplório e, talvez, até consiga um sucesso em algum entento. Mas uma coisa de cada vez, por hora apenas a re-re-reinauguração.


E talvez um conto:

Eles

Eles nos contataram primeiro, nos contataram não, nós os captamos primeiro. Começou com ondas de rádio, demorou para codificarmos mas com o passar dos anos o sinal foi ficando mais forte. Praticamente acompanhamos o desenvolvimento tecnologico deles, suas guerras civis, suas conquistas seu entretendimento.
Com o passar do tempo resolvemos estuda-los. Mandamos sondas não tripuladas. Demoraram anos para elas chegarem, mesmo assim graças a nossa tecnologia superior não fomos detectados. A principio. Eles são uma raça fascinante seu desenvolvimento tecnológico cresce de forma exponecial e muito antes de acharmos que eles seriam capazes eles detectaram nossas sondas e tentaram fazer contato. Para nós foi um alvoroço, a idéia de não ser os únicos seres capazes inteligente ao ponto criar fantasticas tecnologias (e destruir o planeta natal e reconstrui-lo algumas vezes) balançou nosso ego, entramos em guerra civil e até a aniquilação deles foi proposta certa hora. Mas no final o bom senso triunfou, eles ainda não conseguem chegar a nós e decidimos por não interferir mais, mantemos um cordial contato por rádio, com um atraso de 30 anos, mas acho que nada nos nosso dois mundos é perfeito.
O povo daquele planeta é realmente fascinante, queria estar vivo no dia em que faremos contato com esses auto-proclamados "humanos".

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Esso foi dos fracos, mas eu tento melhorar na próxima.